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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

O MISTERIOSO DISCO DO PRÍNCIPE SABU

inexplicável

El Misterioso Disco del Príncipe Sabu - BIBLIOTECA PLEIADES
tradução: Carol Beck

LINK
: Enigma Extraterrestre - OS DROPA, MISTERIOSA ETNIA DE UMA TRIBO TIBETANA

A estranha "roda" de 5 mil anos encontrada na tumba do príncipe Sabu, do Egito. O formato, o material e o uso desconhecido fazem deste achado, um mistério, uma peça completamente deslocada em meio a objetos "de época'. Pode ser um volante de veículo, uma porta de escotilha. O problema é: volante e escotilha de qual veículo? DIR.: Bateria de Bagdá ― Iraque, encontrada em ruínas de 2 mil anos, em 1936. Um arqueólogo alemão concluiu que o pequeno pote de cerâmica era uma bateria elétrica. Outros artefatos semelhantes foram encontrados na região da Mesopotâmia.

No primeiro andar do Museu Egípcio do Cairo e entre as salas muito próximas da Sala das Múmias pode-se parar surpreendido diante de uma pequena vitrine de cristal. Ali está um objeto solitário parecido com uma roda. Este estranho objeto tem desconcertado e segue desconcertando a todos os egiptólogos que tiveram ocasião de estudá-lo detidamente. E o primeiro deles foi o seu descobridor, Brian Walter Emery, um dos mais importantes egiptólogos do século XX, autor do clássico da egiptologia, Egito Arcaico ― 1961, que segue constituindo, depois de muitos anos, uma referência bibliográfica para o estudo e compreensão das origens da Antiga Civilização Egípcia.

Realizando escavações no ano de 1936, na zona arqueológica de Sakkara, foi descoberta a Tumba do Príncipe Sabu, filho do faraó Adjuib, governante da I Dinastia (3.000 a.C.). Entre os utensílios extraídos do lugar do funeral,chamou poderosamente a atenção de B.Walter Emery um objeto que definiu, inicialmente, em sua dissertação sobre As Grandes Tumbas da I Dinastia, como: "...um recipiente com forma de uma bacia esquisita...".

Anos mais tarde, em sua obra citada anteriormente, Egito Arcaico, havia um comentário que veio resumir a realidade e a situação deste incomodo cachibache [badulaque, objeto sem serventia]: "...não há nenhuma explicação satisfatória sobre o curioso desenho deste objeto...".

Este utensílio a que se referia B. Walter Emery em suas informações, tem 61 centímetros de diâmetro, e 10,6 centímetros de altura na zona central. Sua construção é esquisita, numa rocha quebradiça e frágil, que requereu um entalhe muito trabalhoso. Sua forma se assemelha a de uma roda de volante de um carro côncavo, com uma espécie de três cortes ou pás curvas que lembram a hélice de um barco e, no centro desta, um orifício com um recorte que se sobressai como se fosse o receptor de um eixo roda ou de algum outro mecanismo desconhecido, disposto para girar.

Como bem é sabido por todos, a postura que mantém a egiptologia oficial a respeito da aparição e uso da roda por parte dos antigos egípcios é muito clara e não deixa dúvida. Sua introdução no Egito nos asseguram, foi durante a invasão dos Hicsos no final do Império Médio, 1.640 a.C., que a utilizaram, entre outras coisas, em seus carros de guerra, e era conhecida também nesse momento por outros povos do Oriente Médio.


OBJETOS ANTIGOS & INEXPLICÁVEIS

AS ESFERAS DE METAL PRÉ-CAMBRIANAS ― Na segunda metade do século XX, mineiros que trabalhavam na África do Sul descobriram misteriosas esferas de metal. Sua origem e utilidade são desconhecidas. Medindo 2,5 cm de diâmetro, algumas têm três meridianos entalhados na linha do equador. São dois tipos de esferas: um tipo feito de um sólido metal azul-escuro com reflexos brancos; o outro tipo é oco e preenchido com uma substância esponjosa e branca. Ocorre que estas pedras são período geológico Pré-Cambriano, datado em 2 bilhões e 800 milhões de anos!

OS DISCOS DE DROPA ― são milhares de discos de pedra, com cerca de 10,5 cm de diâmetro cada, São perfuradas no centro. Possui ranhuras circulares regulares em delicada espiral, como se fosse um um disco fonográfico pré-histórico. As peças têm entre 10 e 12 mil anos. Descobertos por uma expedição arqueológica, liderada pelo Dr. Chi-Pu-Tei, em 1938, nas montanhas de Baian-Kara-Ula, China, os discos estavam em cavernas que, aparentemente, foram ocupadas por uma estranha e antiga cultura. As espirais não são simples linhas concêntricas; são elaboradas composições feitas de minúsculos hieróglifos que contam uma história fantástica que fala de naves espaciais provenientes de um mundo distante. veículos que colidiram com as montanhas e eram pilotados por criaturas que chamavam a si mesmas de Dropa. Os discos podem ter pertencido aos descendentes dos Dropa, posto que são hieróglifos decodificáveis; descendentes que viveram naquelas cavernas. LINK: Enigma Extraterrestre - MISTERIOSA ETNIA DE UMA TRIBO TIBETANA

PEDRAS DE ICA ― Peru, no começo dos anos de 1930, o pai do arqueólogo Javier Cabrera descobriu centenas de pedras funerárias rituais em tumbas incas. Eram mais de 1 mil e 100 peças com idade estimada entre 500 e 1.500 anos. Ficaram conhecidas como Ica Stones (Pedras de Ica). Também neste caso as pedras possuíam entalhes do que poderia ser considerado, cenas do cotidiano, algumas com imagens eróticas, muito comuns naquela cultura; outras, mais intrigantes, possuem representações de cirurgias de coração, de peito aberto e transplantes de cérebro. As mais espantosas dessas pedras mostram figuras de dinossauros - brontossauros, triceraptors, estegossauros e pterossauros. Os céticos consideram as pedras uma farsa porém não há meio de comprovar, seja a fraude, seja a autenticidade.

A MÁQUINA DE ANTIKYTHERA
Artefato intrigante, essa máquina foi encontrada por mergulhadores, em 1900, na costa de Antikythera, uma pequena ilha a noroeste de Creta. Estava em meio a magníficas estátuas de bronze, remanescentes submarinos de um naufrágio, pertencentes a algum tipo de culto-cargo. A máquina, de bronze, corroída pelo tempo e pelas águas, é um mecanismo composto de muitas engrenagens circulares, rodas dentadas. Datada em 80 a.C., parece ser um astrolábio ou dispositivo astronômico semelhante. Submetida ao Raio-X, a máquina revelou-se muito mais complexa e sofisticada e apresenta uma tecnologia que sequer existia até 1975. Misteriosa, Antikythera é uma tecnologia que se perdeu.

