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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

PROJETO REVELAÇÃO - OVNIS - LEGENDADO

The Disclosure Project ou o Projeto Revelação é um projeto de investigação sem fins lucrativos que está tentando expor completamente os fatos sobre os OVNIs, inteligência extra-terrestre e avançados sistemas de propulsão e energia. Com mais de 400 testemunhas vindas da comunidade de inteligência, setores militares e etc, trazem à tona informações sobre ovnis, ets, e tecnologia alienígena e o acobertamento dessas informações até hoje, trazendo provas irrefutáveis!

Em 9 de maio de 2001 foi realizado uma das maiores e mais bem sucedidas conferências de imprensa na recente história do Clube Internacional de Imprensa de Washington DC. Mais de 20 testemunhas do exército, governo e corporações apresentaram seus testemunhos sobre claros eventos OVNI/Extraterrestre diante de milhões de pessoas. Este acontecimento deu inicio à Campanha Revelação que foi levada para a mídia do mundo inteiro. O evento foi transmitido por internet ao vivo e às 9 da manhã 250.000 pessoas estavam esperando em linha o começo da conferência, o maior até então havia sido de 25.000 conexões, apesar de na primeira hora de conferência do dia 9 de maio haver sido "eletronicamente bloqueada", mas que eventualmente milhares de pessoas ao redor do mundo conseguiram ver, segundo o presidente da ConnectLive, empresa responsável pela transmissão através da rede de todos os eventos do Clube Internacional de Imprensa.














ALGUNS CASOS DE LEMBRANÇAS DE REENCARNAÇÕES PASSADAS

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

HISTÓRIA REAL DE REENCARNAÇÃO



Anna Bolena - ainda assombra


Anna Bolena

FONTE: BERNAUW, Patrick. The ghost of Anne Boleyn
publicado em 17/02/2009 ─Trad., adapt. & pesquisa Ligia Cabus
[http://socyberty.com/paranormal/the-traveling-ghost-of-the-headless-witch-anne-boleyn/]

Esq.: O começo: tudo é romance e promessa. Esq.: O fim ─ Anne Boleyn in the Tower, 1835.

Edouard Cibot [1799-1877]. Musée Rolin ─ Autun, France.

Era ainda uma adolescente quando foi para a corte francesa; e ali deparou-se com uma sociedade imoral. Na Inglaterra, sua irmã, Mary, veterana cortesã, era amante do rei. Anna achou que podia fazer melhor: ela queria ser a esposa. Por seis anos durou o jogo de sedução entre Anna e o monarca. Jogo sutil que ela aprendeu em Paris. Quando a rainha, Catarina de Aragão falhou em gerar um herdeiro, um varão, Henrique achou que era um momento oportuno. Momento para fazer de Anna Bolena a próxima rainha da Inglaterra, a segunda esposa de Henrique VIII.

Ela causava problemas: é um fato. Ciumenta ao extremo, sempre cometendo suas impropriedades. Porém, não merecia ser acusada daqueles crimes tão abomináveis: traição, adultério [com quatro homens], incesto [com seu irmão George, Lord Rochford], bruxaria. Mas quando o assunto era se livrar de uma esposa Henrique VIII fazia qualquer negócio.

Para casar com Anna, Henrique rompeu com a Igreja Católica Romana e adotou o Protestantismo na Inglaterra. Por conta disso, os historiadores católicos jamais a perdoaram, culparam-na ─ e a ela atribuíram as mais abomináveis perversões da moral, da ordem e dos bons costumes.

Em 1536, o bispo Fisher foi decapitado por recusar-se a reconhecer Henrique como chefe da Igreja. Na ocasião, correram boatos de que Anna mandou que levassem para ela a cabeça do bispo em prato e, tendo a horrenda peça diante de si, transpassou a língua do morto com um estilete de prata. Também diziam que, quando ainda era concubina, tentou envenenar a rainha Catarina e a princesa Mary. Finalmente, muitos acreditavam que Anna Bolena era uma bruxa praticante dos mais indecorosos atos do diabolismo.

Mas o único e verdadeiro crime de Anna Bolena foi o mesmo cometido por Catarina de Aragão: não gerar o ansiado filho varão de Henrique VIII. O rei desgostou-se com a segunda mulher tal como aconteceu com a primeira. Mal suspeitava ele, que a filha concebida com Anna Bolena tornar-se-ia Elizabeth I [1533-1603, chamada a Rainha Virgem], considerada a mais admirável das rainhas da Inglaterra.

Em abril de 1536 cinco homens foram presos sob a acusação de serem amantes da rainha. Entre eles, o irmão dela. Antes de serem torturados, todos afirmaram a inocência da rainha. Mas depois da tortura, um, e somente um deles, o músico holandês Mark Smeaton, acusou-a de infidelidade conjugal. Anna foi presa junto com o irmão. Todos foram encarcerados na Torre de Londres.

Seis Dedos, Três mamilos ─ Em sua pressa de livrar-se dela, o rei declarou que tinha sido enfeitiçado pela mulher. A essa altura, era amplamente aceito como fato que Ana tinha três mamilos, seis dedos na mão esquerda desde a infância sentia uma significativa aversão ao dobrar dos sinos das igrejas, o que era comum nas bruxas. Estava claro! Anna Bolena tinha feito um pacto com o Diabo e o rei tinha sido vítima da maldade de uma feiticeira.

Em 17 de maio [1536] os cinco homens foram executados e, dois dias depois, Anna Bolena foi decapitada. Vestia uma manto leve sobre um traje vermelha. Sua magnífica cabeleira negra estava meio encoberta pelo capuz adornado com pérolas. Quando subiu ao cadafalso, os olhos brilhando, parecia zombar da morte e brincou com o carrasco mencionando seu pescoço pequeno, apelando para habilidade do executor.

Sua bravura fez com que o Governador da Torre escrevesse: Essa senhora morreu com extrema elegância [ou, em tradução literal:Essa senhora teve muito prazer em morrer]. Muitos interpretaram esse comportamento como satisfação de bruxa: porque ia encontrar seu verdadeiro consorte, o Príncipe da Escuridão. Na Torre, ela escreveu um poema:


Morte
Acalenta meu adormecer
Permita-me um repouso tranqüilo
Deixa passar meu espírito
completamente inocente

Lá fora tocam os sinos
dos maus presságios
Lúgubres
Deixe-os tocar
anunciando minha morte
Por que eu preciso morrer

Assombração ─ Apesar do apelo poético, o espírito dela não descansou [nem descansa]. Ela foi vista em muitos lugares, particularmente naqueles onde viveu, uma vez; muitas vezes, aparece em seu coche fantasma conduzido por cavalos sem cabeça, um elemento mítico muito associado à bruxaria e demonolatria.

No castelo de Blickling Hall, Norfolk, todos os anos ela faz uma aparição espetacular no aniversário de sua morte: em seu coche, os cavalos fantasmas galopando na avenida guiados por um cocheiro igualmente sem cabeça.


Na época do Natal, o fantasma vai a Kent, outra residência da família, ela desfilar em seu coche macabro na avenida do Hever Castle. Naquela edificação do século XIII, à sombra de um frondoso carvalho, Henrique cortejou, primeiro Mary, a irmã mais velha; mais tarde, Anna. Ainda durante o Natal, ela durante doze noites ela assombra Rochford, distrito de Essex, onde viveu quando era criança. Nessas ocasiões, assume as feições de uma mulher sem cabeça trajando ricas vestes de seda.

Também é freqüente que seja vista uma certa janela do castelo de Windsor porém, o local preferido dessa alma penada é a Torre, onde ficou presa, morreu decapitada e onde está sepultada. Seu corpo jaz na igreja de Saint Peter ad Vincular [São Pedro Acorrentado], situada dentro da própria Torre. Muitos anos depois da morte, seu caixão foi aberto; ela foi identificada pelo seu infame sexto dedo.

