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sábado, 7 de novembro de 2009

A PEDRA DA GÁVEA - ENIGMA

Luiza Becari, Viewzone

Entre São Conrado e a Barra da Tijuca no Rio de Janeiro, uma montanha legendária com a face de um gigante se eleva a uma altura de 842 metros acima do nível do mar. Quando o Brasil foi descoberto, os exploradores portugueses deram à pedra o nome de Gávea, porque era um observatório perfeito para Caravelas que chegavam. Mas a Pedra da Gávea, uma pedra enorme cercada por exuberante mata nativa, tem alimentado as fantasias tanto do público quanto dos historiadores durante séculos. Sua face parece uma figura esculpida, e há inscrições antigas em um de seus lados cujas origens foram discutidas durante anos, mas ninguém pode provar quem as fez e por que.

A Teoria da Tumba Fenícia:

De acordo com Pedro Lacaz do Amaral, um guia experiente da Live to Climb que escalou a pedra várias vezes, a Gávea é supostamente o sepulcro de um rei fenício. Para apoiar esta teoria, ele nos enviou recortes de revistas e jornais que cobriram as várias tentativas para descobrir tal sepultura e a real história atrás da lenda da Pedra da Gávea.

LAABHTEJBARRIDBNAISINEOFRUZT

A Exploração

Tudo começou no século XIX. Alguns " sinais " no lado da pedra chamaram a atenção do imperador, D. Pedro I. O pai dele, D. João VI, Rei de Portugal, já tinha recebido um relatório de um padre, que lhe falara sobre as marcas estranhas que já estavam lá em 1500, quando o Brasil foi descoberto. Em 1839 uma pesquisa oficial foi feita, e em 23 de março, em sua 8» seção extraordinária, o Instituto Geográfico e Histórico do Brasil decidiu que a Pedra da Gávea deveria ser analisada mais detalhadamente, e ordenou então o estudo local das inscrições. Uma comissão pequena foi formada para estudar a pedra, mas uns 130 anos depois, o jornal OGlobo questionou o êxito de tal trabalho, perguntando se eles realmente escalaram a pedra ou simplesmente estudaram-na usando binóculos. O relatório dado pelo grupo de pesquisa diz que eles " viram as inscrições e também algumas depressões feitas pela natureza ". Porém, qualquer um que vê essas marcas de perto concorda que nenhum fenômeno natural poderia ter causado a aparição dessas inscrições.

Depois do primeiro relatório, ninguém falou novamente oficialmente sobre a pedra até 1931, quando um grupo de excursionistas formou uma expedição para achar a tumba de um rei fenício que foi coroado em 856 A.C. Algumas escavações amadoras foram feitas sem resultados. Dois anos depois, em 1933, organizou-se em um clube de alpinistas do Rio uma expedição gigantesca com 85 alpinistas, que contou com a participação de Prof. Alfredo dos Anjos, um historiador que deu uma palestra no local sobre a " Cabeça do Imperador " e suas origens.

Em 20/1/1937 aquele mesmo clube organizou outra expedição, dessa vez com um número maior de participantes, e visaram explorar a face e os olhos da cabeça descendo do topo com cordas. Essa foi a primeira vez alguém explorou aquela parte da pedra depois dos benícios, se a lenda é verdadeira.

Em 1946, de acordo com um artigo escrito em 1956, o Centro de Excursionistas Brasileiros conquistaram a orelha à direita da cabeça, que fica situada em uma inclinação de 80 graus do chão e em um lugar muito difícil de alcançar. Qualquer infortúnio e seriam 20 metros de queda livre, e talvez fatal, para os alpinistas. Esta primeira escalada do lado ocidental, embora quase vertical, foi feita virtualmente "à unha". Na orelha há a entrada de uma gruta que conduz para uma caverna subterrânea longa e muito estreita, que vai por baixo até o outro lado da pedra.

Em 1972 alpinistas da Equipe Neblina escalaram o Paredão do Escaravelho na parede no lado oriental da cabeça, e cruzou com as inscrições que estão aproximadamente 30 metros abaixo do topo em um lugar de acesso muito difícil. Embora o Rio tenha uma taxa anual alta de chuva, as inscrições ainda estavam em boas condições. Em 1963 um arqueólogo e professor de idoneidade científica, Prof. Bernardo A. Silva Ramos, traduziu os escritos como:

LAABHTEJ    BAR    RIZDAB    NAISINEOF    RUZT

(ao contrário)
TZUR    FOENISIAN    BADZIR   RAB    JETHBAAL

Tyro Phoenicia, Primogênito Jethbaal .