BATERIA ELÉTRICA DE BAGDÁ
A primeira delas foi encontrada nas ruínas de um vilarejo em Parthian, Iraque, entre 248 a.C. e 226 d.C.[ilust. topo da página]. O dispositivo consiste em um pequeno vaso de cerâmica, cerca de 11 cm de altura; dentro do vaso, havia um cilindro ou bastâo de metal oxidado, fixado com asfalto. Especialistas concluíram que o objeto deveria, necessariamente ter estado, no passado, cheio de líquido ácido ou alcalino de tal modo a produzir carga elétrica. Posteriormente, outro objetos semelhantes, com idades diferentes, foram encontrados.ARTEFATO DE COSO

ARTEFATO DE COSO
No inverno de 1961, mineiros da Califórnia (USA) encontraram uma pedra, entre muitas outras que, a princípio parecia ser um geodo qualquer. Mas não era: oca, esta pedra foi aberta e dentro foi encontrado um objeto feito de porcelana branca encaixado em um recipiente hexagonal (seis lados). Através do centro, passava uma haste, um eixo de metal brilhante. Em uma das extremidades, uma mola minúscula. Especialistas que examinaram o artefato dataram-no em 500 mil anos. Tal como a máquina de Antikythera, ninguém sabe o quê é ou para que serve.

AEROMODELO: da AMÉRICA CENTRAL   1.000 ANOS DE IDADE   FEITO DE OURO
AVIÕES
Existem objetos do Egito Antigo e das culturas Pré-Colombianas da América Central que são demasiadamente semelhantes a aviões. Um deles foi encontrado na tumba de Saqquara - Egito, em 1898. Tem cerca de 13 com de comprimento, é feito de madeira e realmente parece um aeroplano, com fuselagem, causa e asas. Sua aerodinâmica é tão perfeita que, acredita-se, se fosse reconstituído, poderia voar. Na América Central, a nave, de mil anos de idade, é feita de ouro e pode ser facilmente confundida com um modelo de asa delta ou com um ônibus espacial [esq.].


ESFERAS GIGANTES DA COSTA RICA

Em 1930 trabalhadores de uma plantação de banana, encontraram uma dúzia de bolas de pedra,muitas delas eram perfeitamente esféricas. Os tamanhos variavam desde uma bola de tênis até outras com surpreendentes 2 m e 40 cm de diâmetro e pesando 16 toneladas. Até hoje Ninguém sabe quem fez essas esferas.

FÓSSEIS IMPOSSÍVEIS
Os fósseis como aprendemos na escola, aparecem nas pedras e que são formados ao longo de milhares de anos. Porém, existem fósseis que se encontram fora do senso histórico e geológico. Um fóssil de uma mão humana foi encontrado numa pedra de cal com aproximadamente 110 milhões de anos. Considerando também um dedo que foi achado no Canadá Ártico com datação semelhante, entre 100 e 110 milhões de anos; e mais, uma pegada humana, possivelmente usando sandália foi descoberta no Delta, Utah com 300 ou 600 milhões de anos.


METAL FORA DO LUGAR
Há 65 milhões de anos, os humanos não trabalhavam com metal. Então como a ciência explica semi-ovóides tubos de metal achados numa canoa de 65 milhões de anos do período Cretáceo na França? Em 1885, num bloco de carvão quebrado foi achado um cubo de metal obviamente trabalhado por mãos inteligentes. Depois em 1912, empregados de uma hidrelétrica se depararam com um pote de metal, um prego foi encontrado embebido num bloco de arenito da era Mesozóica.

The 10 Most Puzzling Ancient Artifacts IN ANCIENT X
tradução: Carol Beck

A pergunta é inevitável, se não é uma roda, que estranho objeto que apareceu na Tumba de um príncipe da I Dinastia, 1.400 anos antes da invasão dos Hicsos? Apesar da complexidade desse problema o tema desafia ainda mais os estudiosos técnicos e investigadores, impulsionados pelo estranho desenho do artefato. O também egiptólogo Cyril Aldred chegou à conclusão de que, independemente do que fosse, seu desenho correspondia sem dúvida, a uma reprodução de um objeto metálico anterior muito mais antigo.

De fato, esta roda apareceu na Tumba do Príncipe Sabu, junto com outros estranhos objetos de cobre ― praticamente o único metal que os egípcios conheciam naquela época. A dúvida nos assalta ao pensar como puderam desenhar um objeto tão delicado e tão complexo estruturalmente, feito há mais de 5.000 anos.

Uma estrutura que nos seus três estranhos cortes ou pás curvas, nos induz a pensar imediatamente na utilização desse artefato num meio liquido. Este detalhe, junto ao orifício sobressaliente na parte central, nos faz desconfiar também que pode ser uma pequena parte de algum mecanismo mais completo, preservado as graças a uma reprodução em pedra que por alguma desconhecida razão, realizou o artista (?, com algumas não menos desconhecidas ferramentas.

Porém, que mecanismos existiam há 5.000 anos no Vale do Nilo? Dentro da típica política dos arqueólogos e egiptólogos oficiais, este objeto não é mais que uma bandeja ou o pedestal de algum candelabro, com um desenho que é mera "casualidade". Também deve ser causalidade, que a esquema estrutural deste curioso objeto coincida com desenho de uma das peças da Companhia Lokheed de Mísseis Espaciais, desenvolvida para ser encaixada perfeita e hermeticamente dentro de uma caixa de motor cheio de lubrificante. Este objeto encontrado em uma tumba de Sakkara, com uma idade que no mínimo alcança os 5.000 anos, é mais um dos pequenos mistérios arqueológicos que não se encaixam em nenhuma teoria clássica.

MISTÉRIOS INEXPLICÁVEIS

Nessa foto, mais um bizarro fragmento recentemente encontrado em meio à devastação causado pelo suposto "meteoro" caído em Tunguska, Sibéria, no distante ano de 1908. Conforme vimos na página anterior, além de ter sido mantido em sigilo a descoberta de artefatos gravados com caracteres alienígenas, esse "fóssil", também encontrado no local, nos mostra o crânio de uma bizarra criatura - possivelmente um dos tripulantes da enorme ESPAÇONAVE ALIENÍGENA ali acidentada! E quem diz que realmente se tratava de uma espaçonave alienígena não somos nós, mas, sim, cientistas russos que agora finalmente já podem falar após a extinção da antiga União Soviética e o conseqüente fim da rigorosa censura oficial imposta pela KGB. (FOTO: The History Channel)

Nada de novo! Naves estranhas circulam mesmo desde um longo tempo pelos nossos céus! E também há mais de 100 anos atrás, este enorme UFO, provavelmente uma nave-mãe, foi fotografado em 1870 sobre o Monte Washington, New Hampshire. O quê teria, então, de especial nessa aparição?.....

Aparentemente nada, a não ser o nítido símbolo de uma cruz suástica estampado na sua estrutura - isso em uma época em que sequer o nazismo existia no mundo! A eventual explosão de uma misteriosa nave tal como essa, movida por forças desconhecidas e muito além da nossa imaginação, certamente causaria uma catástrofe semelhante à de Tunguska, cuja violência e danos equivaleram à detonação de uma moderna bomba nuclear dotada de uma potência de 40 megatons!

