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terça-feira, 17 de novembro de 2009

VIMANAS! - EXTRAORDINÁRIO

VIMANAS!

"A Esfinge viu em solitário silêncio os Atlantes trazerem para a Terra de Khem a cultura do seu continente submerso; com seus olhos cavos que vêem os nossos sputniks, presenciou a guerra nos céus entre os deuses e os gigantes; depois o dilúvio engolfou a sua forma enorme no oceano até que outro cataclismo cósmico retirou as águas e a deixou encalhada no deserto. durante séculos esse animal de pedra viu o homem primitivo começar de novo a civilização, depois as areias imóveis engoliram-na e esconderam-na da vista e da memória humana...."

(W. Raymond Drake - Deuses e Astronautas no Antigo Oriente)

Não há quaisquer coincidências ou exageros nisso: a Índia Antiga reverenciava a Esfinge como "Garuda" - o CARRO CELESTE DOS DEUSES! A antiga tradição relativa aos intrigantes "Deuses", aos "Discos Alados", aos "Carros do Céu" , às "Vimanas", como também às "Legiões do Céu", espalharam-se pelas mais antigas culturas conhecidas - assim como, por exemplo, no Antigo Egito, no Tibete, nas três Américas, na Austrália e etc., chegando posteriormente à antiga Grécia e igualmente em Roma! Também, na Literatura Védica, os hinos do Rig-Veda reverenciam aquilo que os antigos chamavam de "Seres Celestiais", os quais "desciam"ao nosso mundo tanto para amar quanto para fazer guerras! Nada mais revelador do que isso. Examinemos, então, as chocantes evidências:

Um dos nossos estimados visitantes gentilmente localizou no Google Earth o Monte Ararat, na Turquia, onde supostamente repousariam os restos da Arca de Noé, um objeto não identificado que, conforme já vimos em uma página anterior, jamais foi mesmo um barco mas, sim, de acordo com as evidências, possivelmente os milenares destroços de uma nave atlante ou - muito mais possivelmente - uma nave de origem alienígena..... (FOTO: © Europa Technologies/TerraMetrics/Google)

..... E o detalhe devidamente ampliado, bem como o seu correspondente negativo, à direita, comprovam o fato de que o que quer que esteja soterrado lá por cima nunca foi uma embarcação, mas, sim, tal como as sondagens de radares de penetração subterrânea revelaram através das suas explorações, um objeto elíptico bastante comparável à descrição das antigas VIMANAS - segundo a Literatura Védica, NAVES VOADORAS mediante as quais os "deuses" chegavam ao nosso mundo!

E quando o assunto é "VIMANAS" forçosamente teremos que nos reportar à milenar Índia, repleta de antigos mistérios nos quais uma intervenção histórica promovida por seres altamente tecnológicos e evoluídos, originários sabe-se lá de onde, se fez presente! Aliás, em nenhum outro lugar encontraremos registros históricos tão precisos quanto os da milenar Índia - verdadeiro repositório das mais antigas fontes de sabedoria. O livro sagrado MAHABHARATA, por exemplo, torna-se bastante expressivo neste particular: - " E os deuses em carros transportados em nuvens vieram ver o belo espetáculo.... Deslumbrantes CARROS CELESTES em grande número atravessavam o céu sem nuvens.... brilhantes imortais vestidos em luz solar atravessavam o céu líquido e os seus carros deslumbrantes correndo em nuvens POUSAVAM NAS ALTAS TORRES". Bastante explícito! Em Elora, (foto) os antigos indianos estilizaram a escultura de um "carro celeste" que transportava "deuses". Note-se que os milenares artistas retrataram evidentes asas no tal "carro celeste", e ainda as expectativa e a reverência do povo com relação a ele.