A pequena igreja de São Pedro Acorrentado naturalmente, também é assombrada. Nos anos de 1880, um oficial da guarda percebeu uma luz brilhando dentro da capela. Perguntou ao sentinela o que era aquilo mas o soldado disse que não sabia nem tinha vontade de saber. Curioso, o oficial providenciou uma escada para alcançar a altura necessária e, assim, pôde espreitar pela janela. Viu a igreja iluminada por uma luminosidade mortiça e uma procissão de pessoas usando roupas da época elisabetana movia-se entre os bancos. Guiando a procissão, estava a mulher: em trajes esplendorosos, adornada com jóias. Seu rosto lembrou ao oficial um retrato de Anna Bolena. Subitamente, a procissão desapareceu e igreja mergulhou em escuridão.

Todavia, as aparições de Anna Bolena na Torre não são sempre inofensivas. Ao contrário, em geral, são horripilantes. Em 1817, um sentinela simplesmente teve uma parada cardíaca e morreu ao deparar-se com ela em uma escada.

Em 1864, um soldado foi levado à corte marcial. Tinha sido encontrado adormecido em serviço. \Mas ele negou que dormia; antes, estava desmaiado depois de encontrar a figura pálida de uma mulher que usava um estranho chapéu; mas não havia cabeça sustentando o chapéu. Ele bradou: Quem vem lá?! E avançou; a mulher também se adiantou até que foi transpassada pela baioneta. Mas era como se o sentinela tivesse golpeado o nada, mas um nada ardente que provocou-lhe um choque.

Muitas testemunhas afirmaram diante da corte que também tinham visto aquela mesma mulher sem cabeça, naquela mesma noite próxima ao Lieutenant's Lodgings [alojamento dos militares]; e um oficial da Torre declarou que tinha ouvido o brado do sentinela e visto que ele avançava com sua baioneta. Também viu o espectro atravessar não só a baioneta mas passar através do sentinela também. A corte declarou o réu inocente.


Moça de Família

Os relatos sobre as cortesãs européias podem suscitar a idéia de que de todas faziam parte de uma mesma casta de aventureiras. Mas não era assim. Muitos jovens, moças e rapazes debom nome, de famílias ricas, aristocratas, mal saíam da infância, iam ou eram mandados para a corte: uma etapa normal em um processo de desenvolvimento.

Na época das grandes monarquias absolutas, freqüentar as melhores cortes européias fazia parte da educação. Nos salões reais se aprendia o trato ou traquejo social, travavam-se relações de conveniência política e econômica, contratavam-se os casamentos.

Anne Boleyn [1501/1507-1536], filha de Sir Thomas Boleyn, diplomata [primeiro conde de Wiltshire] e Lady Elizabeth Howard [filha do 2º duque de Norfolk, era Marquesa de Pembroke. Sua família era uma das mais respeitadas da aristocracia inglesa.


Anne Boleyn, pintura do século XVII atribuída a Marcus Gheeraerts, o Jovem

Aos doze era dama de honra da condessa Margareth, governante da Holanda, filha do rei Maximiliano I, Áustria. Ela tinha boas maneiras, era estudiosa. Na primavera de 1513 estava na França a serviço da irmã de Henrique VIII, Mary Tudor que ia se casar com Luis XII [da França] no ano seguinte[09/10/1514]. Luis XII morreu logo, em janeiro 1515. Subiu ao trono Francis I.

Anna continuou na corte francesa onde desenvolveu o interesse pela moda, filosofia religiosa, poesia e literatura; aprendeu cultura francesa e os mais refinados princípios de etiqueta.

O historiador e biógrafo Eric Ives, conjetura sobre uma aproximação entre Anna Bolena e a irmã do rei Francis I. Marguerite of Anglouleme [ou Margaret of Navarre, 1492-1549], benfeitora e simpatizante dos humanistas e reformistas [adeptos da Reforma Protestante].

Intelectual, Margaret escreveu sobre misticismo cristão e reforma religiosa e, se não fosse a proteção do irmão monarca, por muito pouco poderia ser acusada de heresia. Anna fazia parte do círculo social de Margaret.

Em 1522, Anna Bolena estava de volta à Inglaterra. O estágio na França mostrou sua utilidade. Apareceu pela primeira vez na sociedade inglesa no Chateu Vert [Green Castle] em uma cerimônia em honra de embaixadores imperiais. Neste dia ela dançou com a irmã mais nova do rei.

A historiadora norte-americana Retha M. Warnicke escreveu: [Anna] era uma perfeita cortesã. Graciosa, com suas roupas francesas. Dançava bem, cantava bem, tocava alaúde e vários outros instrumentos musicais, falava francês fluentemente.

MISTÉRIOS - O Pequeno Alienígena do México


México, maio de 2007 ─ a TV mexicana apresentou uma reportagem inacreditável. Um hominídeo foi encontrado vivo pelo fazendeiro Marao Lopez, ao entardecer, preso em uma armadilha de metal, em Mentepec, subúrbio de Toluca.


Nos dias que se seguiram alguns homens foram ver o monstro e tiraram fotografias. Diante aspecto apavorante da criatura, embora fosse pequena, com seus 10 centímetros de altura, resolveram matar o estranho ser. E assim foi feito, afogando-o em uma vala [de escoamento de águas]. Foi difícil: por alguma razão ele não morria.

Três vezes o fazendeiro afundou sua vítima nas águas e nada. Foram necessárias mais de três horas mantendo o bicho submerso para que a vida finalmente abandonasse aquele corpo, ao mesmo tempo, frágil e assustador. Guardou o cadáver.

Explica-se: parecia ser anfíbio e deve ter morrido de exaustão ou sucumbido à debilidade e à violência. Somente no final de 2008, através do jornalista e investigador de mistérios mexicano Jaime Maussan, Lopez entregou o corpo ressecado para especialistas acadêmicos. Os cientistas examinaram: testes de DNA, scaners para revelar a estrutura óssea.

Em agosto deste ano [2009], finalmente os cientistas anunciaram suas descobertas: a criatura assemelha-se a um lagarto. Seus dentes não possuem raízes. Devia ser anfíbio e poderia ficar submerso por muito tempo. Mas tem semelhanças com a espécie humana, como o tamanho do cérebro e a configuração, especialmente na parte de trás do órgão, que estava plenamente desenvolvido e era mais sofisticado do que o de qualquer outro animal. O estranho foi classificado pelos pesquisadores como uma forma de vida inteligente.

Em meados de abril [2009] Jaime Maussan levou o espécime ao chefe do Imaging Departament do Mexican Institute of Nutrition, Dr. Jesus Higuera. Ali, o cadáver foi examinado com o melhor equipamento de tomografia 3D do continente. Higuera ficou completamente perplexo: definitivamente, não é um primata. Talvez seja uma nova espécie. É certo que trata-se de um exemplar adulto, e não infante, como inicialmente se presumiu, por causa do tamanho. No momento, o baby-alien do México estaria na Espanha, University of Granada, onde um especialista no assunto [DNA], Dr. Jose Antonio Lorente, vai fazer testes de DNA.

Na região onde este pequeno alien foi encontrado são freqüentes as ocorrências de crop-circles, desenhos, símbolos que que aparecem nos campos criados pela ceifa misteriosa das plantações. Ufologistas especulam que o alienígena pode ser um híbrido ou mesmo um espécime mal sucedido deixado para trás por extraterrestres. Jaime Maussan apresentou o caso no International UFO Congress, em Laughli ─ Nevada, USA.

