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sexta-feira, 4 de maio de 2012

Na Visão Espirita da Prece nós podemos Pedir Louvar e Agradecer e a Ensinar a Amar e Perdoar. Pense nisto!

 

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MENSAGEM EM PORTUGUÊS-ESPAÑOL-FRANÇAIS-ITALIANO

 

VI - JORNADA MÉDICO ESPIRITA DE SERGIPE-Português
I SIMPÓSIO DO GRUPO ESPIRITA FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER-Português
DIVALDO: APES-Paris-
Français

LA ULTIMA PLEGARIA DE GANDHI - Español
LA PRIMERA SESIÓN-
Español

CAMPANHA EM DEFESA DA VIDA-Português

CONSCIENCIA E REENCARNAÇÃO-Português

SERGIO THIESEN NA DINAMARCA-Português

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Amigos(as). Deus conosco.

Novas mensagens de Amor para Você.

Sendo possível Divulgue.

Paz e Amor, hoje e sempre.

 

João Cabral-Presidente da ADE-SERGIPE
Website:
www.ade-sergipe.com.br

Aracaju-Sergipe-Brasil
Em: 04.05.2012

Assessoria Internacional da ABRADE-Brasil

 

SIBÉLIUS DONATO EM RECIFE-APRESENTAÇÃO
Entrevista na Rede Globo Nordeste-
Impressionante.Veja!
A Reencarnação no Brasil!-
Veja no Link

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http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-pe/t/edicoes/v/pianista-sibelius-tenorio-se-apresenta-no-teatro-de-santa-isabel/1930447/    

 

A ADE-SERGIPE VAI TRANSMITIR ONLINE NO SEU WEBSITE ESTE EVENTO. É só clicar: www.ade-sergipe.com.br

E VER NESTES DIAS PELA INTERNET DE ARACAJU-SERGIPE-BRASIL NO HORÁRIO DE BRASÍLIA. Divulguemos...

NOS DIAS 18 A 20 DE ABRIL/2012

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  Consciência e reencarnação
                                                                                
         Chico Xavier
                              Do livro: Chico Xavier; dos Híppies aos Problemas do Mundo - FEESP


          
Durval - Minha pergunta é rápida, Chico. Em que instante da gestação ocorre a encarnação e o Espírito tem consciência disso?

     
Chico Xavier - O  nosso André Luiz costuma dizer que a consciência disso é um fenômeno raríssimo. Na maior parte, talvez 99% dos casos de reencarnação, a criatura está na posição de quem dorme, no claustro materno, de quem acomoda no carinho maternal para o renascimento dentro de um processo um tanto quanto semelhante à anestesia para as cirurgias no terreno humano; há um certo torpor e a criatura vai acordando aos poucos, aos poucos, porque também a ciência vai verificar isso, pois a recapitulação do processo evolutivo não se verifica tão somente na fase embrionária da nossa vida fetal, mas, alguns anos também, depois do nascimento, a criança está repetindo na sua feição de criaturinha impulsionada por movimentos saltuários, e determinados tipos de impulsos que ficam na retaguarda. E o próprio complexo de Édipo, que muitos dos nossos psicoanalistas consideram como sendo um período que vai depois dos três, dos seis meses do nascimento até 6 ou 8 anos, com as derivações edipianas, esses fatores todos são plenamente compreensiveis com o fenômenos da reencarnação e do nascimento da criatura em estado de reajuste gradativo.

Bem!... vejamos agora porque recorremos a esta resposta de Chico Xavier:

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LA ULTIMA PLEGARIA DE GANDHI

Ya te sientes fatigado o no ¡oh hombre!, no descanses;
no ceses en tu lucha solitaria,
sigue adelante y no descanses.

Caminarás por senderos confusos y enmarañados
y solo salvarás unas cuantas vidas tristes.
¡Oh hombre!, no pierdas la fe, no descanses.
Tu propia vida se agotará y anulará,
y habrá crecientes peligros en la jornada.
¡Oh hombre! soportas todas esas cargas, no descanses.

Salta sobre tus dificultades
aunque sean más altas que montañas,
y aunque más allá solo haya campos secos y desnudos.
¡Oh hombre!, no descanses hasta llegar a esos campos.

El mundo se oscurecerá y tú verterás luz sobre él
y disiparas las tinieblas.
¡Oh hombre!, aunque la vida se aleje de ti, no descanses.

¡Oh hombre!, no descanses;
procura descanso a los demás

(Esta oración fue hecha en la mañana del 15 de Enero de 1948; a las 5´15 de la tarde de ese mismo día, murió asesinado, repitiendo: ¡Hai Rama! -¡Oh, Dios!- )

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A.P.E.S. - Association Parisienne d'Etudes Spirites - Association loi 1901
Spiritisme : Construire aujourd'hui l'Homme de demain.