Alguns dos Fatos que Conduziram às Muitas Histórias Sobre a Pedra:

  • A cabeça grande com dois olhos (não muito fundos e sem comunicação entre eles) e orelhas;
  • As pedras enormes no topo da cabeça que se assemelham a um tipo de coroa ou adorno;
  • Uma cavidade enorme na forma de um portal na parte nordeste da cabeça, que tem 15 metros de altura, 7 metros de largura e 2 metros de profundidade;
  • Um observatório na parte Sudeste na forma de um dolmen, contendo algumas figuras esculpidas;
  • Um ponto culminante, como uma pirâmide pequena, feita de um único bloco de pedra no topo da cabeça;
  • As famosas inscrições no lado da pedra;
  • Algumas outras inscrições pequenas que se assemelham a cobras, raios de sol e etc, situadas ao longo do topo da montanha;
  • O local de um suposto nariz, o qual teria caído há muito tempo.

Roldão Pires Brandão, o presidente da Associação Brasileira de Espeleologia e Pesquisa Arqueológica no Rio e um dos muitos fãs da Pedra disse: " é uma esfinge gravada em granito pelos Fenícios, que têm a face de um homem e o corpo de um animal deitado. O rabo deve ter caído por causa da ação do tempo. A pedra, vista de longe, tem a grandeza dos monumentos faraônicos, e reproduz em um de seus lados, a face severa de um patriarca ". (O Globo)

Sabe-se hoje que em 856 AC Badezir sucedeu ao seu pai no trono de Tyro. Seria a Pedra da Gávea a sepultura deste Rei? A foto seguinte mostra como a esfinge teria se parecido quando foi feita:

Foram encontrados outros vestígios em Niterói, Campos e Tijuca que sugerem que os fenícios realmente estiveram lá. Em uma Ilha na costa da Paraíba foram achadas pedras cíclopes e ruínas de um castelo antigo, com quartos enormes, corredores e passagens extensas. De acordo com alguns peritos, o castelo seria uma relíquia deixada pelos fenícios, embora há aqueles que refutem tais conclusões.

Robert Frank Marx, um arqueólogo americano, interessado em achar provas de navegação pré-colombiana dentro do Brasil, começou em outubro de 1982 uma série de mergulhos na baía de Guanabara. Ele quis achar um navio fenício afundado e provar que a costa brasileira foi, em tempos remotos, visitada por civilizações orientais. Embora ele não achasse tal embarcação, o que ele encontrou lá poderia ser considerado como um valioso tesouro.

Foram achados três vasos de cerâmica de origem fenícia, dos quais um permaneceu com José Roberto Teixeira, o mergulhador que achou os vasos, e os outros dois foram para a Marinha. Os objetos, com capacidade para 36 litros de conteúdo, estão sob a guarda do governo brasileiro em local secreto, e o seu achado só foi divulgado cerca de um ano depois.

3 comentários:

  1. Em moedas fenícias existem mapa-mundos na parte inferior das mesmas comprovando a existência da América. Numa delas consta o golfo do México perfeito, em outra, outra parte da America, ou seja eles já sabiam da existência deste continente. Os romanos também estiveram aqui deixando marcas através de painéis. Em Roma existe a estátua de um menino com um abacaxi na mão e a pintura mural de um homem comendo abacaxi, e em Pompéia descobriram um mural de um jantar com abacaxi na mesa.

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  2. Está num vídeo da internet o relato de um parapentista, enquanto subia a trilha para a Pedra da Gávea, sobre dois cientistas suíços acampados perto daquele colosso granítico que viram numa madrugada um enorme portal se abrir na face rochosa mostrando uma espécie de hangar para ufos onde circulavam alienígenas verdes. Segundo ele, os caras foram internados no manicômio de Jacarepaguá.

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  3. Uma pessoa espiritual assegurou-me que há habitantes no interior do Planeta. Não lhe perguntei sobre a possível ocacidade da Pedra da Gávea, conforme observada por dois cientistas suíços no século XX. Na Serra do Caparaó, MG, há, segundo ouvi dizer, uma entrada para Agharta. Enigmas permanentes...

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