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domingo, 1 de abril de 2012

Amar os inimigos é o melhor exercício da Lei de Amor ensinada por Jesus para alcançar a Paz. Pense e Viva!

 

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MENSAGEM EM PORTUGUÊS-ESPAÑOL-FRANÇAIS 

 

 

IZAIAS CLARO - CONFERÊNCIAS EM SERGIPE-Português

CARLOS A. BACCELLI CONFERÊNCIAS EM ARACAJU-Português

CONCERTO MUSICAL SIBÉLIUS ONTEM, SIBÉLIUS HOJE-Português

5º ENCONTRO NACIONAL DOS AMIGOS DE CHICO XAVIER-
Português

3º CAMPO DO BRITO ESPÍRITA-
Português

FESTIVAL DE ARTE ESPÍRITA-Português

CAUSAS ATUAIS DAS AFLIÇÕES-Português

7º CONGRÈS SPIRITE MONDIAL-Cuba-Français

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Queridos amigos(as) Deus conosco.

Novas mensagens de Luz para Você.

Com Votos de Paz e Amor, o amigo agradecido.

Um Fim de Semana Feliz!

 

João Cabral-Presidente da ADE-SERGIPE
Website: www.ade-sergipe.com.br
Videos. TVs. Mensagens, Veja, agora
Em: 31.03.2012.
Aracaju-Sergipe-Brasil
Assessoria Internacional da ABRADE-Brasil

 

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IZAIAS CLARO EM ARACAJU -SEXTA-SÁBADO E DOMINGO

Sexta-dia -06 de Abril às 10.30-no Grupo Espírita Irmão Fego-Aracaju

Domingo-dia 08 de Abril às 10.30-no Grupo Espírita Antonio de Pádua-São Cristovão

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Caríssimo Ismael, dentre todos os depoimentos públicos de Chico Xavier ao longo de sua extraordinária vida de renúncia e amor à Causa

do Evangelho Redivivo, talvez que a mais importante delas, especialmente a ser aplicada nos dias atuais em nosso Movimento Espírita, seja esta resposta que o amado médium e amigo deu ao Dr. Milton Maguollo, registrada no livro Chico Xavier - Fonte de Luz e Bençãos.

Abraços de sempre,

Geraldinho Lemos

 

" Como Caminhara a Doutrina Espirita? / Do Livro: Chico Xavier - Fonte de Luz e Bencaos / Autores: Urbano T. Vieira e Dirceu Abdala

Dr. Rossi e Dr. Milton Maguollo, no dia trinta de abril de 1998, juntos tomavam salutar refeição em companhia de Chico Xavier, na residência deste, ocasião em que o Dr. Maguollo endereça ao Chico a seguinte pergunta:

- Prezado Chico, como caminhará a Doutrina Espírita?

Responde Chico:

- O que dela fizermos hoje.

Depois, observando a ambos, no seu abençoado silêncio, acrescenta:

- A Doutrina Espírita que aprendemos com Kardec é aquela que, nos Centros Espíritas, aprendemos com seus estudos e vivências e onde os dirigentes e colaboradores devem sentar-se com seus freqüentadores para ouvi-los, sentir sua dificuldades, muitas vezes bem maiores que as nossas; é falar-lhes da fé, da esperança que nunca morre; é mostrar-lhes a fraternidade que pregamos, que as soluções dos problemas virão a seu tempo e que o trabalho interior gera a reforma íntima; é servir; é ter o Evangelho dentro do coração.

Continua o meigo médium:

- Doutrina Espírita é tomar a criança no colo, afagar-lhe a cabeça com amor e respeito, porque o gesto espontâneo gravará em seu espírito.

Chico volta ao mutismo e não satisfeito, completa:

- Doutrina Espírita é falar com palavras simples que falam ao coração, é renovar esperanças, é providenciar o estudo, a educação religiosa e quanto possível suprir aqueles que necessitam do alimento, do remédio, do agasalho, do emprego, é fazer enfim o que Jesus fez, na simplicidade e na humildade. A Doutrina Espírita é servir, sem o menor interesse de qualquer espécie. É a graça de Deus.