Nous vous accueillons au 22 rue des laitières 94300 Vincennes

chaque vendredi soir de 19h30 à 22H30
chaque deuxième samedi du mois de 10H30 et 13H
chaque deuxième et dernier samedi du mois de 14h30 à 17H30
sauf jours fériés.


Ouverture au public de la bibliothèque de l'APES
Chaque deuxième dimanche de chaque mois de 15H à 19H

Plus d'information par téléphone au 0141 931 708 et
sur notre site internet
http://www.apes.asso.fr

 

A.P.E.S. - Associação Parisiense de Estudos Espíritas - Associação de Direito1901
Espiritismo: Construindo o Homem de hoje Amanhã.

Convidamos você a 22 94300 Vincennes Rua Dairy

toda sexta-feira 19:30 - 22:30
segundo sábado de cada mês 10:30 ET 13H
Todo segundo sábado ea última do mês para p.m. 02:30 05:30
exceto feriados.

Abra a biblioteca pública da EPAS
Todo segundo domingo de cada mês das 15h às 19H

Mais informações pelo telefone 0141 931 708 e
em nosso website 
http://www.apes.asso.fr

 

 

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A PRIMEIRA SESSÃO

 LA PRIMERA SESIÓN

 

De princípios de 1920 a 1927, Chico não mais conseguiu avistar-se pessoalmente com o Espírito de Dona Maria João de Deus.

Desde inicios de 1920 al 1927, Chico no consiguió más verse personalmente con el Espíritu de Doña Maria João de Deus.

Integrado na comunidade católica, obedecia às obrigações que lhe eram indicadas pela Igreja.

Integrado en la comunidad católica, obedecía a las obligaciones que le eran indicadas por la Iglesia.

Confessava-se, comungava, comparecia pontualmente à missa e acompanhava as procissões.

Se confesaba, comulgaba, comparecía puntualmente a la misa y acompañaba las procesiones.

Terminara o curso primário no Grupo Escolar “São José”, de Pedro Leopoldo em 1923, levantando-se às seis da manhã para come­çar às sete as tarefas escolares e entrando para o serviço da fábrica às três da tarde para sair às onze da noite.

Había terminado el curso primario en el Grupo Escolar “San José”, de Pedro Leopoldo en 1923, levantándose a las seis de la mañana para comenzara las siete las tareas escolares y entrando para el servicio de la fabrica a las tres de la tarde para salir a las once de la noche.

O trabalho, porém, era exaustivo e, em 1925 deixou a fábrica, empregando-se na venda do Sr. José Felizardo Sobrinho, onde o tra­balho ia das seis e meia da manhã às oito da noite, com o salário de treze cruzeiros por mês.

El trabajo, sin embargo, era exhaustivo y, en 1925 dejó la fabrica, empleándose en la venta del Sr. José Felizardo Sobrinho, donde el tra­bajo iba de las seis y media de la mañana a las ocho de la noche, con el sueldo de trece cruzeiros por mes.

Entretanto, continuavam as perturbações noturnas.

Mientras tanto, continuaban las perturbaciones nocturnas.

Depois de dormir, caía em transes surpreendentes.

Después de dormir caía en transes sorprendentes.

Perambulava pela casa, falava em voz alta, dava notícias de pes­soas que sofriam no Além, mantinha longas conversações, cujo fio era impenetrável aos familiares aflitos.

Deambulaba por la casa, hablaba en voz alta, daba noticias de per­sonas que sufríanen el Más Allá, mantenía largas conversaciones, cuyo hilo era impenetrable a los familiares afligidos.

Em 1927, porém, eis que a sua irmã D. Maria da Conceição Xavier, hoje mãe de família, cai doente.

En 1927, con todo, de repente su hermana D. Maria da Conceição Xavier, hoy madre de familia, caeenferma.

Era um doloroso processo de obsessão.

Era un doloroso proceso de obsesión.

Tratada carinhosamente pelo confrade Sr. José Hermínio Pe­rácio, que atualmente reside em Belo Horizonte, a jovem curou-se.

Tratada cariñosamente por el confrade Sr. José Hermínio Pe­rácio, que actualmente reside en Belo Horizonte, la joven se curó.

Foi assim que se realizou a primeira sessão espírita no lar da família Xavier, em Pedro Leopoldo.

Fue así que se realizó la primera sesión espírita en elhogar de la familia Xavier, en Pedro Leopoldo.

 

Perácio, na direção, pronunciava vibrante prece.

Perácio, enla dirección, pronunciaba una vibrante oración.

Na mesa, dois livros.

En la mesa, dos libros.

Eram eles o “Evangelho Segundo o Espiritismo” e o “Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec.