Marao Lopes morreu misteriosamente. Foi encontrado em um carro incendiado no acostamento de uma estrada. Seu corpo foi completamente carbonizado. [WARREN, Joshua P.. The Screaming Demon of Mexico Apud Forum Gorillamask] [http://forum.gorillamask.net/showthread.php?t=20138]

domingo, 25 de outubro de 2009

NASA Transmissões Secretas - Ufos, Óvnis (Legendado, Português)

SÃO 9 FILMES - DOCUMENTÁRIO MUITO BEM FEITO



















Nibiru - A polêmica continua


Salvatore De Salvo responde ao artigo escrito por Marco Petit na edição da UFO 151, de março de 2009
A edição UFO 151 traz a reportagem Uma Nova Visão sobre a Existência e Suposta Ameaça deste Misterioso Astro a Terra de autoria do célebre e estimado ufólogo Marco Antonio Petit, um dos nossos mais assíduos pesquisadores no campo da Ufologia e uma das principais colunas nas quais se apóia essa ciência, no Brasil e, por consequência, a Revista UFO. Todavia, em que pese à profunda admiração que nutro em relação ao autor do artigo, do qual me considero amigo, não é possível assistir calado ao que ele escreve e, por isso, passo a tentar esclarecer tanto ao público quanto ao Petit. Assim, tentarei responder às principais dúvidas por ele levantadas, trazendo mais informações e mais detalhes, de maneira que, espero, as nuvens sejam dissipadas.

Esclarecimentos

No XIII Diálogo com o Universo, realizado de 21 a 24 de fevereiro de 2009, em Curitiba, apresentei a palestra A Próxima Chegada do Planeta X. Na mesma, logo no início, revelei a fonte de minhas informações: um livro mundialmente conhecido e famoso de título: Planet X Forecast and 2012 Survival Guide, que, em sua primeira página traz sete citações de vários autores, que aqui transcrevo:

· A tour de force Planet X – 2012 Page Turner. Required reading for those who get it want to live through it (“Tour de force” Planeta X – 2012, Aquele que Virará a Página. Leitura obrigatória para aqueles que querem sobreviver à sua passagem) por Echan Deravy, autor de Solar Code.
· Written in an easy-to-read style that honors the 2012 predictions of the Maya (Escrito num estilo de fácil compreensão que honra as previsões Maias sobre 2012), pelo antropólogo maia George Erikson, autor de Atlantis in America: Navigators of the Ancient World.
· Chilling insights into how the world’s power elite are preparing for 2012. Truth that’s hard to handle (Deprimentes critérios de como a elite das potências mundiais estão se preparando para 2012. Verdade difícil para ser controlada), por Philip Gardiner, autor de Secret Societies, Gnosis e The Shinning Ones.
· Delivers practical, life-sparing concepts that make sense (Distribuição prática, conceitos que fazem sentido para poupar vidas), por Frank Joseph, autor de There Are No Coincidences, Survivors of Atlantis e Discovering the Mysteries of Ancient America.
· Required reading for those who are beyond the Planet X debate and now want to do something about it (Leitura obrigatória para aqueles que estão além do debate do Planeta X e que querem fazer algo a esse respeito), por Greg Jenner, autor de Planet X and The Kolbrin Bible Connection.
· Be prepared, be very prepared: you need this book for 2012 (Esteja preparado, muito bem preparado: você precisa deste livro para 2012), por Andy Lloyd, autor de The Dark Star.
· Excellent analysis of the looming 2012 solar threat, and how Western governments are responding to it (Excelente análise do aparecimento gradual de um perigo solar em 2012 e como os governos ocidentais estão respondendo a isso), por Patrich Geryl, autor de How to Survive 2012, The World Cataclysm in 2012 e The Orion Prophecy.

Para quem quiser adquirir as obras a quais me baseei, eis algumas informações mais: os autores são Jacco van der Worp, MSc, Marshall Masters & Janice Manning. Editora: Your Own World Books, Silver Springs, NV, PlanetXForecast.com, Youbooks.com ou Yowusa.com, registrada na Category: Non Fiction Astronomy - Categoria: Astronomia Não Fictícia, ou seja, Categoria de Astronomia não imaginária. O que me moveu a escrever o artigo foi a revolta crescente em mim, ao longo dos últimos anos, ao encontrar, em várias ocasiões, referências a esse misterioso planeta e aos esforços que os governos estão fazendo para esconder de nós esses conhecimentos, de maneira acintosa e totalmente desrespeitosa para nós, que, embora pagadores de impostos, estamos sendo vítimas de um complô mundial para esconder algo que temos o direito de conhecer. É minha opinião que, seja o que for o Planeta X, seja o que for que poderá ocorrer a esse nosso maravilhosos planeta, nada justifica a atitude dos governos de escamotear, confundir, controverter, negar, abster-se de informar, na que considero uma das maiores “sacanagens” perpetradas contra quem paga impostos e sustenta esses governos que, supostamente, deveriam ser nossos principais protetores.

Infelizmente, Marco Antonio Petit costuma não assistir minhas palestras, embora eu assista todas as dele. Talvez, ache que o que tenho a dizer não seja interessante, não sei, mas se tivesse presente não teria porque apresentar dúvidas quanto às minhas fontes de informação. Elas foram apresentadas logo no início da palestra. Considero minhas fontes como dignas, do maior respeito e as aceito como legítimas. Há algo mais a esclarecer. O título do livro diz claramente: Forecast, cuja tradução precisa é: Previsão, profecia, prognóstico. Acho não ser necessário explicar mais. O que os governos, a mídia, os cientistas e estudiosos têm hoje são previsões. E, no decorrer da palestra, várias vezes confirmei esse conceito. O retorno do Planeta X está sendo anunciado ao mundo, mas poderá não ocorrer - hipótese da qual sou ardoroso defensor, porque faço parte desta humanidade e a coisa poderá atingir-me e à minha família.

Respostas às afirmações de Petit

Diz Petit: “A edição UFO 148, de dezembro de 2008, veiculou um artigo bombástico de autoria do professor universitário Salvatore De Salvo...”. Bombástico não foi o artigo que escrevi. Bombástica seria a situação, e o artigo não poderia ser diferente. O que eu queria era chamar a atenção do público a respeito de um eventual perigo que ameaçaria a Terra. Como, então, deveria começar? “Queridos amigos - como disse a edição do Fantástico de 01 de março de 2009 - não tenham medo, tudo que dizem é mentira e nada acontecerá, fiquem tranqüilos” - e paguem suas dívidas. Isto é exatamente o que os governos apresentam à mídia que manipulam. Não é o que eu queria dizer e não é o que eu disse. Embora se trate de previsões, todos concordam que as informações que vazam continuamente convergem apenas numa direção: a do retorno do diabólico Nibiru. Vejamos:

Convergência de informações

Segundo Petit, a discussão sobre Nibiru começou com a publicação de Zecharias Sitchin, O 12º Planeta, Editora Best Sellers, 1990. Discordo, porque a discussão sobre esse astro existe há milênios, porque há referência sobre ele na Bíblia Sagrada, na Bíblia Kolbrin, nas obras dos Maias, nos textos védicos dos hindus e em numerosos livros, que considero excelentes, entre os quais sugiro Mundos em Colisão e Earth in Upheaval, de Immanuel Velikowsky. Quanto ao fato que Sitchin sustenta que a atual humanidade seja resultado de um cruzamento do animal que vivia aqui com os Annunaki que estariam chegando de Nibiru, também há algo a ser dito. Concordo com essa tese, tanto que a apresentei em meu livro O Enigma de Mu, de recente publicação. Concordo com o que declara Petit em sua obra Terra, Laboratório Biológico Terrestre [LIV-002, da coleção Biblioteca UFO] que a vida só é possível em certa faixa de distância da estrela mãe - o Sol, no nosso caso -, o que excluiria qualquer possibilidade de vida em Nibiru, devido à forte excentricidade de sua órbita; segundo Sitchin, os Annunaki têm tipo físico igual ao ser humano.

