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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

2012 NÃO SERÁ O FIM?

Independente de credo ou religião......é interessante ler.....se é verdade ou mentira não sabemos; todavia é material de conhecimento e ponto de vista sobre o que poderá ocorrer no ano de 2012, assunto por sinal, muito discutido no momento.  Abraços a todos e tenham um ótimo dia.

Não perca tempo maldizendo o mal que lhe fizeram, ou os fracassos que teve.
Comece a partir de agora a ver o que pode fazer para reconstruir.
Siga em frente corajosamente, pois a vida sorri somente para aqueles que não param no meio da estrada.
(Wellington Braga)

O nosso sol possui a classe espectral de G2V, que significa que o Sol possui uma temperatura de superfície de aproximadamente 5 780 K, dando-lhe uma cor branca, que é visto freqüentemente como amarelo no céu terrestre. Sua idade é estimada em cerca de 4,5 bilhões de anos enquanto as Plêiades têm idade entre 75 a 150 milhões de anos e a cor das mesmas é azul, o que demonstra serem muito mais jovens que o Sol.
O Sol orbita em torno do centro da Via Láctea (e não de Alcione), atravessando no momento a Nuvem Interestelar Local de gás de alta temperatura, no interior do Braço de Órion (e não das Plêiades!) da Via Láctea, entre os braços maiores Perseus e Sagitário. Das 50 estrelas mais próximas do Sistema Solar, dentro de 17 anos-luz da Terra (as Plêiades estão à 440 anos luz da Terra e o nosso Sol é estranho e totalmente independente das mesmas!), o Sol é a quarta mais massiva. Diferentes valores de magnitude absoluta foram dados para o Sol, como, por exemplo, 4,85, e 4,81. O Sol orbita o centro da Via Láctea a uma distância de cerca de 24 a 26 mil anos-luz do centro galáctico, movendo-se geralmente na direção de Cygnus, completando uma órbita entre 225 a 250 milhões de anos (um ano galáctico).

A distância das Plêiades atualmente é aceita como sendo de cerca de 135 parsecs (praticamente 440 anos-luz). O núcleo do aglomerado tem um raio de cerca de oito ano-luz e uma raio da maré de cerca de 43 anos luz. O aglomerado inclui mais de 1.000 membros confirmados estatisticamente, embora este valor exclui estrelas binárias não resolvidas. É dominada por jovens e quentes estrelas azuis, 14 podem ser vistas a olho nu dependendo da observação e das condições locais. idade para os aglomerados estelares podem ser estimados comparando com o diagrama de Hertzsprung-Russell do cluster com modelos teóricos de evolução estelar. Utilizando esta técnica, foram estimadas idades entre 75 e 150 milhões de anos para as Plêiades.

Quem inventou essa história de que o nosso Sol faz parte da constelação das Plêiades foi Samael Aun Weor, que arroga como Avatar da Nova Era, Logos do Planeta Marte e uma porção de coisas mais. Sua autoridade sobre este assunto e outros deve ser discutida pois suas afirmações geralmente contrastam com o conhecimento e ensinamentos que estão assentados em bases sólidas, principalmente aqueles que se referem à iniciação superior do Ser Humano.

De: 2012 NÃO SERÁ O FIM DO MUNDO, SERÁ O FIM DE UMA ERA E INICIO DE OUTRA, PREPARE-SE

REPASSANDO:

ESTAMOS REENVIANDO POIS FICAMOS NA DUVIDA SE VOCÊ RECEBEU? É UMA MENSAGEM  SÉRIA E MUITO SENSATA PARA ABRIR AS MENTES ...NESTE POLEMICO ASSUNTO....

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2012 NÃO SERÁ O FIM DO MUNDO, SERÁ O FIM DE UMA ERA  E INICIO DE OUTRA, PREPARE-SE

Muito se fala de 2012, mas pouco efetivamente se conhece.

Segue um texto rápido e esclarecedor, para desmistificar um pouco
a profecia e trazer uma linguagem simples, ofertando animo extra para nossas ações como sincronizadores biosféricos.
Os corpos que não refinarem suas energias não conseguirão ficar encarnados dentro da terceira dimensão, pois a quarta dimensão estará instalada.