Eran el “Evangelio Según el Espiritismo” yel “Libro de los Espíritus”, de Allan Kardec.

O Espírito de Dona Maria João de Deus comparece e grafa longa mensagem aos filhos presentes, através da médium D. Carmem Pena Perácio, devotada esposa do companheiro a que nos referimos.

El Espíritu de Doña Maria João de Deus comparece y escribe largo mensaje a los hijos presentes, através de la médium D. Carmem Pena Perácio, dedicada esposa del compañero a que nos referimos.

Reporta-se a cada filho, de maneira particular.

Se reporta a cada hijo, de manera particular.

E, dirigindo-se ao Chico, comove-o, escrevendo:

Y, dirigiéndo se a Chico, lo conmueve, escribiendo:

— Chico, meu filho, eis que nos achamos mais juntos, nova­mente. Os livros à nossa frente são dois tesouros de luz. Estude-os, cumpra os seus deveres e, em breve, a Bondade Divina nos permitirá mostrar a você os seus novos caminhos.

— Chico, hijo mío, aunque nos encontramos más juntos, nueva­mente. Los libros a nuestra frente son dos tesoros de luz. Estúdielos, cumpla sus deberes y, en breve, la Bondad Divina nos permitirá mostrar a usted sus nuevos caminos.

 

E assim realmente aconteceu.

Y así realmente sucedió.

 

Do livro LINDOS CASOS DE CHICO XAVIER, de Ramiro Gama

--

Questão 401: DURANTE O SONO, A ALMA REPOUSA COMO O CORPO?Resposta: Não, o Espírito jamaisficainativo. (...).-Livro dos Espíritos, 65ª edição-tradução de J. Herculano Pires.

Pregunta 401: DURANTE EL SUEÑO, EL ALMA REPOSA COMO EL CUERPO?Respuesta: No, el Espíritu jamás se queda inactivo. (...).-Libro de los Espíritus, 65ª edición-traducción de J. Herculano Pires.

IGREJA CATOLICA ACEITA LIVRO PSICOGRAFADO

 

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Livro Psicografado por Dom Helder Câmara


Recentemente foi lançado no mercado cultural um livro mediúnico trazendo as reflexões de um padre depois da morte, atribuído, justamente, ao Espírito Dom Helder Câmara, bispo católico, arcebispo emérito de Olinda e Recife, desencarnado no dia 28 de agosto de 1999, em Recife (PE).
O livro psicografado pelo médium Carlos Pereira, da Sociedade Espírita Ermance Dufaux, de Belo Horizonte, causou muita surpresa no meio espírita e grande polêmica entre os católicos. O que causou mais espanto entre todos foi a participação de Marcelo Barros, monge beneditino e teólogo, que durante nove anos foi secretário de Dom Helder Câmara, para a relação ecumênica com as igrejas cristãs e as outras religiões.

Marcelo Barros secretariou Dom Helder Câmara no período de 1966 a 1975 e tem 30 livros publicados. Ao prefaciar o livro Novas Utopias, do espírito Dom Helder, reconhecendo a autenticidade do comunicante, pela originalidade de suas idéias e, também, pela linguagem, é como se a Igreja Católica viesse a público reconhecer o erro no qual incorreu muitas vezes, ao negar a veracidade do fenômeno da comunicação entre vivos e mortos, e desse ao livro de Carlos Pereira, toda a fé necessária como o Imprimátur do Vaticano. É importante destacar, ainda, que os direitos autorais do livro foram divididos em partes iguais, na doação feita pelo médium, à Sociedade Espírita Ermance Dufaux e ao Instituto Dom Helder Câmara, de Recife, o que, aliás, foi aceito pela instituição católica, sem qualquer constrangimento.

No prefácio do livro aparece também o aval do filósofo e teólogo Inácio Strieder e a opinião favorável da historiadora e pesquisadora Jordana Gonçalves Leão, ambos ligados à Igreja Católica. Conforme eles mesmos disseram, essa obra talvez não seja uma produção direcionada aos espíritas, que já convivem com o fenômeno da comunicação, desde a codificação do Espiritismo; mas, para uma grandiosa parcela da população dentro da militância católica, que é chamada a conhecer a verdade espiritual, porque "os tempos são chegados", estes ensinamentos pertencem à natureza e, conseqüentemente, a todos os filhos de Deus.

A verdade espiritual não é propriedade dos espíritas ou de outros que professam estes ensinamentos e, talvez, porque, tenha chegado o momento da Igreja Católica admitir, publicamente, a existência espiritual, a vida depois da morte e a comunicação entre os dois mundos.

Na entrevista com Dom Helder Câmara, realizada pelos editores, o Espírito comunicante respondeu as seguintes perguntas sobre a vida espiritual:

Dom Helder, mesmo na vida espiritual, o senhor se sente um padre?