Pergunto: Por que isto seria impossível? Nada sabemos sobre esses visitantes, nem tampouco sobre o nível de avanço tecnológico que poderiam ter alcançado. Mas sabemos que vieram e que interferiram com a vida daqui. É algo lícito admitir que seres capazes de se deslocar nos espaços siderais devem ter alcançado níveis absolutamente impensáveis para nós. Ao se afastar do Sistema Solar, os Annunaki morreriam pelo frio. Quem pode afirmar que eles não tenham conseguido utilizar a energia do ponto zero ou, em outras palavras, a energia do vácuo, infinita e, desde sempre, a completa disposição de quem consiga capturá-la? Com energia infinita a disposição seria absolutamente possível a viagem interestelar e a vida, como a conhecemos, mesmo em situação aparentemente adversa. Sugiro que Petit leia minhas obras Sinfonia da Energética I e Sinfonia da Energética II, recentemente lançadas em Curitiba, para saber mais sobre essa energia. Esses dois livros são os únicos, em português, que falam sobre as energias virtuais e as ondas escalares. No volume I, trago as informações de dois dos nossos melhores físicos que calcularam que a energia contida no vácuo de uma xícara de chá seria suficiente para evaporar - não simplesmente aquecer - todos os oceanos da Terra. E é bom saber que nós também sabemos utilizar essa energia. Há cerca de 30 anos, na Suíça, existe uma comunidade cristã primitiva que é aquecida e iluminada em todas suas dependências por uma máquina que é posta em movimento com um dedo e, a partir daí, produz 2-3 kW/h, sem qualquer aporte de energia. Esta não é desinformação. É informação!

Fui, pessoalmente, participar a quatro Congressos mundiais, em Colorado Springs (EUA) sobre Nikolas Tesla, do qual sou um feroz admirador e lá aprendi que existe esse tipo de energia. Nas últimas semanas, 02 a 08 de março de 2009, o History Channel veiculou uma série de reportagens sobre Nibiru, previsões bíblicas e maias etc. e, numa delas, apresentou todos os tipos de energia que poderíamos utilizar na Terra em substituição ao petróleo e ao carvão. Todos os tipos. Mas nem uma palavra sobre a energia virtual ou do ponto zero. Pergunto: por quê? A resposta parece simples. Esta seria a maior de todas as revoluções, porque tornaria obsoletas todas as outras tecnologias e mudaria substancialmente nosso mundo, porque esse tipo de energia pode ser convertida em eletricidade e mover tudo, sem poluição. Pense um pouco nisso, amigo Petit. Baseados em meu livro Sinfonia da Energética II, dois jovens engenheiros do grupo do doutor Norberto Keppe, um genial psiquiatra, desenvolveram um motor que revelou ser superior a tudo que a ciência conhece e que foi apresentado e testado num Congresso em San Diego (EUA), em 2008. O mesmo motor foi apresentado no Evento Ecogerma 2009, realizado na Transamérica Expo Center, em São Paulo, de 12 a 15 de março de 2009. Outro motor, mais avançado, está para ser certificado pelo Centro de Pesquisas Nucleares da França como “motor overunity”. E, então, se nós já chegamos a isso, onde teriam chegado os eventuais “impossíveis” habitantes de Nibiru?

Outra questão

Afirma Petit que me baseei num informe do Washington Post sobre a observação do satélite IRAS [Satélite Astronômico Infravermelho]. Quanto ao IRAS, o texto consultado declara: “IRAS – A Primeira Observação Não Oficial do Planeta X. Lançado em 1983, o satélite astronômico infravermelho foi um projeto conjunto dos Estados Unidos, Reino Unido e Holanda, para mapear o céu com um telescópio infravermelho embutido. Colocado em órbita em volta à Terra, funcionou por 10 meses antes que um defeito forçou sua derrubada, mas, até então, ele conseguiu 350.000 fontes de radiação infravermelha e mapeou 96% do céu visível”. O livro no qual me apoiei publica o seguinte quadro:





Medidas de radiações:
Nanômetro (nm): um bilionésimo de metro; Mícron (m): um milionésimo de metro;
UV = 200 a 380 nm; Luz visível = 380 a 780 nm;
Infravermelho (próximo) = 780 nm (0,780 m) a 10 mícrons;
Infravermelho (distante) = 10 mícrons a 200 mícrons.

A desculpa formal para o término da missão IRAS foi o mau funcionamento do sistema de resfriamento do satélite. De acordo com John Maynard, ex-oficial da inteligência norte-americana, que se tornou um “alcaguete” do governo, esta explicação oficial não foi a verdadeira razão, porque os astrônomos do IRAS tinham detectado uma maciça fonte de calor no mais afastado ângulo do Sistema Solar, bem debaixo da eclíptica, vários meses antes. Para poder elaborar e disponibilizar uma efeméride melhor, os controladores de terra declararam o defeito do resfriador e cessaram de compartilhar os dados com os sócios europeus. Então, os controladores usaram os combustíveis remanescentes do satélite para continuar as observações em privado, antes dele ser definitivamente extinto. E o ufólogo Petit dedica boa parte de seu estudo para apresentar várias tentativas dos astrônomos para explicar e encontrar o tal Planeta X, que, segundo ele, não existe. Isto já aconteceu no passado. Tudo que precisamos fazer é persistir na busca com instrumentos mais sensíveis. E queira Deus que não o encontrem. Em questões de astronomia e de universo devemos sempre lembrar o que Isaac Newton declarou: “O que sabemos do universo é uma gota. O que ignoramos é um oceano”. Algo mais sensato, creio eu, seria observar os sinais indiretos que já existem para tentar ajuizar melhor uma ideia. E estes são inúmeros.

Sinais indiretos da presença de Nibiru

Para começar, cientistas como Stephen Hawkins já concluíram ser possível a chegada de Nibiru e, com eles, uma nutrida fila de astrônomos, cientistas e estudiosos. O autor, Petit, estranha a declaração, segundo a qual a presença de Nibiru, que, em 15 de maio de 2009, estaria a 11 UA [unidades astronômicas] do Sol, causará o descongelamento da água subterrânea de Marte e indaga se, por acaso, Nibiru é uma estrela. Existem várias razões pelas quais tal descongelamento pode ocorrer; por exemplo, a aumentada atividade vulcânica em Marte ou a enorme e ampla atividade elétrica que vitimará nosso vizinho vermelho. Sugiro ler, atentamente, Mundos em Colisão de Velikowsky, que fornecerá preciosas informações a respeito. É sabido que a maior dificuldade na comunicação ocorre quando alguém quer questionar algo, de alguma forma, conhecido como verdadeiro. Quando se quer sustentar um princípio, a confiança depositada antes numa ideia pode ser tão sólida que a própria discussão pode apresentar-se sem sentido. E essa dificuldade é agravada pelo fato que as fontes de informação são fragmentadas e avaliadas separadamente.