O sistema solar gira em torno de Alcione, estrela central da constelação de Plêiades. Esta foi a conclusão dos astrônomos Freidrich Wilhelm Bessel,  Paul Otto Hesse, José Comas Solá e Edmund Halley, depois de estudos e cálculos minuciosos.
Nosso Sol é, portanto, a oitava estrela da constelação - localizada a aproximadamente 28 graus de Touro - , e leva 26 mil anos para completar uma órbita ao redor de Alcione, movimento terrestre também conhecido como Precessão dos Equinócios.
A divisão desta órbita por doze resulta em 2.160, tempo de duração de cada era "astrológica" (Era de Peixes, de Aquário, etc).
Descobriu-se também que Alcione tem à sua volta um gigantesco anel, ou disco de radiação, em posição transversal ao plano das órbitas de seus sistemas (incluindo o nosso), que foi chamado de Cinturão de Fótons.

Um fóton consiste na decomposição ou divisão do elétron, sendo a mais ínfima partícula de energia eletromagnética, algo que ainda se desconhece na Terra.
Detectado pela primeira vez em 1961, através de satélites, a descoberta do cinturão de fótons marca o início de uma expansão de consciência além da terceira dimensão.
A ida do homem à Lua nos anos 60 simbolizou esta expansão, já que antes das viagens interplanetárias era impossível perceber o cinturão.
A cada dez mil anos o Sistema Solar penetra por dois mil anos no anel de fótons, ficando mais próximo de Alcione.
A última vez que a Terra passou por ele foi durante a "Era de Leão", há cerca de doze mil anos.
Na Era de Aquário, que está se iniciando, ficaremos outros dois mil anos dentro deste disco de radiação.
Todas as moléculas e átomos de nosso planeta passam por uma transformação sob a influência dos fótons, precisando se readaptar a novos parâmetros.
A excitação molecular cria um tipo de luz constante, permanente, que não é quente, uma luz sem temperatura, que não produz sombra ou escuridão. 
Talvez por isso os hinduístas chamem de "Era da Luz" os tempos que estão por vir.
Desde 1972, o Sistema Solar vem entrando no cinturão de fótons e em 1998 a sua metade já estará dentro dele.
A Terra começou a penetrá-lo em 1987 e está gradativamente avançando, até 2.012, quando vai estar totalmente imersa em sua luz.
De acordo com as cosmologias maia e asteca, 2.012 é o final de um ciclo de 104 mil anos, composto de quatro grandes ciclos maias e de quatro grandes eras astecas.
Humbatz Men, autor de origem maia, fala em "Los Calendários" sobre a vindoura "Idade Luz".
Bárbara Marciniak, autora de "Mensageiros do Amanhecer", da Ground e "Earth", da The Bear and Company e a astróloga Bárbara
Hand Clow, que escreveu "A Agenda Pleiadiana", da editora Madras, receberam várias canalizações de seres pleiadianos.
Essas revelações falam sobre as transformações que estão ocorrendo em nosso planeta e nas preparações tanto física quanto psíquicas que precisamos nos submeter para realizarmos uma mudança dimensional.
Segundo as canalizações, as respostas sobre a vida e a morte não estão mais sendo encontradas na terceira dimensão.
Um novo campo de percepção está disponível para aqueles que aprenderem a ver as coisas de uma outra forma.
Desde a década de oitenta, quando a Terra começou a entrar no Cinturão de Fótons, estamos nos sintonizando com a quarta dimensão e nos preparando para receber a radiação de Alcione, estrela de quinta dimensão.
Zona arquetípica de sentimentos e sonhos, onde é possível o contato com planos mais elevados, a quarta dimensão é emocional e não física.
As idéias nela geradas influenciam e detonam os acontecimentos na terceira dimensão, plano da materialização.
Segundo as canalizações, a esfera quadri-dimensional é regida pelas energias planetárias de nosso sistema solar, daí um trânsito de Marte, por exemplo, causar sentimentos de poder e ira.