Não poderia deixar de me sentir padre, porque minha alma, mesmo antes de voltar, já se sentia padre. Ao deixar a existência no corpo físico, continuo como padre porque penso e ajo como padre. Minha convicção à Igreja Católica permanece a mesma, ampliada, é claro, com os ensinamentos que aqui recebo, mas continuo firme junto aos meus irmãos de Clero a contribuir, naquilo que me seja possível, para o bem da humanidade.

Do outro lado da vida o senhor tem alguma facilidade a mais para realizar seu trabalho e exprimir seu pensamento, ou ainda encontra muitas barreiras com o preconceito religioso?

Encontramos muitas barreiras. As pessoas que estão do lado de cá reproduzem o que existe na Terra. Os mesmos agrupamentos que se formam aqui se reproduzem na Terra. Nós temos as mesmas dificuldades de relacionamento, porque os pensamentos continuam firmados, cristalizados em crenças em determinados pontos que não levam a nada. Resistem à idéia de evolução dos conceitos. Mas, a grande diferença é que por estarmos com a vestimenta do espírito, tendo uma consciência mais ampliada das coisas podemos dirigir os nossos pensamentos de outra maneira e assim influenciar aqueles que estão na Terra e que vibram na mesma sintonia.

 

Como o senhor está auxiliando nossa sociedade na condição de desencarnado?
Do mesmo jeito. Nós temos as mesmas preocupações com aqueles que passam fome, que estão nos hospitais, que são injustiçados pelo sistema que subtrai liberdades, enriquece a poucos e colocam na pobreza e na miséria muitos; todos aqueles desvalidos pela sorte. Nós juntamos a todos que pensam semelhantemente a nós, em tarefas enobrecedoras, tentando colaborar para o melhoramento da humanidade.

Como é sua rotina de trabalho?

A minha rotina de trabalho é, mais ou menos, a mesma... Levanto-me, porque aqui também se descansa um pouco, e vamos desenvolver atividades para as quais nos colocamos à disposição. Há grupos que trabalham e que são organizados para o meio católico, para aqueles que precisam de alguma colaboração. Dividimo-nos em grupos e me enquadro em algumas atividades que faço com muito prazer.

 

Qual foi a sua maior tristeza depois de desencarnado? E qual foi a sua maior alegria?
Eu já tinha a convicção de que estaria no seio do Senhor e que não deixaria de existir.

Poder reencontrar os amigos, os parentes, aqueles aos quais devotamos o máximo de nosso apreço e consideração e continuar a trabalhar, é uma grande alegria. A alegria do trabalho para o Nosso Senhor Jesus Cristo.

 

O senhor, depois de desencarnado, tem estado com freqüência nos Centros Espíritas?
Não. Os lugares mais comuns que visito no plano físico são os hospitais; as casas de saúde; são lugares onde o sofrimento humano se faz presente. Naturalmente vou à igreja, a conventos, a seminários, reencontro com amigos, principalmente em sonhos, mas minha permanência mais freqüente não é na casa espírita.

 

O senhor já era reencarnacionista antes de morrer?
Nunca fui reencarnacionista, diga-se de passagem. Não tenho sobre este ponto um trabalho mais desenvolvido porque esse é um assunto delicado, tanto é que o pontuei bem pouco no livro. O que posso dizer é que Deus age conforme a sua sabedoria sobre as nossas vidas e que o nosso grande objetivo é buscarmos a felicidade mediante a prática do amor. Se for preciso voltar a ter novas experiências, isso será um processo natural.

 

Qual é o seu objetivo em escrever mediunicamente?
Mudar, ou pelo menos contribuir para mudar, a visão que as pessoas têm da vida, para que elas percebam que continuamos a existir e que essa nova visão possa mudar profundamente a nossa maneira de viver.
Minha tentativa de adaptação a essa nova forma de escrever foi muito interessante, porque, de início, não sabia exatamente como me adaptar ao médium para poder escrever. É necessário que haja uma aproximação muito grande entre o pensamento que nós temos com o pensamento do médium. É esse o grande de todos nós porque o médium precisa expressar aquilo que estamos intuindo a ele. No início foi difícil, mas aos poucos começamos a criar uma mesma forma de expressão e de pensamento, aí as coisas melhoraram. Outros (médiuns) pelos quais tento me comunicar enfrentam problemas semelhantes.

 

Foi uma surpresa saber que poderia se comunicar pela escrita mediúnica?
Não. Porque eu já sabia que muitas pessoas portadoras da mediunidade faziam isso. Eu apenas não me especializei, não procurei mais detalhes, deixei isso para depois, quando houvesse tempo e oportunidade. Imaginamos que haja outros padres que também queiram escrever mediunicamente, relatarem suas impressões da vida espiritual.