Tecnologias desconhecidas? SIM, elas de fato existem desde um longo tempo - e tanto lá "em cima" quanto aqui "em baixo" mesmo! E dentre um dos assuntos mais espantosos do Realismo Fantástico, quem não se lembra do chamado "Objeto de Coso"? Recordemos que se trata de um artefato altamente tecnológico e desconhecido, encontrado na Califórnia e profundamente encravado em um geodo cuja idade é de 500 mil anos, ou mais, recuados no nosso distante passado, denotando assim que nesses remotíssimos tempos seres muito evoluídos e altamente tecnológicos estiveram aqui no nosso planeta. Tal extemporâneo e inusitado artefato, evidentemente tendo pertencido a uma máquina qualquer e assemelhando-se a uma moderna vela de ignição, tem intrigado os pesquisadores uma vez que ainda não teve a sua verdadeira finalidade descoberta, porém....

.... Coube a um dos nossos estimados Visitantes nos alertar quanto a uma evidência, por sinal muito plausível, comparando o intrigante Objeto de Coso com.... (IMAGEM © Rosemount Inc)

.... UM MODERNO TRANSMISSOR DE NÍVEL DE RADAR, conforme esquemas de montagem dispostos no manual técnico que o nosso estimado Visitante também no enviou! (IMAGEM © Rosemount Inc)

Dotado de uma refinada tecnologia, ao centro do geodo de Coso, cortado, havia um cilindro perfeitamente circular de material muito duro, desconhecido e resistente, branco, que se assemelhava a porcelana. No centro desse cilindro, havia um CABO DE METAL LUMINOSO cuja espessura era de 2 milímetros. E esse cabo de metal se conectava a um artefato magnético, ao que tudo indica um artefato não mecânico, porém de natureza eletrônica!

Tudo muito semelhante, tudo muito idêntico! Tudo mesmo indicando que "coincidências" simplesmente não existem! (IMAGEM © Rosemount Inc)

Não que o misterioso Artefato de Coso tenha sido propriamente um transmissor de radar, porém as semelhanças tornam-se altamente "coincidentes", provando assim que não fomos os primeiros e que há mesmo nada de novo sob este Sol que nos aquece! (IMAGEM © Rosemount Inc)

Então, o quê acha você? Conforme demonstrado no moderno esquema técnico, um dispositivo desse tipo teria, da mesma forma, servido a uma finalidade altamente tecnológica e avançada... E isso há mais de 500 mil anos recuados no mais remoto e muito obscuro passado terrestre! O problema é saber QUEM exatamente manipulava, e principalmente DE ONDE teria vindo tal tecnologia nesses distantes tempos! (IMAGEM © Rosemount Inc)

As respostas são muito evidentes, porém algumas delas nos são reveladas de um modo metafórico, bastando apenas saber enxergar e interpretar. Esse milenar mural egípcio, por exemplo, nos mostra a representação de uma divindade subjugando uma estranha criatura humanóide. Nesse particular, os livros religiosos sagrados, TODOS eles - igualmente muito metafóricos, porém históricos - nos falam a respeito de uma certa guerra ocorrida no céu e também na Terra. Ou seja, uma disputa travada há muito tempo pelo domínio e pela supremacia no nosso planeta - uma disputa evidentemente ocorrida entre os "deuses" benéficos e os maléficos - em outras palavras, envolvendo SERES ALIENÍGENAS, ou travada entre os habitantes de antigas civilizações continentais terrestres.

Aqui, um outro Raio-X, mais detalhado, da estrutura do estranho Objeto de Coso - evidentemente fruto de uma alta tecnologia advinda de um distante e muito esquecido passado. NADA, absolutamente NADA, portanto, impede que o nosso planeta tenha abrigado nesses remotos tempos avançadíssimas civilizações, as quais, por uma desconhecida razão qualquer, tenham sido destruídas, delas nada mais restando senão do que meros vestígios espalhados por aqui e acolá. As Antigas Tradições nos falam sobre Atlântida, Lemúria, e quem sabe muitas outras culturas de origens diversas aqui estabelecidas, todas, porém, dotadas de avançada tecnologia e de formas de progresso evolutivo situados para muito além da nossa imaginação.

Uma vez que tudo atesta isso! Como, por exemplo, certas imagens inegáveis, indiscutíveis; muito distantes - silentes porém altamente expressivas - espalhadas pelas mais diversas ruínas das antigas civilizações conhecidas, retratando uma herança muito mais antiga e todavia esquecida, toda ela revestida de fantásticas tecnologias que um dia povoaram a face da Terra. Tecnologias que somente agora, NÓS, os que herdamos a Terra, ainda uma vez e perigosamente começamos a redescobrir e a empregar.

Não há mesmo nada de novo sob o Sol! O conceituado The History Channel, que corajosa e abertamente ousa divulgar certas coisas que muitos escondem, recentemente editou uma série de documentários denominada "Antigas Descobertas", mostrando que alguns cientistas dotados de mentes mais abertas finalmente já reconhecem e comprovam que no nosso mais distante e perdido passado existiram, de fato, supreendentes tecnologias tais como motores a reação; artefatos semelhantes aos nossos modernos chips; como também armas dotadas de potências devastadoras - provando, assim, a veracidade de uma Antiga Lei Hermética: - O passado sempre retorna! Que tudo aquilo que FOI, será novamente - enfim, provando que tudo aquilo que agora É, não passa de uma simples redescoberta! (IMAGENS: © The History Channel)

- "Imaginamos nossa alta tecnologia da idade do jato como um impossível evento para aqueles que viveram duas gerações atrás, porém essa série explora a insólita tecnologia do mundo clássico e pergunta por que, com todos esses incríveis dispositivos, a Revolução Industrial não aconteceu há dois mil anos mais cedo. Dos computadores às cirurgias cerebrais isso já era feito vários séculos antes". - diz a introdução da excelente série do History Channel. É apenas a mesma pergunta que aflige os espíritos mais lúcidos e racionais da nossa humanidade! Sim, pois existem fortes evidências de que em um período situado entre 13 a 15 mil anos atrás, a Terra abrigou muitas culturas e cidades avançadas, habitadas por milhões de cidadãos. Uma catástrofe global literalmente "queimou" todo o planeta, incinerando continentes e inúmeras áreas de metrópoles. Por fim, cidades inteiras e continentes foram tragados pelo mar! Anátema justificado: pois, a perversão do Átomo é a blasfêmia cristalizada - uma apostasia à Criação - pois todo o Universo é Atômico, todo o Universo é Deus! (IMAGEM: © The History Channel)

Uma guerra no mais remoto passado que destruiu tudo, fechando as portas do tempo para avançadas civilizações? Nada de tão estranho nisso, pois, como também sabemos, existem outras formas de distantes tecnologias, soterradas, quem sabe, por durante milênios sem conta, assim surgindo do passado tal como fantasmas benéficos que, em última análise, relembrando a natureza sempre cíclica da História, desesperadamente insistem em advertir a nossa tresloucada civilização.... Uma humanidade pouco humana, materialista e tecnológica, que cada vez mais caminha aos tropeções para o caos final, e prestes a cometer os mesmos letais e perigosos erros do passado!