Para realizar esta expansão de consciência é preciso fazer uma limpeza, tanto no corpo físico como no emocional, e transmutar os elementais da segunda dimensão a nós agregados, chamados de miasmas. Responsáveis pelas doenças em nosso organismo, os miasmas são compostos de massas etéricas que carregam memórias genéticas ou de vidas passadas, memórias de doenças que ficaram encruadas e impregnadas devido a antibióticos, poluição, química ou radioatividade.
Segundo as canalizações, esses miasmas estão sendo intensamente ativados pelo Cinturão de Fótons.
Os pensamentos negativos e os estados de turbulência, como o da raiva, também geram miasmas, que provocam bloqueios energéticos em nosso organismo.
Trabalhar o corpo emocional através de diversos métodos terapêuticos - psicológicos, astrológicos ou corporais - ajuda a liberar as energias bloqueadas.
A massagem, acupuntura, homeopatia, florais, meditação, yoga, o tai-chi, algumas danças, etc, são também técnicas de grande efetividade, pois mexem com o corpo sutil e abrem os canais de comunicação com outros planos universais.
As conexões interdimensionais são feitas através de ressonância e para sobrevivermos na radiação fotônica temos que nos afinar a um novo campo vibratório.
Ter uma alimentação natural isenta de elementos químicos, viver junto à natureza, longe da poluição e da radiatividade, liberar as emoções bloqueadas e reprimidas, contribuem para a transição.
Ter boas intenções é essencial, assim como estar em estado de alerta para perceber as sincronicidades e captar os sinais vindos de outras esferas.
Segundo a Agenda Pleiadiana, de Bárbara Hand Clow, o Cinturão de Fótons emana do Centro Galáctico.
Alcione, o Sol Central das Plêiades, localiza-se eternamente dentro do Cinturão de Fótons, ativando sua luz espiralada por todo o Universo.
Mas afinal e nós nisso tudo? Nós somos os mais beneficiados com tudo isso.
Todos nós, os seres encarnados na Terra estamos passando por um processo de iniciação coletiva e escolhemos estar aqui nessa difícil época de transição de nosso planeta, que atingirá todo o Universo.
Os fótons funcionam como purificadores da raça humana e através de suas partículas de luz, às quais estamos expostos nos raios solares, dentro em breve estaremos imersos nesta "Era de Luz", depois de 11 mil anos dentro da Noite Galáctica ou Idade das Trevas, como os hindus se referiam a Kali Yuga.
Como um sistema de reciclagem do Universo, o Cinturão de Fótons inicia a Era da Luz.
Existem diversas formas da humanidade intensificar sua evolução, desenvolvendo um trabalho de limpeza dos corpos emocionais, com o uso de terapias alternativas, como florais, Yoga, Sahaja Maithuna, musicoterapia, cromoterapia entre muitos outros.
São terapias e práticas que trabalham com a cura dos corpos sutis, evitando que muitas doenças sejam desenvolvidas antes mesmo de alcançar o corpo físico, além de curar outras já instaladas.
Cada partícula vai se alojando em todos os cantinhos de nosso planeta trazendo a consciência (Luz), a Verdade, a Integridade e o Amor Mútuo.
Cada um de nós tem um trabalho individual para desenvolver aliado ao trabalho de conscientizaçã o da humanidade.
Os corpos que não refinarem suas energias não conseguirão ficar encarnados dentro da terceira dimensão, pois a quarta dimensão estará instalada.
E todos nós redescobriremos a nossa multidimensionalida de e ativaremos nossas capacidades adormecidas dentro da Noite Galáctica.
A inteligência da Terra será catalizada para toda a Via Láctea. 
Todos estes acontecimentos foram registrados no Grande Calendário Maia, que tem 26 mil anos de duração e termina no solstício de inverno, no dia 21 de dezembro de 2012 dC, que marca a entrada definitiva da Terra dentro do Cinturão de Fótons por 2000 anos ininterruptos.
Consciência é Luz. Luz é Informação.
Informação é Amor. Amor é Criatividade.