Os antigos textos sânscritos também revelam que as primeiras Dinastias Indianas teriam sido governadas pelas "Raça do Sol" que reinava em uma região chamada Ayodha, e a "Raça da Lua", esta última reinando em território diferente cujo nome era Pruyag - o que sugere o fato de que esses antigos visitantes em tempos remotíssimos lá se estabeleceram.

Meras lendas? Decididamente NÃO! A Academia Internacional de Pesquisa Sânscrita, na Índia, leva muito a sério os milenares livros tradicionais daquele país. Aliás, não poderia ser de outra forma, uma vez que eles estão repletos de DADOS TÉCNICOS E ESPECIFICAÇÕES ALTAMENTE CIENTÍFICOS, os quais descrevem coisas absolutamente surpreendentes para as distantes épocas em que foram escritos, tais como tacitamente nos revelam: Em oito capítulos descrevendo a arte de fabricar NAVES VOADORAS, ou seja, "O que pode mover-se por sua própria força como um pássaro, em terra, na água e no ar, chamado VIMANA"; O segredo para a construção de naves voadoras INVISÍVEIS; o segredo de ouvir CONVERSAS E SONS EM OUTRAS NAVES VOADORAS INIMIGAS; O segredo para RECEBER IMAGENS do interior de naves voadoras inimigas; o segredo DE VERIFICAR A DIREÇÃO DE APROXIMAÇÃO DE NAVES VOADORAS INIMIGAS; o segredo para DESTRUIR NAVES VOADORAS INIMIGAS e etc. - em outras palavras, aquilo que os nossos militares hoje conhecem (e utilizam) sob a denominação de contramedidas bélicas e eletrônicas!!!

.... Além do mais esses espantosos livros revelam que as tais VIMANAS deveriam ser construídas mediante a utilização de nada menos que dezesseis espécies de metais absorventes de calor. Existiam, segundo as descrições muito bem detalhadas, diversos tipos de VIMANAS, os quais foram desenvolvidos em esquemas pelos modernos cientistas. Este daí de cima, visto desde a sua base e cujo diagrama foi reproduzido a partir dessas milenares descrições, o chamado Sundara Vimana, é extremamente revelador, não?

Claro que SIM! Comprove neste antigo texto do DRONA PARVA (grifos nossos): - "Na terrível batalha daqueles dardos, como os próprios raios do Sol, em um momento cobriram todos os quadrantes em volta, o céu e as tropas. Inúmeras bolas de ferro também, apareceram depois como resplendentes luminárias no firmamento claro. Shataghnis, alguns equipados com quatro, outros com duas rodas, e inúmeras clavas e DISCOS com bordas agudas como navalhas e resplendentes como o Sol apareceram lá também".

E aqui vemos uma das reveladoras ilustrações do livro sagrado BHAGAVAD-GITA. Repare bem naquilo que flutua sobre a cabeça do personagem à esquerda.

Veja também essa outra ilustração daquele mesmo Livro Sagrado, onde também a imagem de um objeto discóide no céu é bastante expressiva.

A forma do "disco voador" é inequívoca nessas ilustrações, nas quais até mesmo a representação das fileiras de luzes laterais se fazem presentes. Muitas vezes estilizadas sob a forma de um guarda-sol postado nas carruagens dos guerreiros, bem poderiam representar a proteção dessas poderosas naves pairando sobre eles.

Não poderia haver qualquer engano, pois, aliado a isso, os atônitos estudiosos, os técnicos em aeronáutica e aviônica, como também os cientistas que examinaram esses milenares textos sânscritos, verificaram a existência de outros diversos tipos de Vimanas. Este é o chamado Sundara Vimana porém sob outro formato, um outro modelo: claramente uma poderosa aeronave ou, quem sabe, um foguete a reação!