 

Por que Dom Helder é quem está escrevendo?

Porque eu pedi. Via-me com a necessidade de expressar aos meus irmãos da Terra que a vida continua e que não paramos simplesmente quando nos colocam dentro de um caixão e nos dizem "acabou-se". Eu já pensava que continuaria a existir, sabia que IGREJA CATÓLICA JÁ RECONHECE COMUNICAÇÃO COM OS ESPÍRITOS haveria algo depois da vida física. Falei isso muitas vezes. Então, senti a necessidade de me expressar por um médium quando estivesse em condições e me fossem dadas as possibilidades. É isto que eu estou fazendo.

 

Outros padres, então, querem escrever mediunicamente em nosso País?
Sim. E não poucos. São muitos aqueles que querem usar a pena mediúnica para poder expressar a sobrevivência após a vida física. Não o fazem por puro preconceito de serem ridicularizados, de não serem aceitos, e resguardam as suas sensibilidades espirituais para não serem colocados numa situação de desconforto. Muitos padres, cardeais até, sentem a proteção espiritual nas suas reflexões, nas suas prédicas, que acreditam ser o Espírito Santo, que na verdade são os irmãos que têm com eles algum tipo de apreço e colaboram nas suas atividades.

 

Como o senhor se sentiu em interação com o médium Carlos Pereira?
Muito à vontade, pois havia afinidade, e porque ele se colocou à disposição para o trabalho. No princípio foi difícil juntar-me a ele por conta de seus interesses e de seu trabalho. Quando acertamos a forma de atuar, foi muito fácil, até porque, num outro momento, ele começou a pesquisar sobre a minha última vida física. Então ficou mais fácil transmitir-lhe as informações que fizeram o livro.

 

O senhor acredita que a Igreja Católica irá aceitar suas palavras pela mediunidade?
Não tenho esta pretensão. Sabemos que tudo vai evoluir e que um dia, inevitavelmente, todos aceitarão a imortalidade com naturalidade, mas é demais imaginar que um livro possa revolucionar o pensamento da nossa Igreja. Acho que teremos críticas, veementes até, mas outros mais sensíveis admitirão as comunicações. Este é o nosso propósito.

 

É verdade que o senhor já tinha alguns pensamentos espíritas quando na vida física?
Eu não diria espírita; diria espiritualista, pois a nossa Igreja, por si só, já prega a sobrevivência após a morte. Logo, fazermos contato com o plano físico depois da morte seria uma conseqüência natural. Pensamentos espíritas não eram, porque não sou espírita. Sem nenhum tipo de constrangimento em ter negado alguns pensamentos espíritas, digo que cheguei a ter, de vez em quando, experiências íntimas espirituais.

 

Igreja - Há as mesmas hierarquias no mundo espiritual?
Não exatamente, mas nós reconhecemos os nossos irmãos que tiveram responsabilidades maiores e que notoriamente tem um grau evolutivo moral muito grande. Seres do lado de cá se reconhecem rapidamente pela sua hombridade, pela sua lucidez, pela sua moralidade. Não quero dizer que na Terra isto não ocorra, mas do lado de cá da vida isto é tudo mais transparente; nós captamos a realidade com mais intensidade. Autoridade aqui não se faz somente com um cargo transitório que se teve na vida terrena, mas, sobretudo, pelo avanço moral.

 

Qual seu pensamento sobre o papado na atualidade?
Muito controverso esse assunto. Estar na cadeira de Pedro, representando o pensamento maior de Nosso Senhor Jesus Cristo, é uma responsabilidade enorme para qualquer ser humano. Então fica muito fácil, para nós que estamos de fora, atribuirmos para quem está ali sentado, algum tipo de consideração. Não é fácil. Quem está ali tem inúmeras responsabilidades, não apenas materiais, mas descobri que as espirituais ainda em maior grau. Eu posso ter uma visão ideológica de como poderia ser a organização da Igreja; defendi isso durante minha vida. Mas tenho que admitir, embora acredite nesta visão ideal da Santa Igreja, que as transformações pelas quais devemos passar merecem cuidado, porque não podemos dar sobressaltos na evolução. Queira Deus que o atual Papa Ratzinger (Bento XVI) possa ter a lucidez necessária para poder conduzir a Igreja ao destino que ela merece.

 

O senhor teria alguma sugestão a fazer para que a Igreja cumpra seu papel?
Não preciso dizer mais nada. O que disse em vida física, reforço. Quero apenas dizer que quando estamos do lado de cá da vida, possuímos uma visão mais ampliada das coisas. Determinados posicionamentos que tomamos, podem não estar em seu melhor momento de implantação, principalmente por uma conjuntura de fatores que daqui percebemos. Isto não quer dizer que não devamos ter como referência os nossos principais ideais e, sempre que possível, colocá-los em prática.