Advertências, portanto, não faltam! Mas há, contudo, outras advertências bem mais recentes, e nem por isso menos expressivas! Como toda a obra do notável cineasta James Cameron, o excelente filme O EXTERMINADOR DO FUTURO 2 também nos coloca diante dessas graves advertências. Nessa filme, a quase totalidade da nossa humanidade é destruída pelas próprias máquinas que criou, as quais um dia se tornaram conscientes e altamente inteligentes, livrando-se assim dos seus criadores mediante uma catástrofe nuclear generalizada e em grande escala, por elas mesmas gerada, assumindo assim o total controle do planeta e, por fim, tentando destruir os últimos focos remanescentes da resistência humana. (IMAGEM: © StudioCanal Image)

O filme, porém, vai mais longe ao mostrar a muito real (e hoje já admitida pela Ciência) possibilidade das viagens através do tempo, quando, em um futuro devastado, um líder da resistência humana envia ao passado um cyborg destinado a proteger ELE MESMO quando criança para que não seja eliminado por um outro ser cibernético também enviado pelas máquinas ao nosso tempo para matá-lo e, assim, evitar que ela venha a existir nesse futuro sombrio, quando enfrentará essas tais máquinas assassinas, tiranas e dominadoras do planeta. (IMAGEM: © StudioCanal Image)

O filme, por outro lado, nos demonstra com imagens expressivamentes fortes e realistas como seria uma destruição nuclear generalizada e em ampla escala, a ponto de destruir de um só golpe quase toda a humanidade. (IMAGEM: © StudioCanal Image)

pois, é exatamente ISSO que viria a acontecer com todas as nossas grandes cidades, quando as ondas de choque dessas explosões nucleares implacavelmente varreriam todos os vestígios da nossa civilização! (IMAGEM: © StudioCanal Image)

E seria exatamente ISSO que aconteceria com os seres humanos, literalmente volatilizados pela fúria sinistra dessas violentas ondas e pulsos de choque. (IMAGEM: © StudioCanal Image)

Nada mais, então, restaria de nós e de todo o orgulho da nossa civilização a não ser escombros fulminados..... (IMAGEM: © StudioCanal Image)

...... Escombros fulminados que com o decorrer do tempo inevitavelmente se transformariam em pó, impiedosamente apagando todos os traços do progresso de uma civilização que se perpetuou por vários milênios, abusando, porém, e assim como metaforicamente nos relatam os Livros Sagrados, da perigosa Árvore da Ciência do Bem e do Mal! (IMAGEM: © StudioCanal Image)

Tudo muito semelhante, tudo muito assustador - tal como aconteceu em Hiroshima, em 1945, quando toda a cidade foi volatilizada pela detonação a 600 metros de altitude da primeira arma nuclear empregada pela humanidade.....

..... Tudo mesmo muito semelhante, tudo mesmo terrivelmente assustador, pois foi somente ISSO que veio a restar de toda a população daquela cidade japonesa. Os poucos sobreviventes, precisamente aqueles residentes nas áreas mais afastadas, tiveram os seus corpos carcomidos pelo câncer e pela letal, insidiosa e sinistra radioatividade da bomba. E isso aconteceu somente em uma área, relativamente pequena e setorizada, empregando um artefato nuclear que hoje pode ser comparado a um ridículo "fósforo" diante do moderno arsenal de bombas nucleares armazenado em diversos países - infinitamente mais potentes e capazes de destruir todo o planeta por dezenas de vezes se eventualmente detonadas! E os mais Antigos Registros nos dizem que foi EXATAMENTE ALGO SEMELHANTE, muito possivelmente um holocausto nuclear, que destruiu todas as antigas e perdidas civilizações de um distante passado terrestre!.....

..... E uma ameaça que ainda hoje se repete, tal como um fantasma, dessa feita maléfico, que retorna, pairando sobre as nossas desmioladas cabeças! Hoje, quase todos os países possuem os seus arsenais nucleares, alguns deles quase que dividos em fragmentos perigosamente autônomos, isolados de um poder central, como, por exemplo, é o caso das atuais repúblicas que restaram da extinção da União Soviética, cada uma delas com os seus respectivos chefes militares e as suas armas atômicas, estocadas desde um longo tempo. Há, também, o risco do terrorismo mundial e de alguns países que o apóiam, todos capazes de repentinamente causar uma grande conflagração em escala mundial, a qual dessa vez representará o fim da nossa espécie e, talvez, do próprio planeta. Há rumores de que a antiga União Soviética manteria no Pólo Norte a chamada "Bomba do Juízo Final", a mãe de todas as bombas, colocada em um silo estratégico e destinada a acabar COM TUDO se acaso esse país viesse a perder uma eventual guerra nuclear. Uma detonação desse tipo, além de abalar o já combalido eixo terrestre, ocasionaria maremotos, terremotos e catástrofes como nunca antes vistos e em ampla escala, transformando assim todo o planeta em uma nova Atlântida, interditando assim os portais do tempo para a nossa pervertida espécie!

FORBIDDEN HISTORY - A História Proibida, estampa a capa desse livro. Sim, sem dúvida, somos os cegos e os pouco zelosos guardiães de uma História oculta, trágica e proibida. E não há qualquer ficção nisso! Uma História cujo velho enredo, de maneira tímida porém resolutamente, já começa a se revelar diante dos nossos teimosos olhos - olhos teimosos que se recusam a ver! Uma História que, de maneira cíclica e avassaladora, poderá vir a se repetir mais dia menos dia, e quando menos se espera. Uma vez que não há mais dúvidas de que o homem lamentavelmente cavou a sua própria sepultura, impiedosamente devastando a sua própria morada e violando a Sagrada Essência do Éter Universal com a deflagração das suas guerras e a utilização sempre crescente das suas nefastas armas. Assim, através da inflexível Lei do Carma, a qual incide, e atinge, não somente as pessoas como também as nações, e tal como ocorrera outrora, tudo isso redundará na inevitável cobrança de uma dívida terrível. Pois, a História trágica da nossa assim chamada "civilização", tristemente nos demonstra que NENHUMA arma criada pelo homem jamais deixou de ser empregada contra os seus semelhantes. Uma Terceira Guerra Mundial, que inevitavelmente será a ÚLTIMA, já é ardilosamente tramada por certos setores obscuros. Em contrapartida, e também TAL COMO OCORREU OUTRORA, a própria Natureza já se revolta contra a espécie predadora que se arrasta, assim como uma doença, malévola e daninha, pela sua abençoada superfície. Águas de Profundezas, cujas ondas de rebentação e cujas vagas novamente investem sobre nós! Não passamos, portanto, de atônitos espectadores das conseqüências inevitáveis que já se prenunciam. Só nos resta, então, orar e vigiar. E suplicar que Deus, o Derradeiro Refúgio e a Derradeira Fortaleza dos fracos, dos inocentes e dos oprimidos, tenha piedade de nós e dos nossos filhos!