A especialização de um inquérito intelectual traz junto certos riscos, quando afirmações numa disciplina são despejadas sobre informações anteriores em outras disciplinas. Ninguém é expert em tudo e quando se consideram possibilidades além do que se conhece, é apenas natural aceitar o que especialistas em outras áreas afirmam saber. Mas, indagamos: quais seriam as consequências disso quando uma suposição teórica, mesmo percebida como um fato, não consegue abrigar novos campos de dados? A ciência de hoje é extremamente fragmentada e fica difícil imaginar que a tentativa, como um todo, possa colecionar todo o conteúdo. Um grande passo adiante poderá ser dado por uma nova aproximação, na qual os fenômenos elétricos recebam a atenção total que merecem e na qual estejam incluídos todos os tipos apropriados de evidências. Para todos aqueles que querem instintivamente procurar princípios unificadores, esses novos horizontes poderão ser cheios de esperança. O universo elétrico é uma resposta holística à miopia - esta falta de inclinação a conhecer a existência de algo que estrangula a visão que acompanha naturalmente a fragmentação do conhecimento e de sua aprendizagem. Lembro que, em 1950, foi aberta uma controvérsia ao aparecimento de Mundos em Colisão, de Velikowsky. Nesta obra, ele demonstrou uma técnica multidisciplinar e comparativa para cobrir pesadas evidências de catástrofes do planeta, a partir das memórias registradas por antigas civilizações. Seu método seguia uma tese de tipo inusitado, mas confirmada globalmente por culturas totalmente separadas. Então, aplicando o conhecimento científico de causa e efeito, foi possível elaborar um modelo mais detalhado da sequência desses eventos. Esse modelo permitiu predições específicas a serem feitas e confirmadas, o que é objeto da teoria científica. Naquela época, várias dessas predições soavam como ultrajantes: Vênus seria quase incandescente, Júpiter estaria emitindo “sinais rádio”, as rochas lunares teriam magnetismo e assim por diante. O autor foi vilipendiado, desprezado e esquecido. Mas, Velikowsky estava certo e os astrônomos da época, errados. Apesar das evidências, ninguém se desculpou e, ainda hoje, é quase impossível achar algum livro que lhe dê crédito, porque se continua a negá-lo.

Isto já aconteceu várias vezes, se levarmos em conta que quem inventou o rádio não foi Marconi e sim Nikolas Tesla; quem inventou o telefone não foi Bell e sim Antonio Meucci; quem desenvolveu o super microscópico e a cura eletromagnética do câncer foi R.R. Rife, que, como recompensa, ganhou a prisão, na qual faleceu de desgosto. A lista é enorme. Para Velikowsky estava claro que o conceito newtoniano de gravidade não era suficiente para explicar, sozinho, o comportamento dos planetas. E, com certeza, não poderia responder à pergunta óbvia: Por que os céus parecem tão tranquilos agora? Isto originou uma resposta dogmática pelo avanço construtivo de Velikowsky no meio acadêmico. Foi objetado que sua teoria não obedecia às leis de Newton. Mas o que Newton conhecia de eletricidade? E as leis newtonianas, que Petit considera absolutamente válidas, não o são, porque foram modificadas e aperfeiçoadas por Einstein e outros cientistas mais próximos a nós. A questão permanece: O que produz a observada estabilidade do Sistema Solar? Velikowsky sustenta que a chave reside em sua descoberta que as forças elétricas dominam as incrivelmente fracas forças da gravidade, por ocasião de encontros ou proximidades de planetas. E, se meu amigo Marco Antonio Petit se der ao trabalho de ler meu livro Sinfonia da Energética I verá que, segundo as teorias mais modernas, essa diferença está na casa de 42 para um entre as forças elétricas e as gravitacionais. Porém, Velikowsky não foi capaz de explicar a estabilidade do Sistema Solar. E, por isso, toda a perspectiva catastrófica dele foi considerada errada pelos cientistas céticos de turno. Entretanto, os princípios básicos dos encontros de planetas foram confirmados e os detalhes convergem de maneira extraordinária.

Atualmente, vários pesquisadores pioneiros nesses estudos, concordam que encontros planetários já ocorreram na pré-história. Existem claras e definidas memórias disso na cultura das mais antigas civilizações. Elas inspiraram as pirâmides, as estruturas megalíticas, estátuas, totens e a arte sagrada esculpida em rochas. É evidente que os sobreviventes da catástrofe global consideraram imperativo que essas memórias fossem preservadas e passadas adiante para as futuras gerações, uma vez que os deuses poderiam retornar. Esta memorização foi expressa em forma de arquitetura, rituais para reordenar o poder apocalíptico dos deuses planetários sobre os destinos da humanidade. E isto explica o aparecimento repentino da civilização que, num relâmpago, originou-se de nenhum lugar. A teoria do Universo Elétrico cresceu da compreensão que uma nova cosmologia do plasma e o entendimento dos fenômenos elétricos no espaço poderiam iluminar o trabalho novo a ser realizado, comparando as mitologias. Em compensação, as imagens de eventos testemunhados nos céus pré-históricos e suas consequências poderiam auxiliar a revelar a história recente da Terra, de Marte e Vênus. Isto levou o vencedor do Prêmio Nobel, o físico Hannes Halfvén, a buscar as observações no passado, em vez de no futuro, a partir de algum início teórico idealizado. E, Alfvén G. Arrhenius, em Evolutions of Solar System [NASA, 1957, p. 257] diz: “Temos que reaprender a ciência sem contatos com experiências, num empreendimento que é como ir completamente fora de conjecturas imaginárias”. O que resulta, agora, é um “grande quadro”, que enfatiza a dramática pré-história e as conexões essenciais do universo. Não podemos continuar olhando a nós mesmos e ao universo através do espelho distorcido da ciência moderna.

A implicação da atividade elétrica entre planetas incomodará muito os que terão construído sua cosmologia em volta da fraca força da gravidade atuando num universo eletricamente estéril. Esta nova e dogmática visão garante que, no futuro, nada ficará da fantástica teoria do Big Bang ou da história simplificada do Sistema Solar. De fato, o astrônomo Halton Arp provou que “o universo não está em expansão” e se Arp estiver correto, muitos experts farão papel de bobos. Suas descobertas soaram como alarme no meio acadêmico; a resposta foi que Arp foi negado, seus estudos foram rejeitados e ele foi forçado a sair dos Estados Unidos para poder continuar seus estudos. O mesmo aconteceu com Galileu Galilei, quando convidou os astrônomos de sua época a olhar em seu telescópio. Simplesmente, recusaram-se a olhar, numa atitude nem científica, nem honesta e tampouco prudente. Há mais de 10 anos, os físicos do plasma possuem um modelo elétrico das galáxias. Ele funciona com a física do mundo real. E consegue explicar o que é observado na dinâmica das galáxias, sem recorrer à matéria negra invisível e ao buraco negro central. Simplesmente, o modelo explica os poderosos jatos observados a partir do eixo de rotação, no coração de galáxias ativas. Estudos recentes e seus resultados confirmam o campo magnético de uma galáxia espiral e o modelo elétrico. Mais recentemente, foram descobertos campos magnéticos intergalácticos. O modelo gravitacional teve que recorrer à invenção do buraco negro invisível para explicar como a força da atração gravitacional resulta em matéria sendo ejetada do centro galáctico numa estreita faixa a velocidades relativísticas. Tudo o que acabamos de ver, apenas serve para mostrar que os fenômenos elétricos entre planetas, o Sol e Nibiru são, não apenas previsíveis e sim altamente prováveis de acontecer. Todavia, é bom que fique claro que ainda estamos estudando o universo e as aparentes leis imutáveis não são tão imutáveis assim, nem tampouco leis. Temos muito que aprender e é bom que a ciência adote uma atitude, no mínimo, prudente antes de condenar conceitos ou ideias aparentemente confirmadas e que, a qualquer momento, podem ser condenadas.

E mais: quando os telescópios não encontram o astro procurado, é melhor seguir o conselho de Winston Churchill, quando, ao se apresentar numa conferência numa universidade inglesa, olhou para a audiência, tirou o chapéu e o famoso charuto e disse: “Nunca desista”. Não existe nada de mais sintético e objetivo: persistir é o que devemos fazer, com instrumentos mais perfeitos e precisos e observações mais cuidadosas. Afirmar que algo não existe é, no mínimo, perigoso e pouco científico. Bastariam poucos mililitros de álcool no sangue do observador para que ele veja dois planetas. É claro que estou brincando. Todavia, isso deveria ser levado em conta. Os famosos canais de Marte observados no telescópio, não existiam realmente, assim como foram apresentados inicialmente, ao mundo científico. Agora, sabemos muito mais sobre eles, especialmente devido aos persistentes estudos de Marco Antonio Petit sobre o planeta Marte, dos quais temos muito a aprender e que Petit não hesita em apresentar. É por isso que, sempre que possível, não perco nenhuma de suas palestras, pela seriedade e honestidade de propósitos que o animam. É por isso que sou um seu profundo admirador.