domingo, 10 de janeiro de 2010

CASO TRÁGICO NO MAR DA TASMÂNIA

Um caso trágico ocorrido em 21 de outubro de 1978. Um piloto depara-se com um enorme objeto voador sobre o Mar da Tasmânia. Após conversações com a base o piloto e seu avião somem misteriosamente.

Dados Gerais

Local
Mar da Tasmânia, Melbourne, Austrália

Data e Hora
final da tarde 21 de outubro de 1978

Nº de Testemunhas
1 (piloto desaparecido) e operadores da torre no momento

Tipo
desaparecimento de avião CESSNA e piloto durante contato com OVNI

Descrição do caso

Em 21 de outubro de 1978, na região de Melbourne, na Austrália, ocorreu um dos mais assombrosos casos de registro de OVNI da história da Ufologia Mundial. Na ocasião um piloto, Frederick Valentich, perseguiu um OVNI gigantesco antes de sumir das telas dos radares. Até hoje não foram encontrados sinais de Valentich e seu avião.

Tudo começou no final da tarde de 21 de outubro, quando Valentich decolou a bordo de um Cessna-182-L do aeroporto de Moorabbin, em Melbourne, com destino à Ilha King. Valentich tinha planejado seu vôo com antecedência e pretendia passar sobre o Cabo Otway, nas proximidades do Estreito de Bass. Valentich conhecia esta região muito bem pois já tinha efetuado vôos sobre esta região em várias ocasiões. O vôo deveria durar aproximadamente 90 minutos, devendo chegar por volta das 19:50 em seu destino.

Diálogo

Quando passava sobre o Cabo Otway Valentich comunicou-se com o centro de controle aéreo local informando que estava a 4500 pés de altura, sobre o mar. Eram 19:00 hs e o céu estava limpo possibilitando ampla vista de toda a região. Seis minutos depois Valentich contatou novamente a torre solicitando informações sobre luzes que ele estava vendo a quilômetros de sua posição. O controlador afirmou desconhecer a natureza da luz observada. Valentich resolveu aproximar-se da estranha luz para identificá-la. Ele manteve contato por rádio com a torre de controle informando tudo o que acontecia. Confira trechos do diálogo:

19:06:44
FV: Melbourne, aqui é Delta Sierra Juliete. Há algum tráfego abaixo de mim a 5 mil?

C: Delta Sierra Juliete, não há nenhum tráfego conhecido.

FV: Delta Sierra Juliete, aqui. Parece ser uma grande aeronave abaixo de mim 5 mil.

19:06:44

C: Delta Sierra Juliete, que tipo de aeronave é essa?

FV: Delta Sierra Juliete, aqui. Eu não posso precisar. Apresenta 4 luzes. É como as luzes de pouso de uma aeronave.

19:07:00

C: Delta Sierra Juliete.

19:07:31

FV: Melbourne, aqui Delta Sierra Juliete. A aeronave acaba de passar sobre mim a pelo menos mil pés.

C: Delta Sierra Juliete, "roger". E é uma grande aeronave? Confirme?

FV: Desconheço devido à sua velocidade. Existe alguma aeronave da Força Aérea nas vizinhanças?

C: Delta Sierra Juliete. Não há nenhum tráfego nas vizinhanças.

19:08:18

FV: Melbourne, está se aproximando agora, vindo do leste na minha direção.

C: Delta Sierra Juliete

19:08:41 – (...) microfone ficou aberto por 2 segundos.

19:08:48

FV: Delta Sierra Juliete, aqui. Me parece que a coisa está jogando algum tipo de jogo. Está voando duas ou três vezes a velocidade que eu não posso identificar.

19:09:00

C: Delta Sierra Juliete, "roger". Qual o seu nível atual?

FV: Meu nível atual é 4,5 mil; 4,5,0,0.

C: Delta Sierra Juliete. E você confirma que não pode identificar a aeronave?

FV:: Afirmativo

C: Delta Sierra Juliete, "roger". Aguarde.

19:09:27

FV: Melbourne, aqui Delta Sierra Juliete. Aquilo não é uma aeronave; aquilo está...(microfone aberto por 2 segundos)

19:09:42

C: Delta Sierra Juliete, você pode descrever a aeronave/

FV: Delta Sierra Juliete, aqui. Quando passa, parece ser enorme, comprido...(microfone aberto por mais 3 segundos); não posso identificar mais que...aquilo é muito rápido; (microfone aberto por mais 3 segundos)...está bem na minha frente agora, Melbourne!

19:10:00

C: Delta Sierra Juliete, "roger". Me informe qual o tamanho que o objeto pode ter.

19:10:19

FV: Delta Sierra Juliete, Melbourne. Parece que está estacionário. O que eu estou fazendo bem agora é orbitar, e a coisa está orbitando sobre mim também; a coisa tem luzes verdes e algum tipo de superfície metálica, pois toda ela brilha por fora.

C: Delta Sierra Juliete.

19:19:46

FV: Delta Sierra Juliete aqui. (...) (microfone aberto por 5 segundos). A coisa simplesmente desapareceu.

C: Delta Sierra Juliete.