Segundo consta na tradição espírita, Nosso Senhor Jesus Cristo nunca deixou de atender uma pessoa, principalmente o carente.

Com isso Chico nos mostra sua missão, seu exemplo e o papel de Consolador a serviço de Nosso Senhor Jesus Cristo.

 

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Olá Companheiros. Paz e Harmonia!

3º Campo do Brito Espírita / SE 

24 e 25 de novembro de 2012 

Dimensões da Vida em Família
Convidados:

Richard Simonetti (SP)
Nazareno Feitosa (DF)
Marcus Azuma (PR)
Cia de Teatro Espírita Lema (CE)
Banda Conecta (PR)

Um fraterno abraço

Chico Leite

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Causas atuais das aflições

De duas espécies são as vicissitudes da vida, ou, se o preferirem, promanam de duas fontes bem diferentes, que importa distinguir. Umas têm sua causa na vida presente; outras, fora desta vida.
Remontando-se à origem dos males terrestres, reconhecer-se-á que muitos são conseqüência natural do caráter e do proceder dos que os suportam.
Quantos homens caem por sua própria culpa! Quantos são vítimas de sua imprevidência, de seu orgulho e de sua ambição!
Quantos se arruinam por falta de ordem, de perseverança, pelo mau proceder, ou por não terem sabido limitar seus desejos!
Quantas uniões desgraçadas, porque resultaram de um cálculo de interesse ou de vaidade e nas quais o coração não tomou parte alguma!
Quantas dissensões e funestas disputas se teriam evitado com um pouco de moderação e menos suscetibilidade!
Quantas doenças e enfermidades decorrem da intemperança e dos excessos de todo gênero!
Quantos pais são infelizes com seus filhos, porque não lhes combateram desde o princípio as más tendências! Por fraqueza, ou indiferença, deixaram que neles se desenvolvessem os germens do orgulho, do egoísmo e da tola vaidade, que produzem a secura do coração; depois, mais tarde, quando colhem o que semearam, admiram-se e se afligem da falta de deferência com que são tratados e da ingratidão deles.
Interroguem friamente suas consciências todos os que são feridos no coração pelas vicissitudes e decepções da vida; remontem passo a passo à origem dos males que os torturam e verifiquem se, as mais das vezes, não poderão dizer: Se eu houvesse feito, ou deixado de fazer tal coisa, não estaria em semelhante condição.
A quem, então, há de o homem responsabilizar por todas essas aflições, senão a si mesmo? O homem, pois, em grande número de casos, é o causador de seus próprios infortúnios; mas, em vez de reconhecê-lo, acha mais simples, menos humilhante para a sua vaidade acusar a sorte, a Providência, a má fortuna, a má estrela, ao passo que a má estrela é apenas a sua incúria.
Os males dessa natureza fornecem, indubitavelmente, um notável contingente ao cômputo das vicissitudes da vida. O homem as evitará quando trabalhar por se melhorar moralmente, tanto quanto intelectualmente.

   
(O Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo V)
 

Sorri de novo para o que te ofendam; abençoa os que te feriram; divide o farnel com os irmãos em necessidade;
entrega um minuto de reconforto ao doente; oferece numa fatia de bolo aos que moram, sozinhos, sob ruínas e
pontes abondonadas; estende um lençol macio aos que esperam a morte, sem aconchego do lar; cede pequenina
parte de tua bolsa no auxílio às mães fatigadas, que se afligem ao pé dos filhinhos que enlanguescem de fome, ou
improvisa a felicidade de uma criança esquecida.
 
Comecemmos a viver com Jesus, ainda que seja por algumas hora.
 
(Obra: Antologia Mediúnica do Natal - Chico Xavier / Meimei

 

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