João XXIII foi contactado por seres extraterretres.

EL GRÁFICO S.S. -
por Yohanan Díaz Vargas
Em 2008, o diretor do Observatório do Vaticano, José Gabriel Funes, em entrevista com o jornal LÓbservatorie Romano, afirmou que "Deus pôde ter criado vida inteligente em outras partes do universo e inclusive poderiam ser nossos irmãos", declarações que em matéria de minutos deram a volta ao mundo.
Um dos antecedentes disto foi o publicado em 1985 pelo jornal inglês SUN e semanas depois reproduzido por um rotativo estadounidense em 23 de julho de 1985, onde se assegurava que o Papa João XXIII, a quem se lhe creditam milhares de fatos milagrosos em curas de doenças em todo mundo, teve vários encontros com seres extraterrestres. Um deles muito especial e bem documentado, teve lugar na residência veraniega de Castell Gandolfo, em 1961. Segundo declarou um dos assistentes papales. “Era de forma oval e tinha luzes intermitentes azuis e âmbar. A nave pareceu sobrevoar nossas cabeças, depois aterrou sobre a grama no lado sul do jardim. Um estranho ser saiu da nave; parecia um humano a exceção de que estava rodeado de uma luz dourada e tinha orelhas alongadas. Sua Santidade e eu nos ajoelhamos. Não sabíamos o que estávamos vendo. Mas soubemos que não era deste mundo, portanto devia ser um acontecimento celestial."
NÃO CAUSOU REAÇÃO NESSE MOMENTO

O Santo Pai levantou-se e caminhou para o ser. Os dois estiveram de 15 a 20 minutos, pareciam falar intensamente. Eles não me chamaram, de modo que permaneci onde estava e não pude ouvir nada do que falaram. O ser deu a volta e caminhou para sua nave, em seguida marchou. O Sumo pontífice dirigiu-se para mim e me disse: Os filhos de Deus estão em todas partes; algumas vezes temos dificuldade em reconhecer a nossos próprios irmãos”. Nesse momento esta nota não causou nenhuma reação e foi retomada em 2007 em um congresso do fenómeno OVNI no Peru pelo Bispo para Centroamérica da Igreja Católica Ecumênica de Jesus Cristo, Higinio Asas Gómez.

DIFICULDADE EM RECONHECER A NOSSOS IRMÃOS

Em 23 de maio de 1963 anunciou-se que o Papa padecia de cancro de estômago. Em uma semana posterior Angelo Giuseppe Roncalli morreu em Roma. O Papa não quis se deixar operar temendo que o rumo do Concilio Vaticano II, que se desenvolvia nesses momentos, se enfocara por outro caminho. João XXIII morreu sem ver concluída sua obra, a que ele mesmo considerava "A Posta ao dia da Igreja". Monsenhor Higinio Asas em entrevista telefônica com O Gráfico assegurou que “ante o leito de morte lhe perguntou sobre seu encontro e contestou que isso ele levava em seu coração”. O religioso assegurou que “na memória de milhares de pessoas, este Pontífice é recordado como o ‘Papa bom’ e é também honrado por muitas organizações protestantes como um reformador cristão”. Disse que “o encontro do Santo Pai com seres não humanos, sendo verdadeiro, abriu sua mentalidade”.
No livro “As Profecias do Papa Juan XXIII” do escritor italiano, Pier Carpi, lê-se: “As luzes do Céu serão vermelhas, azuis e verdes, e velozes. Crescerão. Alguém vem de longe. Quer conhecer aos homens da terra. Já tem tido encontros. Mas quem viu realmente tem guardado silêncio”. Sua Santidade João XXIII foi beatificado por João Paulo II em 3 de setembro de 2000 e quando foi exumado no ano 2000 se encontrou seu corpo em estado incorrupto. Seus restos descansam na Basílica de São Pedro.
Ouça a entrevista: ((( Monseñor HIGINIO ALAS GÓMEZ )))

Fonte:

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

HÁ MUITAS MORADAS NA CASA DE MEU PAI

Renato Costa

(rsncosta@terra.com.br)



“Não se turbe o vosso coração. - Credes em Deus, crede também em mim. Há muitas moradas na casa de meu Pai; se assim não fosse, já eu vo-lo teria dito, pois me vou para vos preparar o lugar. - Depois que me tenha ido e que vos houver preparado o lugar, voltarei e vos retirarei para mim, a fim de que onde eu estiver, também vós aí estejais.” (S. JOÃO, Cap. XIV, vv. 1 a 3.)

Interpretando a mensagem do Mestre à Luz da Doutrina Espírita, sabemos que “A Casa do Pai” é o Universo, a Criação e que “As Muitas Moradas” são Os Diferentes Estados da Alma na Erraticidade ou Os Diferentes Mundos Habitados.

OS DIFERENTES ESTADOS DA ALMA NA ERRATICIDADE

“Independente da diversidade dos mundos, essas palavras de Jesus também podem referir-se ao ... estado venturoso ou desgraçado do Espírito na erraticidade. Conforme se ache este mais ou menos depurado e desprendido dos laços materiais, variarão ao infinito o meio em que ele se encontre, o aspecto das coisas, as sensações que experimente, as percepções que tenha. Enquanto uns não se podem afastar da esfera onde viveram, outros se elevam e percorrem o espaço e os mundos; enquanto alguns Espíritos culpados erram nas trevas, os bem-aventurados gozam de resplendente claridade e do espetáculo sublime do Infinito; finalmente, enquanto o mau, atormentado de remorsos e pesares, muitas vezes insulado, sem consolação, separado dos que constituíam objeto de suas afeições, pena sob o guante dos sofrimentos morais, o justo, em convívio com aqueles a quem ama, frui as delícias de uma felicidade indizível. Também nisso, portanto, há muitas moradas, embora não circunscritas, nem localizadas”. (ESE Cap. III, 2)

Manoel P. de Miranda descreve as dimensões espirituais da seguinte forma, em Temas de Vida e Morte, obra psicografada por Divaldo Franco:

“Certa estranheza invade muitos leitores e pessoas desinformadas a respeito da vida espiritual, quando tomam conhecimento da estrutura e da constituição do mundo parafísico, bem como da sociedade onde se movimentam os sobreviventes ao túmulo.

Acostumados às notícias da teologia ortodoxa apresentada pelas religiões que estabeleceram regiões estanques para os Espíritos, quando vencida e superada essa crença armaram-se de cepticismo, às vezes inconscientemente, em tomo da organização e do modus vivendi dos que se libertaram do corpo, mas não saíram da Vida.

Um pouco de reflexão basta para contribuir de maneira positiva em favor do entendimento da vida e de sua continuidade um passo além do túmulo.

Na Terra mesma, interpenetram-se vibrações e movimentam-se incontáveis expressões de vida, sem que o homem disso se dê conta.

Ondas de freqüência variada cortam os espaços terrestres, carregadas de mensagens somente percebidas quando necessariamente transformadas em som e imagem por aparelhos especiais.