 

Espíritas no futuro?
Não tenho a menor dúvida. Não pertencem estes ensinamentos a nossa Igreja, ou de outros que professam estes ensinamentos espirituais. Portanto, mais cedo ou mais tarde, a nossa Igreja terá que admitir a existência espiritual, a vida depois da morte, a comunicação entre os dois mundos e todos os outros princípios que naturalmente decorrem da vida espiritual.
IGREJA CATÓLICA JÁ RECONHECE COMUNICAÇÃO COM OS ESPÍRITOS

 

Quais são os nomes mais conhecidos da Igreja que estão cooperando com o  progresso do Brasil no mundo espiritual?
Enumerá-los seria uma injustiça, pois há base em todas as localidades. Então, dizer um nome ou outro seria uma referência pontual porque hámuitos, que são poucos conhecidos, mas que desenvolvem do lado de cá da vida um trabalho fenomenal e nós nos engajamos nestas iniciativas de amor ao próximo.

 

Amor - Que mensagem o senhor daria especificamente aos católicos agora, depois da morte?
Que amem, amem muito, porque somente através do amor vai ser possível trazer um pouco mais de tranqüilidade à alma. Se nós não tentarmos amar do fundo dos nossos corações, tudo se transformará numa angústia profunda. O amor, conforme nos ensinou o Nosso Senhor Jesus Cristo, é a grande mola salvadora da humanidade.

 

Que mensagem o senhor deixaria para nós, espíritas?
Que amem também, porque não há divisão entre espíritas e católicos ou qualquer outra crença no seio do Senhor. Não há. Essa divisão é feita por nós, não pelo Criador. São aceitáveis porque demonstram diferenças de pontos de vista, no entanto, a convergência é única, aqui simbolizada pela prática do amor, pois devemos unir os nossos esforços.

 

Que mensagem o senhor deixaria para os religiosos de uma maneira geral?
Que amem. Não há outra mensagem senão a mensagem do amor. Ela é a única e principal mensagem que se pode deixar.

 

Autor: Dom Helder Câmara (espírito)
Médium: Carlos Pereira
Editora: Dufaux
Site:
www.editoradufaux.com.br <http://www.editoradufaux.com.br

quinta-feira, 3 de maio de 2012

André Luiz falando sobre o “INFERNO”

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        O inferno nada mais é que os reflexo de nós mesmos, quando, pelo relaxamento e pela crueldade, nos entregamos à  prática de ações deprimentes, que nos constrangem a temporária segregação nos resultados deploráveis de nossos próprios erros.

André Luiz

        A rigor, portanto, não temos círculos infernais, de acordo com os figurinos da antiga teologia, onde se mostram indefinidamente gênios satânicos de todas as épocas e, sim, esferas obscuras em que se agregam consciências embotadas na ignorância, cristalizadas no ócio reprovável ou confundidas no eclipse temporário da razão. Desesperadas e insubmissas, criam zonas de tormentos reparadores. Semelhantes criaturas, no entanto, não se regeneram à força de palavras.

        Necessitam de amparo eficiente que lhes modifique o tom vibratório, elevando-lhes o modo de sentir e pensar.

André Luiz

Nas zonas infernais propriamente ditas, apenas residem aquelas mentes que, conhecendo as responsabilidades morais que lhes competiam, delas se ausentaram, deliberadamente, com o louco propósito de ludibriarem o próprio Deus. O inferno, a rigor, pode ser, desse modo, definido como vasto campo de desequilíbrio, estabelecido pela maldade calculada, nascido da cegueira voluntária e da perversidade completa. Aí vivem domiciliados, às vezes por séculos, Espíritos que se bestializaram, fixos que se acham na crueldade e no egocentrismo. Constituindo, porém, larga província vibratória, em conexão com a Humanidade terrestre, de vez que todos os padecimentos infernais são criações dela mesma, estes lugares tristes funcionam como crivos necessários para todos os Espíritos que escorregam nas deserções de ordem geral, menosprezando as responsabilidades que o Senhor lhes outorga. Dessa forma, todas as almas já investidas no conhecimento da verdade e da justiça e por isso mesmo responsáveis pela edificação do bem, e que, na Terra, resvalam nesse ou naquele delito, desatentas para com o dever nobilitante que o mundo lhes assinala, depois da morte do corpo estagiam nestes sítios por dias, meses ou anos, reconsiderando as suas atitudes, antes da reencarnação que lhes compete abraçar, para o reajustamento tão breve quanto possível.