19:10:46

FV: Melbourne, vocês saberiam informar que tipo de aeronave é aquela? Seria uma nave militar?

C: Delta Sierra Juliete. Confirme que a aeronave desapareceu.

FV: Repita por favor.

C: Delta Sierra Juliete, a aeronave ainda está aí com você?

FV: Delta Sierra Juliete. Está...oh, não...(microfone aberto mais 2 segundos). Está agora se aproximando, vindo de sudoeste.

C: Delta Sierra Juliete.

19:11:50

FV: Delta Sierra Juliete, aqui. O aparelho é muito estranho. Agora eu o tenho e 23 ou 24...e a coisa está...

C: Delta Sierra Juliete, "roger". Quais são as suas atitudes agora?

FV: Minha atitude agora é para a Ilha King, Melbourne...Aguarde...a estranha aeronave está sobrevoando-me agora, bem acima, novamente...(microfone aberto por 2 segundos); Está acima de mim e não é uma aeronave...

C: Delta Sierra Juliete

19:12:28

FV:: Delta Sierra Juliete, Melbourne...(microfone aberto por mais 2 segundos)

19:12:55 – Fim das comunicações após 17 segundos de ruídos metálicos de origem desconhecida.

Mapa indicando onde o caso ocorreu

Documento do Departamento de Transportes da Austrália relativo à investigação do incidente

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Ancient Aliens - OS ETS NA ANTIGUIDADE

Documentario history channel legendado.
Eram os deuses astronautas? OS alienigenas na nossa antiguidade

 

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

CASO ROSMEAD, ÁFRICA DO SUL – POUSO DE OVNI

Um interessante caso de avistamento de OVNI com vestígios físicos da pouco conhecida casuística africana

Dados Gerais

Local
Rosmead, em Eastern Cape , na África do Sul

Data e Hora
20:15 hs de 12 de novembro de 1972

Nº de Testemunhas
várias

Tipo
passagem ou pouso de OVNI com vestígios físicos

Um dos mais interessantes casos registrados pela pouco conhecida ufologia africana ocorreu na cidade de Rosmead, em Eastern Cape , na África do Sul em 1972. Nesse ano diversos casos de contato imediato foram registrados na região. O caso Rosmead ocorreu no fim desta onda ufológica, em 12 de novembro de 1972.

Era por volta de 8:15 da noite ,quando quatro soldados de uma base militar de Eastern Cape observaram um conjunto de luzes rotativas de coloração avermelhada perto do quartel onde estavam servindo. O avistamento durou um curto intervalo de tempo, pois o objeto desapareceu antes que os militares pudessem tentar identificá-lo.

Mais ou menos nesse mesmo horário, o diretor da escola secundária de Rosmead, Harold Truter, dirigia-se para o trabalho. Nas proximidades da escola ele observou um estranho objeto luminoso, de tons esverdeados, deslocando-se pelo céu disparando um raio luminoso em direção ao chão. De onde se encontrava, ele pôde observar a escola, e oito árvores ao lado da quadra de tênis, exatamente onde o objeto se encontrava. Já próximo da escola ele observou que o OVNI deslocou-se, saindo das proximidades da escola e posicionando-se sobre o cume de uma colina próxima, perto de um estaleiro.

Ao chegar na escola, o diretor sentiu um cheiro de óleo queimado. Olhando por cima do muro percebeu que a quadra de tênis estava destruída. Alguma coisa havia descolado o piso e em várias partes ele havia sido aparentemente revirado. Alguns buracos tinham 12,5 cm de profundidade. Em um deles havia uma poça alcatrão derretido. Posteriormente, durante uma investigação mais detalhada, descobriu-se marcas simétricas semelhantes à marcas de aterrissagens encontradas em diversos casos de pousos em vários países. Mais tarde, pedaços da quadra foram encontrados a 183 metros de distância, em um bosque de eucalipto. Algumas destas árvores apresentavam-se queimadas, secando nas semanas seguintes e morrendo dois meses depois do episódio.

A polícia da cidade recebeu, naquela noite, numerosas chamadas de pessoas que estavam avistando o estranho objeto. Alguns policiais que passavam pela região, a fim de atender estas chamadas, foram testemunhas do aparecimento do OVNI.

Vestígios físicos da passagem do OVNI, em Rosmead, África do Sul

Vestígios físicos da passagem do OVNI, em Rosmead, África do Sul