Raios de constituição diferente rompem os campos vibratórios em torno do planeta, auxiliando, estimulando e transformando os fenômenos biológicos sem que se possa percebê-los, senão através dos seus efeitos ou quando captados por equipamentos próprios.

A Vida espiritual não é, conforme alguns pensam, semelhante à física ou cópia dela. Ocorre exatamente o contrário, sendo a terrena um símile imperfeito daquela que lhe é causal, preexistente e sobrevivente.

Liberada da matéria densa, a alma não se transfere para regiões excelsas de imediato.

Há toda uma escala de valores a conquistar.

Os Espíritos vivem fora do corpo em conglomerados próprios, em sociedade mais harmônica ou mais atormentada, de acordo com o grau da evolução que os reúne por automatismo da afinidade vibratória, que decorre da identidade moral que os retém em campos de igual densidade de onda.

Sendo o pensamento a força criadora, é natural que este construa os recintos para habitação e instale, em nome do Pai, programas de ação que facultam os meios de crescimento para o Espírito, na direção dos mundos felizes, cuja constituição superior a nós nos escapa.

Nas faixas mais próximas da Terra, a vida se apresenta semelhante ao que se conhece no planeta, facilitando a adaptação para os recém-chegados e propiciando mais fácil intercâmbio com aqueles que estão instalados na matéria densa.

Conforme sucede no mundo objetivo, há uma escala de progresso cultura e moral cujos valores partem das manifestações mais primárias até os índices mais elevados.

Conseqüentemente, há núcleos que refletem as condições sócio-morais, sócio-econômicas, sócio-culturais dos seus habitantes, desde choças e fiarias até habitações saudáveis, belas e confortáveis...

As moradas do Além igualmente variam em densidade vibratória correspondente àqueles que as vêm habitar, felizes e liberados, ou noutras onde se demoram a dor, as misérias morais e as condições de insalubridade, todas elas em caráter sempre transitórios.

Em todo lugar, todavia, apresenta-se a misericórdia e o socorro do Pai, ao alcance de quem deseja progredir e ser ditoso, na faixa vibratória em que estacione.

Igualmente, convém considerar que urbanistas e engenheiros, cientistas e legisladores levam para a Terra as lembranças dos planos onde residiam e a eles retornam, periodicamente, através do parcial desdobramento pelo sono, acentuando lembranças que depois materializam em projetos e edificações avançados.

A ascensão dos seres somente ocorre mediante conquistas intransferíveis através do trabalho, método seguro para a aquisição da plenitude.

Movimentando, portanto, as energias cósmicas presentes no Universo, os Espíritos plasmam os seus Círculos de realização, nos quais estagiam entre uma e outra reencarnação, galgando Esferas que se apresentam em graus de evolução quase infinita.

‘Na Casa do Pai - disse Jesus - há muitas moradas’, não somente nos astros luminíferos que gravitam nos espaços siderais, mas também, em torno deles, como estações intermediárias entre uns e outros mundos que pulsam nas galáxias, glorificando a Criação”.

Além dessa mensagem, Manoel P. Miranda escreveu sobre o assunto uma outra mais extensa e que pode ser encontrada na obra Sob a Proteção de Deus, edição de mensagens ditadas por vários espíritos e psicografadas por Divaldo Franco.

O panorama mais completo e detalhado das dimensões espirituais já publicado consiste, sem sombra de dúvida, da portentosa série André Luiz, psicografada por Chico Xavier.

OS DIFERENTES MUNDOS HABITADOS

Diferentes Categorias dos Mundos Habitados

· Mundos Primitivos: destinados às primeiras encarnações e experiências da alma humana.

· Mundos de Expiação e Provas: Nesses mundos, o mal predomina. Os Espíritos aí encarnam para prosseguir na sua evolução, passando por provas e expiações, decorrentes de seu processo de aprendizado evolutivo. Dentre os Espíritos que encarnam em um mundo de provas e expiações há os que acabaram de sair da infância evolutiva, vindos de um mundo primitivo, os que se demoram no aprendizado, precisando de inúmeras reencarnações para aprender cada lição evolutiva e os “degredados” de outros mundos, “de onde foram excluídos em conseqüência da sua obstinação no mal e por se haverem constituído, em tais mundos, causa de perturbação para os bons.”

· Mundos de Regeneração: Onde a alma penitente encontra a calma e o repouso e acaba por depurar-se. O Espírito ainda se acha sujeito às leis que regem a matéria; experimentando as mesmas sensações e desejos, mas liberta das paixões desordenadas e dos vícios. O amor e o reconhecimento de Deus predominam e o esforço evolutivo é constante. Ainda suportam provas, pois são essas não mais que mecanismos de ensino necessários à evolução. Sendo o Espírito ainda falível, no entanto, ocorre de alguns recaírem no erro, fazendo com que voltem aos mundos de provas e expiações para aprenderem pelo método mais árido aquilo que pelo bem recusaram aprender no ambiente de amor e paz.

· Mundos Ditosos ou Felizes: onde o bem sobrepuja o mal. A felicidade predomina.

· Mundos Celestes ou Divinos: habitação dos Espíritos mais evoluídos, onde reina exclusivamente o bem e o conhecimento da verdade.

Dois Exercícios de Comparação

1 - Entender a pluralidade dos mundos habitados como uma imensa cadeia escolar, cobrindo da creche à pós-graduação. É lícito aos alunos repetir o ano quantas vezes for necessário, mudar de professor, de unidade, de método pedagógico, conforme demandar o seu aprendizado.

2 - À luz da Escala Espírita, tentar imaginar qual deve ser a classe de Espíritos predominante em cada mundo

Categoria de Mundo

Progresso Acadêmico

Classes Predominantes de Espíritos

Primitivo

Educação Infantil

7a classe:

Espíritos Neutros.

Provas e Expiações

Ensino Fundamental

6a, 7a, 8a e 9a classes:

Espíritos Perturbadores,

Neutros, Pseudo-sábios,

Levianos e Impuros.

Regeneradores

Ensino Médio

4a e 5a classes:

Espíritos Sábios e Benévolos.

Ditosos ou Felizes

Curso Superior

2a e 3a classes:

Espíritos de Sabedoria e Superiores.

Celestes ou Divinos

Pós Graduação

1a classe:

Espíritos Puros.

Progressão dos Mundos

Diz Santo Agostinho (ESE Cap. III, 19):

“... Ao mesmo tempo em que todos os seres vivos progridem moralmente, progridem materialmente os mundos em que eles habitam. Quem pudesse acompanhar um mundo em suas diferentes fases, desde o instante em que se aglomeraram os primeiros átomos destinados e constituí-lo, vê-lo-ia a percorrer uma escala incessantemente progressiva, mas de degraus imperceptíveis para cada geração, e a oferecer aos seus habitantes uma morada cada vez mais agradável, à medida que eles próprios avançam na senda do progresso. Marcham assim, paralelamente, o progresso do homem, o dos animais, seus auxiliares, o dos vegetais e o da habitação, porquanto nada em a Natureza permanece estacionário. Quão grandiosa é essa idéia e digna da majestade do Criador! Quanto, ao contrário, é mesquinha e indigna do seu poder a que concentra a sua solicitude e a sua providência no imperceptível grão de areia, que é a Terra, e restringe a Humanidade aos poucos homens que a habitam!...”