Os gênios infernais que supõem governar esta região, com poder infalível, aqui vivem por tempo indeterminado. As criaturas perversas que com eles se afinam, embora lhes padeçam a dominação, aqui se deixam prender por largos anos. E as almas transviadas na delinqüência e no vício, com possibilidades de próxima recuperação, aqui permanecem em estágios ligeiros ou regulares, aprendendo que o preço das paixões é demasiado terrível. Para as criaturas desencarnadas desse último tipo, que passam a sofrer o arrependimento e o remorso, a dilaceração e a dor, apesar de não totalmente livres das complexidades escuras com que se arrojaram às trevas, algumas as casas de fraternidade e assistência, no plano espiritual, funcionam, ativas e diligentes, acolhendo-as quanto possível e habilitando-as para o retorno às experiências de natureza expiatória na carne.

Segundo é fácil reconhecer, se a treva é a moldura que imprime destaque à luz, o inferno, como região de sofrimento e desarmonia, é perfeitamente cabível, representando um estabelecimento justo de filtragem do Espírito, a caminho da Vida Superior. Todos os lugares infernais surgem, vivem e desaparecem com a aprovação do Senhor, que tolera semelhantes criações das almas humanas, como um pai que suporta as chagas adquiridas pelos seus filhos e que se vale delas para ajudá-los a valorizar a saúde. As Inteligências consagradas à rebeldia e à criminalidade, em razão disso, não obstante admitirem que trabalham para si, permanecem a serviço do Senhor, que corrige o mal com o próprio mal. Por esse motivo, tudo na vida é movimentação para a vitória do bem supremo.

André Luiz

        Prepostos das Inteligências angélicas não perdem de vista as plagas infernais, porque, ainda que os gênios da sombra não o admitam, as forças do Céu velam pelo inferno que, a rigor, existe para controlar o trabalho regenerativo na Terra.

        E, assim como o doente exige remédio, reclamamos a purgação espiritual, a fim de que nos habilitemos para a vida nas esferas superiores. O inferno para a alma que o erigiu em si mesma é aquilo que a forja constitui para o metal: ali ele se apura e se modela convenientemente...

André Luiz

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Episódio (em 3 filminhos) Construções Mistériosas [Dublado] Excelente do HISTORY CHANNEL

Mais evidências devastadoras que provam que a intervenção extraterrestre na Terra é a única explicação plausível para o surgimento e desenvolvimento da vida no planeta.

Área Q - Revolução no cinema brasileiro

Prezados amigos:

  clip_image001Conforme todos os espíritas sabem, a divulgação da doutrina chegou às telas dos cinemas, focando o grande público, e tem feito bastante sucesso, desde o primeiro filme, “Bezerra Menezes”, seguido depois pelo “Chico Xavier”, “Nosso Lar”, “As mães do Chico” e o “Filme dos Espíritos”. E vem mais dois filmes aí, um feito pelo Oceano Vieira e outro pelo nosso amigo Paulo Figueiredo.

O resultado desta divulgação tem sido impressionante, pois que muita gente tem buscado as obras espíritas, procurando saber mais sobre o Espiritismo, pela importância e a elegância como a mensagem tem sido mostrada, através desse meio de divulgação tão interessante, que é o cinema.

Mas isto não aconteceu por acaso. Teve um pioneiro, um audacioso e, na linguagem de alguns até mesmo um “maluco” que, por conta própria, resolveu tomar a iniciativa de investir na idéia, arregaçar as mangas e, com ou sem ajuda, partir para a luta.

clip_image002Esse cidadão chama-se Luiz Eduardo Granjeiro Girão, é de Fortaleza, no Ceará, um empresário que não teve medo nem vergonha de vincular o nome das suas empresas à divulgação do Espiritismo, e, por conta disto, não sofreu boicote nenhum a nenhuma das suas empresas, que atua em atividades distintas e até, muito pelo contrário, o seu complexo empresarial cresce cada vez mais e faz cada vez mais sucesso pela sua eficiência.

clip_image003Eu tive a honra de ser o elemento que apresentou Luiz Eduardo para o movimento espírita, em 2001, através do meu programa Espiritismo via Satélite que, no início daquele ano, chegou a ser apoiado por ele.

O que é importante que todos saibam é que os filmes “Chico Xavier” e “Nosso Lar” só saíram, depois que perceberam que filme espírita dá bilheteria e, conseqüentemente, “dá dinheiro”. Não está errado isto não, o mercado tem que se orientar pelo mercado mesmo. Alguns vêm dizendo isto, o tempo todo, que a doutrina precisa ser levada ao grande público pelos meios de comunicação de massa mas, infelizmente, a praga da “humildade” de fachada não tem permitido que esses sejam ouvidos. 

Apoiado ou não, Luiz Eduardo foi em frente, focou no seu ideal e está aí o resultado.