E ainda tem mais: aeronaves altamente aerodinâmicas dotadas de asas-delta não são privilégios das nossas modernas potências militares mundiais! Os sistemas de reação descritos no velhos e milenares textos são igualmente muito precisos, além de altamente funcionais! Um dos elementos empregados era o Mercúrio. Ou seja, se construirmos aeronaves mediante tais milenares especificações, elas realmente VOAM! Outro livro sagrado indiano, o Somar, ensina que: - "O carro aéreo tem o corpo durável, tendo mercúrio dentro e fogo ao fundo. Tem duas asas resplendentes e é impelido pelo ar. Voa nas regiões atmosféricas por grandes distâncias e pode transportar várias pessoas".

Mas, esses antigos textos também nos revelam que os tais "deuses" entraram em conflito em uma certa época, empregando nas suas escaramuças armas incrivelmente "modernas"! Voltemos ao DRONA PARVA (grifos nossos): - "Antigamente os valentes Asura tinham NO CÉU três cidades. Cada uma dessas cidades era excelente e grande. .... Quando entretanto as três cidades SE ENCONTRARAM NO FIRMAMENTO, Mahadeva atravessou-as com aquele terrível DARDO que consistia em TRÊS NÓS. Os Danava eram incapazes de olhar para aquele dardo inspirado pelo fogo de Yuga...." . Estamos claramente diante de descrição de medidas de defesa terra-ar mediante o emprego de MÍSSEIS - além, do mais dotados de três estágios!!!

O DRONA PARVA igualmente nos descreve o emprego de uma arma muito sinistra que lamentavelmente hoje em dia também nos é muito familiar: - "Numa ocasião, assaltado por Valadeva, Jarasandha , tomado de cólera, lançou para destruir-nos uma CLAVA capaz de matar todas as criaturas. Dotada do esplendor do fogo, aquela clava correu para nós DIVIDINDO O CÉU e com a impetuosidade do trovão. Vendo aquela maça correndo assim para nós, o filho de Rohimi arremessou A ARMA chamada Stunakarnma para frustrá-la. Com a força destruída pela energia da arma de Valdeva, essa clava CAIU NA TERRA, abrindo-a e fazendo as próprias montanhas tremerem".

Evidentemente um conflito nuclear, assim como podemos depreender dessa outra passagem: - "O valente Ashwatthamam, então, invocou a arma Agneya, a que os próprios deuses não podiam resistir. Densas nuvens de setas partiram do céu. Dotadas de chamas ardentes, caíam meteoros em fogo do firmamento. VENTOS NEFASTOS começaram a soprar. Os próprios elementos pareciam estar perturbados O Sol parecia girar em seu eixo; o Universo CRESTADO por vapores parecia estar com febre. Os elefantes e as alimárias da terra, CHAMUSCADOS PELA ENERGIA DAQUELA ARMA, corriam aterrados, arfando ruidosamente e desejosos de proteção contra aquela terrível força. Tendo a própria água sido aquecida também, as criaturas que viviam naquele elemento ficaram extremamente inquietas e pareciam queimar. Feridos e queimados por aquelas setas, todas dotadas da impetuosidade do trovão, os guerreiros hostis tombavam como árvores queimadas por um INCÊNDIO AVASSALADOR. Elefantes enormes, queimados por essa arma, caíam em toda parte, e outros, chamuscados pelo fogo, corriam para aqui e para lá, berrando aterrados. Os corcéis e os carros também queimados pela energia dessa arma pareciam como as copas de árvores queimadas num incêndio de floresta".Nada mais preciso do que isso para descrever uma detonação nuclear! Aliás, não só na Índia, mas assim como em outros lugares do planeta, existem tais vestígios. Mohenjo Daro, Harapa, Parhaspur, por exemplo, são antigas cidades indianas literalmente queimadas, vitrificadas, ainda hoje tornadas radioativas pelo infernal e sinistro fogo nuclear!

Nada, então, é mesmo novidade neste mundo! Certas peças arqueológicas presentes nas ruínas da Antiga Índia podem nos revelar coisas verdadeiramente espantosas e absolutamente surpreendentes. Observe, por exemplo, essa curiosa escultura que insiste em nos relembrar acerca de alguma coisa muito sugestiva.......