Mundos Transitórios

Em O Livro dos Espíritos (Parte 2, 234-236), os Espíritos nos ensinam sobre uma outra categoria de Mundos, estes não habitados, intitulada de Mundos Transitórios.

“Sim, há mundos particularmente destinados aos seres errantes, mundos que lhes podem servir de habitação temporária, espécies de bivaques, de campos onde descansem de uma demasiadamente longa erraticidade, estado este sempre um tanto penoso. São, entre os outros mundos, posições intermédias, graduadas de acordo com a natureza dos Espíritos que a elas podem ter acesso e onde eles gozam de maior ou menor bem-estar.”

“Os que vão a tais mundos levam o objetivo de se instruírem e de poderem mais facilmente obter permissão para passar a outros lugares melhores e chegar à perfeição que os eleitos atingem.”

Perguntados se tais mundos seriam habitados por seres corpóreos, encarnados, os Espíritos esclarecem:

“Não, estéril é neles a superfície. Os que os habitam de nada precisam.”

Falando sobre a Terra, os Espíritos informam que a Terra já foi um mundo Transitório, quando estava em formação, isto é, antes de ser mundo Primitivo, quando recebeu os ancestrais do Homem.

Algumas Considerações Sobre os Mundos Transitórios

Segundo nos informam os Espíritos na resposta à Questão 224 de O Livro dos Espíritos, Espírito errante é todo Espírito que ainda não alcançou a perfeição e se encontra nas dimensões espirituais, entre uma encarnação e a seguinte. Dentre os que ficam por tempos mais longos nas dimensões espirituais, um grupo nos interessa de forma particular, qual seja, o de Espíritos que “pedem que ela (a permanência) se prolongue, a fim de continuarem estudos que só na condição de Espírito livre podem efetuar-se com proveito”.

Se os Espíritos que procuram descanso nos Mundos transitórios não precisam de nada material, se estão lá por sua própria vontade e autorizados para tal, para se instruírem e passarem para mundos melhores, é válido depreender que se trata de Espíritos da 5a classe ou superior. Se, por outro lado, eles precisam de tais mundos para descansar de uma longa erraticidade, se se cansam nas dimensões espirituais, é porque ainda sentem falta da matéria, apesar de não precisarem propriamente dela. São, portanto, Espíritos esforçados, bem-intencionados, mas que ainda sofrem a influência da matéria, por menor que seja o que significa não se tratarem de Espíritos Puros. Depreende-se daí que existem mundos transitórios para Espíritos das classes 5, 4, 3 e 2, em graus crescentes de sutileza.

A Ciência e a Pluralidade dos Mundos Habitados

A Teoria de Oparin e a Busca de Oceanos no Sistema Solar

Fiel ao seu princípio de somente investigar aquilo que consegue modelar e testar em laboratório, a busca de vida em outros planetas que vem sendo empreendida pela Ciência, parte de uma teoria comprovada chamada de Teoria de Oparin, em homenagem ao cientista russo que a idealizou.

Diz a Teoria de Oparin que a Terra no passado foi muito diferente do que ela é hoje, sendo que sua constituição básica há 3,5 bilhões de anos atrás eram três compostos, hidrogênio, amônia e metano, que, em conjunto, forneciam os elementos básicos necessários da Terra primitiva, nitrogênio, carbono e hidrogênio. Faltava apenas mais um ingrediente, o oxigênio, que, segundo Oparin, veio do vapor d'água liberado pelos incontáveis vulcões que havia no passado. (10% dos gases liberado por vulcões é vapor d'água). Além da constituição da Terra primitiva ser diferente da atual, a Terra foi bem mais quente quando se formava do que é hoje. Por ainda não possuir a camada de ozônio, ela esteve sujeita à ação de raios ultravioletas que, quando se misturavam com as descargas elétricas (raios), possibilitaram a ocorrência de reações químicas com os elementos básicos, surgindo assim os primeiros aminoácidos (constituinte primário das proteínas).

A teoria de Oparin foi testada por Miller em laboratório no ano de 1953. Ele colocou, dentro de um balão de vidro, metano, amônia, hidrogênio e vapor d'água, que foram extensivamente aquecidos e sofreram a ação de centelhas elétricas. Tudo isto simulou as condições da Terra primitiva. Após alguns dias de espera ele viu aminoácidos se formarem, confirmando a teoria de Oparin.

Bem, se a Teoria de Oparin não provou como a vida se formou na Terra, pelo menos, ofereceu uma hipótese válida – comprovada - de como ela pode ter surgido, dando à Ciência uma Teoria para prospectar a vida em outros planetas. E é isso que ela vem fazendo.

Dentre os corpos do nosso Sistema Solar, aqueles que têm despertado atenção dos pesquisadores são o planeta Marte, Europa, uma das luas de Júpiter, e Titã, uma das luas de Saturno.

O mais curioso nessa busca da Ciência é que ela busca oceanos, água líquida, e não o vapor d’água que a Teoria de Oparin disse ser necessário.

Investigando Marte por missões espaciais não tripuladas, a ciência humana sabe hoje que o nosso vizinho só possui água na forma de gelo e dióxido de carbono nas suas calotas polares. Acredita-se que boa parte da água, toda a que possa ter existido na forma líquida em sua superfície, se tenha evaporado à medida que a atmosfera se foi atenuando e a superfície se tornava mais quente. Persiste o interesse em descobrir se existe alguma forma de vida sobrevivente sob o gelo polar.

Europa é uma das maiores luas de Júpiter e é um corpo totalmente recoberto de gelo. A última sonda espacial que chegou perto de Europa constatou o que parece ser gigantescos icebergs se movimentando na superfície daquela lua, o que sugere haver nela um oceano, onde esses icebergs flutuam e se deslocam. Uma nova sonda deve se lançada nos próximos anos, com o intuito de mergulhar nesse oceano e sondar suas profundezas.

Titã é o maior satélite de Saturno. Apesar de estar envolto em uma espessa atmosfera, os instrumentos que sondaram sua composição revelaram que essa lua possui condições idênticas às previstas por Oparin, ou seja, metano, nitrogênio em abundância, hidrogênio e vapor d’água. Já existe uma missão espacial a caminho de Titã e que deverá chegar ao satélite em 2004, adentrando sua atmosfera e revelando o que ela esconde.

A Vida em Marte e a Vida em Saturno,

segundo Maria João de Deus

Em Cartas de Uma Morta, Chico Xavier psicografou várias mensagens de sua querida mãezinha, uma delas falando da vida em Saturno e, outra, da vida em Marte.

Em ambas as descrições, Maria João informa serem os Espíritos habitantes em tais planetas, seres de grande adiantamento, de forma estranha, que podem volitar. Fala de edificações graciosas, vegetação, oceanos menos densos que os da Terra.