Agora ele, com sua valiosa equipe da Estação da Luz, volta a fazer novo filme que, a meu ver, será simplesmente revolucionário.

Área Q – Simplesmente maravilhoso

Luiz Eduardo (foto ao lado) mandou o Fernando Lobo, da sua equipe, vir à minha casa para mostrar-me o filme Area Q, em absoluta primeira mão, e eu, sinceramente, não estava nem acreditando no que estava vendo, pois, parecia produção hollywoodiana, não apenas pela presença de atores americanos, mas pelo nível de produção, tanto do ponto de vista técnico quanto artístico.

Este filme estará sendo lançado no cinema, nas principais capitais brasileiras, no dia 13 de abril e eu quero sugerir aos amigos que lotem os cinemas, porque vai valer a pena. Ao mesmo tempo, peço que o divulguem, também, nos centros espíritas e locais onde freqüenta.

clip_image005Não é um filme rotulado espírita, não é filme de apelo doutrinário, é filme que certamente vai ter uma boa aceitação pelo grande público e sugiro, também, que convidem, sem receios, os seus amigos não espíritas porque, com certeza, ele vai ser interessante pra todo mundo, independente de rotulação religiosa.

Além do consagrado ator americano Isaiah Washington o filme trás também o Murilo Rosa e a Tania Kalil, atores globais que também são sucessos no cinema brasileiro.

Não vou entrar nos detalhes de como é o filme, porque ele tem o seu site onde você pode ver tudo, inclusive o elenco e eu sugiro que dê uma olhada lá.

 

http://www.areaqofilme.com.br.


        É demais, gente. Um verdadeiro show do cinema brasileiro que, certamente, será também sucesso mundial.

           Abração

                                 Alamar Régis Carvalho
          Analista de Sistemas, Escritor e AINSF Dinastia

                         alamarregis@redevisao.net
                             
www.redevisao.net
                            www.alamarregis.com
        

 

 



O propósito da Lei

Jesus inovou o pensamento religioso ao apresentar Deus como Pai amoroso.

Antes Dele, vigorava a concepção de um deus ciumento, colérico e vingativo.

Entretanto, costuma causar perplexidade que os filhos de um Deus de amor estejam sempre a braços com o sofrimento.

Viver constitui uma tarefa trabalhosa.

As criaturas estão sempre às voltas com desafios e angústias.

Por mais afortunado que alguém pareça, ele experimenta alguns padecimentos.

A Divindade realmente criou todos os seres para que sejam felizes.

Ocorre que a ordem cósmica não foi estabelecida para comportar a felicidade do egoísta e do preguiçoso.

O Universo é dinâmico e os seres precisam tomar gosto pelo trabalho, a fim de colaborarem com o progresso.

O aprimoramento das condições físicas e morais da vida dá-se por obra dos homens, que devem fazer a sua parte.

Todos são confrontados com desafios para que se fortaleçam, cresçam e melhorem.

Nesse processo de aprendizado, cada um responde pelo uso bom ou mau que faz de seu tempo e de seus recursos.

Considerando que o egoísmo ainda é bastante presente na Humanidade, não causa espanto que haja muito para resgatar.

Daí surgem os espetáculos de graves enfermidades e dores.

Contudo, o propósito da Lei não é punir, mas educar, corrigir.

Ela deseja levar o faltoso à reparação e ao bem, não à dor.

O padecimento dura o tempo necessário a que o desejo de reparar comece a produzir frutos.

Não basta se arrepender e sofrer moral e fisicamente.

Todo mal feito deve ser reparado para que a paz se instale no íntimo da criatura.

O equilíbrio, a paz e a saúde são reflexos da harmonia com a ordem cósmica.

No contexto da mesma existência física, o ideal é que a reparação se faça plena para a mesma pessoa que foi lesada.

Ao assumir os próprios erros, sem disfarces, o equivocado enfrenta seu orgulho e sua vaidade e progride.

Entretanto, nem sempre é possível reparar diretamente.

Às vezes, quando a consciência do equívoco surge, o ofendido não mais está próximo.

Há também erros cometidos em outras existências físicas, cujas vítimas perdoaram e seguiram em frente.

A rigor, os erros são cometidos contra a Ordem Cósmica, representada em certo contexto por quem foi a vítima do ato.

O compromisso é assumido com a vida e em face dela deve ser saldado.

Desse modo, o importante é tomar gosto pelo bem e fazer-se um agente do progresso.

Amparar os desgraçados do mundo, quem quer que sejam.

Perdoar as ofensas, compreender as fragilidades alheias e dar exemplos de trabalho, pureza e bondade.

É exatamente esse o propósito da Lei: que o bem surja no íntimo das criaturas e se exteriorize mediante atos dignos.

Redação do Momento Espírita.

Em 10.06.2010.