Outros aspectos da polêmica sobre Nibiru

No artigo de Petit não são feitas menções sobre outras partes por mim apresentadas na palestra de Curitiba, em 2008. Por exemplo, não se comenta o que foi revelado pelo jornalista italiano Cristoforo Barbato, que foi um dos pioneiros a tentar alertar o mundo, baseando-se nas confissões de um sacerdote jesuíta inconformado com as atitudes do Vaticano em também querer esconder da população o que sabe a respeito de Nibiru. Dessas confissões resulta que não é apenas a ciência que tenta negar esse astro; os Governos também tentam. Mas tem gente que tem algo a dizer a respeito e o diz. Na palestra de 2009, apresentei vários slides sobre o que foi revelado, envolvendo o Servizio Informazioni del Vaticano (SIV), em nível de Secretum Omega, equivalente ao “Top Secret” da OTAN. É estranho que esses trechos tenham sido omitidos no artigo de Petit. Como já declarei, grande parte da palestra e do artigo escrito por mim na edição da UFO 148 está baseada no livro Planet X Forecast and 2012 Survival Guide, que considero uma das melhores, se não a melhor obra das que foram escritas envolvendo o tal planeta. Mas, quando há fumaça, provavelmente encontra-se fogo. E se existir muita fumaça, o fogo, se já não existe, está próximo. Há muitas evidências, todas convergindo, inexoravelmente, para a realidade da existência de Nibiru. Caso contrário, por que o cientista Stephen Hawkins sustentaria a procura de novas Terras extra-solares? Essa procura já está em andamento há vários anos.

Novas informações

Na página 137 do texto por mim consultado, encontra-se: “Schneider, geólogo, engenheiro geral e estrutural, teve acesso a conhecimentos governamentais top secret durante 17 anos, pois trabalhou durante 11 anos em Groom Lake, na base aérea da Força Aérea Norte-Americana no estado de Nevada, ao norte de Las Vegas. Ele co-inventou a carga explosiva plástica e era filho de um comandante de um submarino nazista da II Guerra Mundial. Após a guerra, seu pai trabalhou ajudando na construção do Nautilus, primeiro submarino nuclear norte-americano. O aparelho que Schneider inventou, utilizando maser-laser é utilizado para criar túneis e complexos subterrâneos, fundindo e solidificando rochas. É usado para perfurar túneis de 8,53 m de largura por 8,53 m de altura, no ritmo de 11,27 km por dia”. A minoria que não acredita no envolvimento secreto de nossos governos com outras raças, considerará tudo que Schneider disse como algo lunático. Mas, deveriam ficar atentos em suas palestras, onde afirma que “os Estados Unidos, como possivelmente outras nações, estão em contato com 11 raças alienígenas, das quais duas são benignas. As outras nove raças são aproveitadoras, que, implacavelmente, exploram esse planeta, seus recursos e suas formas de vida”. Por outro lado, a maioria que acredita na existência de raças extraterrestres encontrará grande relação entre o que ele disse sobre a globalização, em 1995, que está criando maiores subclasses, transferindo mais riqueza e poder para as mãos de muitos poucos. Schneider nos alertou que a Nova Ordem Mundial tem desmantelado governos nacionais, incorporando-os às Nações Unidas, que poderia converter-se no governo único mundial.

Diz-se, para os que servem essa finalidade secreta, que eles estão trabalhando para por um fim às guerras. Após 17 anos de fiéis serviços, Schneider renunciou, ao chegar à conclusão que uma finalidade mais negra estava sendo manipulada e que isso era controlado pelas raças alienígenas que, rotineiramente, violavam os acordos. Esse comportamento causou a guerra áliens-humanos, na base de Dulce, Novo México, que aconteceu por acidente. De acordo com Schneider, foram mortos 66 agentes do Serviço Americano e membros da Força Especial, durante essa curta e não planejada batalha e ele foi um dos sobreviventes. Em certo momento, ele foi surpreendido por dois altos grays e, tendo sido treinado, sacou o revólver e matou os dois. Então, apareceu um terceiro e o atingiu com o raio de uma arma que queimou um de seus pulmões e dois dedos de sua mão. Ele declarou ter sido salvo por uma boina verde que, mais tarde, perdeu a vida nessa luta. Em seguida, ficou 400 dias em tratamento com radioterapia. Os outros dois sobreviventes estão em casas de repouso, no Canadá.
O aspecto específico desse relatório gera algumas questões, visto que a arma de raios do álien foi usada num ataque e que 400 dias de radioterapia é altamente irregular. Existem outras formas de fazer isso. Em 1996, Schneider morreu, aparentemente por suicídio, mas isso é altamente suspeito. Segundo a esposa, Cynthia Drayer, seu corpo foi achado já decomposto em seu apartamento em Wilsonville, Oregon. O delegado que o examinou considerou a morte como sendo suicídio. Schneider foi encontrado com um cateter de borracha enrolado três vezes no pescoço e amarrado pela metade na testa. Isto era estranho, pois o homem não tinha dois dedos e possuía uma caixa de remédios de poderosas medicinas contra dores. Segundo a esposa, os fluidos do corpo de seu marido nunca foram testados e não foi achada nenhuma nota do suicida.

Os livros pessoais de Schneider sobre as “operações negras” do governo e suas pesquisas pessoais foram roubados e desapareceram, enquanto considerável quantia em dinheiro e outros valores foram deixados intactos. Durante as palestras de 1995, o engenheiro disse aos ouvintes que já tinha sido alvo de 13 tentativas contra sua vida. E a esposa declarou que ele sempre dizia aos amigos que, se alguma vez, aparecesse como tendo cometido suicídio, eles saberiam que tinha sido assassinato. Isto fornece uma ideia de um homem que foi silenciado na 14ª tentativa e isto gera um alto grau de credibilidade a suas conclusões quanto às bases subterrâneas e submarinas. De acordo com Schneider, em dezembro de 1995, existiam 131 bases subterrâneas no mundo todo. As variantes dessas bases são conhecidas na comunidade das “operações negras” como Deep Underground Military Bases (DUMBs). As versões submarinas são designadas como DUMB2 Bases. Schneider focalizou, principalmente, as bases subterrâneas e ofereceu as seguintes informações:

· USA Subterraneans Locations: DUMBs estão tipicamente localizadas em terrenos de propriedades governamentais. Por exemplo, nove DUMBs estão situadas debaixo da Base da Força Aérea de Nellis, ao norte de Las Vegas;
· Volume médio e custo: 4,5 milhas cúbicas (18,76 km cúbicos) ao custo entre 17 e 31 bilhões de dólares cada;
· Base maior, volume e custo: localizada na Suécia, tem 125,04 km cúbicos, ao custo de dois trilhões de dólares. Demorou cinco anos para construí-la e foi totalmente subscrita pelas Nações Unidas;
· Alcance da profundidade: varia de 152,4 m, nos depósitos mais antigos até 3.218,64 m ou que é quase tão fundo quanto a mina South Rand, na África do Sul; esta mina chega até 3.585 m;
· Profundidade média: durante terremotos, é mais seguro estar fundo no subsolo do que na superfície e é por isso que a profundidade média das DUMBs é de 737,36 m. Esta é a profundidade ótima em termos de sobrevivência, sem a necessidade de calor e pressão associados a profundidades maiores;
· Tipos de DUMBs subterrâneas: as mais velhas, de mais de 40 anos, estão localizadas em profundidades mais rasas e são usadas como armazéns. As mais novas e profundas são auto-suficientes e contêm instalações militares de vários níveis ou prisões;
· Número de DUMBs subterrâneas: em 1995, o número ativo era de 131. Atualmente, a cada ano, são construídas duas novas DUMBs, enquanto vários antigos depósitos estão sendo retirados do serviço. O número total de DUMBs é desconhecido;
· Trabalho de construção: cada DUMB requer de 1.800 a 10.000 trabalhadores treinados para a construção, com salários de 4.000 a 40.000 dólares por mês, dependendo da posição e do período trabalhado. Todos os trabalhadores são obrigados a observar um acordo de segurança que inibe revelações proibidas;
· Distribuição nos Estados Unidos: em média, existem três DUMBs por estado, das quais, aproximadamente ¼ são campos de prisioneiros. A maioria está localizada nos estados mais meridionais;
· Rede de transporte: dois diferentes tipos de rede de túneis unem as DUMBs. Uma é uma simples rede de duas linhas próximas. A outra é uma sofisticada linha magnética com trens movidos eletricamente, capazes de viajar a duas vezes a velocidade do som. Entre esses trens, cada um com 143 lugares, alguns estão destinados para transferência de prisioneiros das Nações Unidas;
· Fontes de energia: são utilizados motores nucleares do tamanho de uma pequena geladeira. Desenvolvidos por engenharia reversa de discos alienígenas, cada um desses motores é bastante poderoso para movimentar três porta-aviões; e
· Fontes de financiamento: algumas provêm de taxas e impostos, mas a maior parte provém de operações clandestinas, incluindo o comércio de drogas. Os fundos alcançam, em conjunto, 500 bilhões de dólares por anos.

De acordo com Schneider, a tecnologia dos militares está mil anos à frente da tecnologia do público. E isso avança 45 anos em favor dos militares para cada ano de avanço público. Trinta milhas a leste de Coeur d’Alene, na pequena comunidade mineira de Kellog e de Bunkerhill Mine, está a propriedade de Robert Hopper. Segundo a Environmental Protection Agency [EPA – Agência de Proteção Ambiental], esta propriedade é a maior mina de Chumbo-Zinco-Prata dos Estados Unidos e, logo no início da administração do governo Clinton, a EPA fez a primeira tentativa para roubar a mina de Hopper. Mas este se defendeu e demonstrou não ter violado qualquer lei estadual ou federal de mineração. Hopper conseguiu paralisar a EPA e continua lutando, apesar do uso abusivo extra dos poderes judiciais para conseguir confiscar a mina, sem pagamento dos direitos de Hopper. Em abril de 2004, Hopper apareceu no programa Internet Radio com Marshall Masters [yowusa.com/radio]. Durante a entrevista, Hopper assim se expressou em relação à Bunkerhill Mine:

· Níveis: a EPA descreve que a mina possui 25 cidades colocadas cada uma sobre a outra. Cada nível é completamente desenvolvido, com fontes de água e de eletricidade, ar comprimido, ferrovias e áreas de trabalho;
· Trabalhos horizontais: 150 milhas de 3,05 x 3,05 metros de passagens horizontais, bastante grandes para deixar passar uma pick-up;
· Escavações verticais: a navegação vertical através dos 25 níveis da mina é feita através de 9,66 km de escavações, que são usadas como elevadores utilizados em modernos arranha-céus;
· Reservas de minérios: a mina possui ainda 36,24 milhões de toneladas cúbicas de Chumbo-Zinco-Prata, com valor de cerca de 52 bilhões de dólares;
· Água potável: a mina é adjacente a um vasto reservatório subterrâneo de água natural. Em anos recentes, os níveis inferiores da mina ficaram completamente inundados por água artesiana pura;
· Acesso ao transporte terrestre: a entrada principal da mina está a 305 m abaixo da rua principal da cidade e da rodovia interestadual 90; e
· Acesso por transporte aéreo: a entrada principal da mina está a cerca de três quilômetros por rodovia do Kellog City Airport, que possui uma pista de 1.830 m, o que possibilita operar com o avião C-17 Globemaster III, que pode pousar em pistas de 1.064 m.

A longo prazo, a EPA acabará vencendo. O proprietário sabe disso, mas, de qualquer forma, continua lutando. Isto é o que encontramos no livro supracitado. Mas não temos apenas essas informações. Sabemos, por outras fontes que seria impossível citar por serem muito numerosas, que essas mesmas construções de abrigos subterrâneos estão sendo completadas, “a toque de caixa”, na Europa, Rússia, China, Índia, Japão e assim por diante. E ainda querem que acreditemos que Nibiru seja, apenas, uma mentira? Sem falar das milhares profecias bíblicas, maias, egípcias, de Nostradamus, da Mãe Shipton, na Bíblia Kolbrin etc.

Por fim

Apesar das afirmações e correções trazidas pelo excelente pesquisador Marco Antonio Petit baseadas nas imutáveis leis da física e da astronomia - para mim, não tão imutáveis assim -, considero que já existem conhecimentos suficientes para se suspeitar que algo de grande está se aproximando deste planeta, não apenas em termos de tamanho como em termos de catástrofes que poderão nos atingir. Caso contrário, se fosse tão simples eliminar o perigo de Nibiru, bastando apenas negá-lo, como explicar as febris aberturas de novos abrigos para os eventuais escolhidos a reiniciar a humanidade, em novos paradigmas, com nova moral e, espero, com uma nova religião, mais abrangente e mais próxima do Divino? Como explicar a busca frenética de uma nova Terra, fora do Sistema Solar? Não é negando-o que se consegue apagar Nibiru. Esse diabólico planeta não está nem aí com nossas polêmicas, não toma parte alguma e nos deixa, apenas, amontoando palavras. Mas Nibiru, se é que existe - e espero, sinceramente, que não exista - continua em sua trajetória, com tudo de trágico e mortal que isso poderá trazer. Se eu estiver errado, não haverá catástrofes, o que me deixará ultra feliz, pois também sou um terrestre. Se alguma civilização extraterrestre superavançada conseguir desviar de sua rota o astro fatídico, afastando de nós esse perigo, serei bem feliz de reconhecer o erro. Mas, se nada disso acontecer, se nossos amigos de outros espaços não puderem ou não quiserem interferir porque a moral cósmica os impede, provavelmente não terei qualquer oportunidade de declarar: “Eu estava certo!”, porque estarei do outro lado, junto a vários bilhões de terrestres. Tudo que é possível fazer é nada. É só esperar e verificar. Mas quem será capaz de fazê-lo? Resumindo: continuo com minha opinião, mas cabe-me agradecer as palavras de meu amigo Petit, pela elegância com que conduziu seu artigo. Esta é mais uma característica desse fantástico ufólogo pesquisador, do qual permaneço ardoroso fã.

Autor: Salvatore De Salvo
Fonte: Salvatore De Salvo
Crédito da foto: Arquivo UFO

OVNI NA TRANSACREANA - FILME BEM LEGÍVEL

Equipe do gazeta alerta flagra objeto voador não identificado nos céus da estrada transacreana nós vamos mostrar agora imagens impressionantes pra você que acompanha o gazeta alerta um objeto iluminado que aparece do nada e some na mata.







Nibiru: Perigo iminente - OS MAIAS ESTAVAM CERTOS?