Ora, quando a última sonda espacial visitou Marte e descreveu sua superfície, nada encontrou das construções vistas por Maria João, da vegetação ou dos oceanos por ela descritos. Tampouco o conhecimento de que a superfície de Saturno é gasosa parece bater com a descrição recebida pelo Chico de sua querida mãe. O que há de errado, então?

O que há de errado é que a Ciência somente procura vida como ela conhece e entende. Maria João, como Espírito desencarnado, estava com seus sentidos muito mais aguçados que qualquer ser encarnado, mesmo com o auxílio dos mais sofisticados instrumentos. As edificações e oceanos que ela viu, portanto, devem existir, mas são de tal sutileza que os atuais instrumentos da ciência não logram perceber.

Sabemos, do estudo da Doutrina, que, à medida que os Espíritos progridem, seus perispíritos e os corpos físicos que assumem quando encarnam vão se tornando mais e mais sutis, até que se despojem totalmente da matéria, quando finalmente é alcançada a perfeição. Desse modo, os Espíritos que Maria João viu, vivendo em total harmonia e dedicados somente às mais nobres virtudes, deviam certamente ser Espíritos muito adiantados, da terceira ou da segunda classe. Tais Espíritos devem ser tão sutis a ponto de serem confundidos pelos instrumentos humanos com radiações cósmicas ou eletro-magnéticas, ao invés de serem reconhecidos como os seres vivos que são.

A Ciência se Pergunta: O Que é vida?

“Afinal, o que é um ser vivo?”, se pergunta a Ciência. Algo que se move e tem sangue vermelho? Baratas não têm sangue, como os demais insetos e alguns animais marinhos que têm, como a lagosta, sangue verde, devido à presença de cobre na sua constituição. Um sistema vivo deveria ser, pelo menos, capaz de se reproduzir e de consumir energia. No entanto, sem falar dos vírus, certas espécies de animais de razoável complexidade, como sapos e peixes que vivem nos desertos, são capazes de permanecer como mortos, sem qualquer troca com o meio ambiente, durante anos, até que chova no local. Dizer que uma propriedade exclusiva de um ser vivo é reproduzir-se, implicaria em aceitar que cristais são seres vivos. Se fosse escolhida a propriedade do metabolismo para identificar vida, o fogo seria um ser vivo. Se a escolha recaísse sobre o movimento, seria ainda pior, pois incluiríamos o ar e a água entre os seres vivos.

O principal obstáculo que a Ciência tem para resolver o problema de como a vida se originou realmente na Terra é o fato de que os cientistas não sabem ao certo o que significa vida. A rigor, como diz o astrônomo Seth Shostak, “definir vida’ de um modo que seja a um tempo completo e exclusivo não é apenas difícil, mas algo que até hoje não foi feito”.

Vida na Terra em Condições Extremas

Para terminar este nosso estudo, vamos examinar alguns fatos sobre seres vivos desconhecidos do público em geral e que se encontram em nosso próprio planeta.

  • existem micro-organismos que se reproduzem somente em temperatura superior a 100o C;

  • existem mais de mil espécies de plantas na Antártica;

  • foram encontrados cachalotes a profundidade superior a 2440 metros abaixo no nível do mar, o que corresponde a uma pressão de 244 atmosferas;

  • foram encontradas bactérias vivendo na rocha a 1500 metros abaixo do solo e se alimentando, de rocha, naturalmente;

  • a bactéria Deinococcus radiodurans sobrevive a um tratamento radioativo que mataria um ser humano e é capaz de remontar o seu genoma a partir de centenas de fragmentos, sem erro;

  • cientistas fizeram reviver esporos de bactérias que estiveram envoltas em âmbar por pelo menos 25 milhões de anos;

  • úlceras são causadas por bactérias resistentes ao ácido e não pelo excesso de ácido produzido no estômago;

  • os cientistas tiveram sérias dificuldades em identificar vida inteligente na Terra de uma altura de apenas 1000 km;

  • há bactérias que vivem em ambientes hidrotermais marinhos a três mil metros de profundidade e que se alimenta, de sulfito de hidrogênio, uma substância tóxica;

  • há bactérias que vivem nas profundezas do oceano e que se alimentam de metano;

  • existe na Antártica, duas milhas abaixo da calota de gelo, um lago maior que o lago Ontário, do Canadá.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Como tivemos a oportunidade de ver, ao longo de nosso estudo, o entendimento Espírita a respeito da afirmação do Senhor Jesus mantêm a sua lógica irretocável.

A Casa do Pai é o Universo e as muitas moradas, os diversos estados da alma na erraticidade e/ou os mundos habitados pelos Espíritos e pelas demais criaturas em evolução. Tais mundos são, também eles, sujeitos à evolução, partindo da natureza mais grosseira e convulsionada até a mais sutil e tranqüila. Quanto mais evoluem os Espíritos e mais sutis se tornam seus envoltórios perispiritual e físico, mais sutis os mundos em que encarnam.

A própria Ciência aceita a pluralidade dos mundos e investe pesado na procura da vida aqui mesmo em nosso sistema solar, apesar de sequer saber ao certo quais as características que definem um ser vivo. À medida que a Ciência explora mais e mais o nosso próprio planeta, mais ela se surpreende com a diversidade e a complexidade da vida.

Sabendo nós, através dos ensinamentos da Doutrina Espírita, que o ser humano está em constante evolução, mais dia, menos dia, a Ciência conseguirá identificar vida em outros mundos ao mesmo tempo em que aprenderá que aquilo que hoje entende como vida nada mais é que uma minúscula parte de um entendimento muitíssimo mais abrangente. Perceberá, então, que aquele que considerava um planeta morto é, na verdade, pululante de vida. Constatará que lá onde cria existirem somente organismos unicelulares, é, de fato, o lar de seres sábios e diáfanos que antes lhe escapavam aos sentidos.

Bibliografia

1. O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec, 105a edição, FEB, 1991.

2. O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, 77 ed, FEB, 1997.

3. Temas de Vida e da Morte, Manoel P. Miranda, psicografia de Divaldo P. Franco, FEB.

4. Sob a Proteção de Deus, Diversos Espíritos, psicografia de Divaldo P. Franco, 2a edição, LEAL, 1997.

5. Cartas de Uma Morta, Maria João de Deus, psicografia de Francisco Cândido Xavier, 13a edição, LAKE, 1999.

6. Life on the Edge: Amazing Creatures Thriving on Extreme Environments, Michael Gross, Perseus Books, 2001.

7. Oceanos Além da Terra, Silvia Ribeiro Calbo, em www.geocities.com/rafaelorca/scalbo/palestra.htm

8. Pluralidade de Mundos Habitados, Carlos Parchen, www.parchen.hpg.com.br.

9. Afinal, o que é a vida? É ela uma regra ou uma exceção?, em www.on.br/revista/noticias/vida.htm.

10. The Meaning of Life, Seth Shostak, Project Phoenix, em www.space.com/searchforlife/seti_shostak_020829.html.

11. Life on Extreme Environments, Astrobiology Web, em www.astrobiology.com/extreme.html