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quinta-feira, 21 de abril de 2011

HÁBITOS INFELIZES

*Usar pornografia ou palavrões, ainda que
estejam supostamente na moda.
*Pespegar tapinhas ou cotucões a quem se
dirija a palavra.
*Comentar desfavoravelmente a situação de
qualquer pessoa.
*Estender boatos e entretecer conversações
negativas.
*Falar aos gritos.
*Rir descontroladamente.
*Aplicar franqueza impiedosa a pretexto de
honorificar a verdade.
*Escavar o passado alheio, prejudicando ou
ferindo os outros.
*Comparar comunidades e pessoas, espalhando
pessimismo e desprestígio.
*Fugir da limpeza.
*Queixar-se, por sistema, a propósito de tudo
e de todos.
*Ignorar conveniências e direitos alheios.
*Fixar intencionalmente defeitos e cicatrizes
do próximo.
*Irritar-se por bagatelas.
*Indagar de situações e ligações, cujo sentido
não possamos penetrar.
*Desrespeitar as pessoas com perguntas
desnecessárias.
*Contar piadas suscetíveis de machucar os
sentimentos de quem ouve.
*Zombar dos circunstantes ou chicotear os
ausentes.
*Analisar os problemas sexuais seja de quem
seja.
*Deitar conhecimentos fora de lugar e condição,
pelo prazer de exibir cultura e competência.
*Desprestigiar compromissos e horários.
*Viver sem método.
*Agitar-se a todo instante, comprometendo
o serviço alheio e dificultando a execução dos
deveres próprios.
*Contar vantagens, sob a desculpa de ser
melhor que os demais.
*Gastar mais do que se dispõe.
*Aguardar honrarias e privilégios.
*Não querer sofrer.
*Exigir o bem sem trabalho.
*Não saber aguentar injúrias ou críticas.
*Não procurar dominar-se, explodindo nos
menores contratempos.
*Desacreditar serviços e instituições.
*Fugir de estudar.
*Deixar sempre para amanhã a obrigação que
se pode cumprir hoje.
*Dramatizar doenças e dissabores.
*Discutir sem racionar.
*Desprezar adversários e endeusar amigos.
*Reclamar dos outros aquilo que nós próprios
ainda não conseguimos fazer.
*Pedir apoio sem dar cooperação.
*Condenar os que não possam pensar por
nossa cabeça.
*Aceitar deveres e largá-los sem consideração
nos ombros alheios.
Francisco Cândido Xavier.
Da obra: Sinal Verde.
Ditado pelo Espírito André Luiz.
HÁBITOS INFELIZES André Luiz

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