..... ISSO MESMO! Se você por acaso respondeu que lembra a estilização de uma BOMBA ATÔMICA moderna (foto), um artefato nuclear capaz de destruir uma cidade inteira assim como nos relatam os antiqüíssimos textos sânscritos, parabéns por que acertou em cheio!

Não há como se negar tudo isso! Mesmo hoje, e tal como no mais distante passado, os misteriosos "Carros Celestes", inclusive também sob as mais diversas formas, continuam furtivamente a percorrer os nossos céus.....

..... E são avistados em todos os quadrantes do mundo pelas mais idôneas testemunhas; freqüentemente rastreados nos escopos dos mais sofisticados radares militares e civis; e assim por diante, tornando-se, portanto, uma evidência impossível de ser contestada!

"TECNOLOGIA DOS DEUSES, Alta Tecnologia na Pré-história", tal como sugere a capa desse livro? SIM, como todas as evidências nos mostram, indiscutivelmente SIM! Os "deuses" distantes sempre retornam. E quem sabe uma disputa silenciosa travada entre eles ainda se desenrole? São muitas as naves; são diferentes os "carros celestes" e, conseqüentemente, também são diferentes os "deuses"..... Bem como as intenções daqueles que os tripulam. E quem sabe, algum dia, talvez nos seja concedida uma opção de escolha?

Pois, quem sabe os antigos "deuses", os benevolentes porém, não nos teriam abandonado totalmente? Todo o resplendente Universo, Obra Maravilhosa do Sempiterno Deus, pulula de inteligência e de vida. Não estamos sós; na verdade nunca estivemos. A maravilhosa esfera azulada em que vivemos é uma dádiva sublime da Criação, a qual através dos tempos pode mesmo, e em razão de todas as suas benesses, ter sido colonizada ou cobiçada - como também ferrenhamente disputada por outras inteligências muito superiores às humanas. Qual o elo maravilhoso que nos uniria às estrelas distantes? Honestamente, não devemos desprezar a imensa sabedoria do passado remoto. No Tibete os livros sagrados das Estâncias de Dzyan explicitamente revelam que os primeiros homens na Terra eram "FILHOS DE HOMENS CELESTES". Também na Bíblia, precisamente em Gênesis e antecedendo ao episódio de Noé e da sua Arca, há a revelação de que no princípio os "Filhos de Deus" se uniram às filhas dos homens gerando uma descendência que veio a povoar a Terra. É chegado, então, o tempo de abrirmos os nossos olhos, nos sintonizarmos com as grandes realidades que nos cercam, em busca da nossa origem, da nossa própria e verdadeira gênese, do elo maravilhoso que funde o passado com o presente e que finalmente nos conduzirá a um futuro radiante - à consecução do Verdadeiro Amor, o Amor Universal, de alma para alma, de ser para ser, de criatura para criatura; a união desde o Átomo à estrela mais distante, com todos os Seres Sensíveis que habitam a Inefável Criação de Deus! Precisamente como já ensinava a Sagrada Tradição Tibetana: - "Um Deus-Átomo dorme em cada pedra. Logo, desperta em cada planta. Move-se em um animal; pensa em cada homem e ama em cada Anjo. Por conseguinte, devemos tratar cada pedra como se fora um vegetal. A cada vegetal como um animal querido. A cada animal como um Ser Humano e a todo Ser Humano como a um Anjo".

Um comentário:

  1. Gostei muito de sua matéria, embora você tenha visto coisa demais nas artes indianas (aquele teto redondo é um teto mesmo do carro, e não um ovni). Mas não sabia da existência desse "desse "vimana" e desses textos antigos. Só aconselho a não tirar conclusões a respeito das coisas, pois a ciência faz muito isso, e frequentemente está enganada. Nem tudo o que parece é, e nem tudo o que dizem é fato. Abraços!!

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