Está confirmada a presença de um grande astro no Sistema Solar, que pode causar cataclismos e mudanças no planeta Terra em 2012
De uns anos para cá, expressões como Nibiru, Planeta X ou Planeta Chupão se tornaram motivo de grande interesse e controvérsia na internet e nas comunidades ufológicas brasileira e mundial. Todos estes termos se referem à mesma coisa, um grande e desconhecido objeto existente no Sistema Solar, que é melhor identificado com o termo genérico Planeta X. Na Antigüidade, os sumérios o chamaram de Nibiru e o descreviam como sendo várias vezes maior do que a Terra, com um período orbital de cerca de 3.600 anos. Este objeto pode ser um cometa, um “planeta vagabundo” ou uma estrela anã escura companheira do Sol, não se sabe ao certo. A procura por este perturbador artefato celeste remonta à descoberta de Urano, em 1781, e hoje é constante. Alguns estudiosos dizem que, nos próximos anos, o Planeta X ou Nibiru penetrará em nosso sistema estelar e enfurecerá o Sol. Há até uma data aludida com freqüência para que tal fato ocorra: 2012. Com isso, teria início um período de sofrimento para a Terra, que se veria imersa em uma terrível tempestade solar. Com um cenário tão dramático, o que todos se perguntam é: poderemos sobreviver? No século XIX, o cientista Louis Pasteur declarou que “a chance favorece as mentes preparadas”. A frase é clara, mas, mesmo que possamos pensar em construir refúgios para escaparmos de eventuais tragédias, não há garantias. De qualquer modo, uma preparação mental e emocional da humanidade parece ser o caminho para a sobrevivência aos períodos drásticos que virão, caso se concretizem as sombrias previsões.

No passado, tivemos cataclismos e fenômenos naturais que custaram muito caro à espécie humana. Se recuarmos cerca de 11.000 anos no tempo – o equivalente a três vezes o período orbital de Nibiru –, chegaremos à catástrofe que vitimou a lendária Atlântida e, cerca de 1.500 anos antes, acharemos o cataclismo que vitimou o igualmente polêmico continente de Mu. Alguns historiadores atestam que, em ambas as situações, a Terra teria ficado praticamente vazia, sem vida. Estima-se que, só em Mu, teria havido o desaparecimento de 60 milhões de pessoas, vítimas da tragédia. Não se conseguiu calcular quantas teriam sucumbido com o afundamento da Atlântida.



Salvatore De Salvo é professor universitário, autor e cientista do International Biographic Centre, de Cambridge

Posteriormente, no século XIV, tivemos o triste fenômeno da Peste Negra, que aniquilou dois-terços da população planetária, que pode ser um bom exemplo do que a natureza é capaz de fazer, quando zangada. As conseqüências da peste não tardaram a aparecer, e muitos sobreviventes concluíram que a Igreja Católica não era tão eficiente assim, visto não ter conseguido protegê-los da catástrofe. Assim, deixaram de acreditar na instituição, abandonaram sua fé e começaram a procura por respostas em outras áreas, o que levou à emergência da medicina. É bem provável que, desta vez, se e quando Nibiru entrar de fato em conflito com o Sol, tenhamos de suportar sofrimentos bem mais devastadores do que os da Peste Negra. Mas é preciso ter em mente que isto poderá também nos levar a fortes eventos evolucionários, nos quais a humanidade poderá se libertar dos grilhões da atual loucura coletiva, criando um mundo muito mais espiritual e solidário. O pior desafio que poderemos enfrentar não será o próprio Nibiru, embora ele nos traga terríveis tempestades de meteoros e muitos impactos. A interação entre ele e o Sol será muito pior. Para alguns autores, é preciso compreender que não enfrentaremos desafios de um dia catastrófico em sentido bíblico, mas sim a ruína progressiva do mundo inteiro, em escala global. Mas, como já aconteceu no passado, Nibiru engatilhará a reunião de múltiplos eventos naturais e os devido à ação humana, que deverá durar anos. Quando o pesadelo terminar, a nova humanidade – composta pelos sobreviventes e seus descendentes, adaptados à nova realidade, algumas décadas após o cataclismo –, poderá experimentar uma nova forma de vida, que alguns já chamam de Idade de Ouro.

A descoberta de Nibiru

O primeiro registro do misterioso objeto celeste apareceu em 1983, transmitido pelo recém lançado satélite IRAS [Infrared Astronomical Satellite ou Satélite Astronômico Infravermelho], pioneiro na descoberta. A notícia foi dada pelo jornal Washington Post. “Foi encontrado, por um telescópio em órbita da Terra, um corpo celeste tão grande quanto Júpiter, que faz parte do nosso Sistema Solar. Ele estaria na direção da Constelação de Órion”. Em 1992, veio a confirmação da descoberta pelo cientista Robert Harrington, então diretor do Observatório Naval dos Estados Unidos. “A massa deste corpo celeste é quatro vezes maior do que a da Terra e trata-se, provavelmente, de uma estrela anã escura, cuja órbita a leva de um lado a outro do nosso Sistema Solar”, disse Harrington. Ainda em 1992, os sinais ficaram mais precisos. Um informe da NASA dava conta de que “desvios inexplicáveis nas órbitas de Urano e Netuno apontavam para um grande corpo fora do Sistema Solar, de massa entre quatro a oito vezes a da Terra, numa órbita altamente inclinada e a mais de 11 bilhões de quilômetros do Sol”. Estava consumado que o artefato celeste era real, mas seria este corpo, que já estava apelidado de Planeta X, o mesmo Nibiru previsto pelos sumérios na Antigüidade? Sim, é o mesmo objeto que foi revelado pelo estudioso de civilizações antigas Zecharia Sitchin em suas obras. Da mesma forma, a Bíblia Kolbrin, escrita pelos egípcios após o Êxodo e pelos celtas após a morte de Jesus, oferece extensos informes históricos sobre as andanças deste planeta. Os egípcios o chamavam de O Destruidor, confirmando os Evangelhos. Os druidas, antepassados dos celtas, o chamavam de O Espantador ou O Apavorante.

Há dados concretos sobre a existência de Nibiru. Astronomicamente, denomina-se “perturbação” a alteração da órbita de um planeta pela interação gravitacional de um ou mais corpos celestes. Durante milênios, o planeta Saturno foi o mais próximo de nós, visível a olho nu. Mas, após a descoberta do telescópio, as coisas mudaram. Os astrônomos descobriram perturbações na órbita de Saturno, e isso levou à descoberta de Urano, em 1781, pelo astrônomo alemão William Herchel. Naquele momento, Nibiru estava “andando” no Sistema Solar. Em seguida, perturbações da órbita de Urano levaram à descoberta de Netuno, em 1846, pelo matemático alemão Johann Gall, apenas por cálculos matemáticos. E, então, apareceram perturbações da órbita de Netuno, o que levou o matemático francês Urbain Le Verrier a anunciar que deveria existir outro planeta além de Netuno. Foi assim que surgiu a idéia do Planeta X, que hoje sabemos ser, de fato, o Nibiru dos sumérios. No início do século XX, Percival Lowell, fundador do Observatório Lowell, em Flagstaff, Arizona, começou a procurar o corpo que perturbava a órbita de Netuno. Catorze anos após sua morte, em 1916, seu assistente Clyde Tornbaugh descobriu Plutão [Tornbaugh foi um dos primeiros astrônomos a admitir ter visto UFOs]. Por um curto período, o novo corpo foi classificado como planeta, embora a Lua seja uma vez e meia maior do que ele. Recentemente, Plutão foi rebaixado à categoria de planeta anão, porque seria pequeno demais para justificar a enigmática perturbação sofrida por Netuno. Isso nos conduz de volta à descoberta de Le Verrier, que foi quem realmente forneceu, em 1846, os primeiros sinais da presença do Planeta X.



O milenar Calendário Maia já anunciava a chegada de Nibiru, assim como os sumérios sabiam de sua existência

Buscas confirmam o intruso

Atualmente, como está esta procura? Depois de oficialmente encontrado pelo satélite IRAS, o corpo foi confirmado, em abril de 2006, pelo telescópio SPT [South Pole Telescope ou Telescópio do Pólo Sul], localizado na estação polar Amundsen Scott, na Antártida. Este telescópio iniciou suas operações justamente naquele ano e é considerado um instrumento perfeito, no lugar perfeito e funciona no momento perfeito para observar o Planeta X. O SPT continua a seguir os movimentos do misterioso corpo, ininterruptamente. Toda esta vigilância aponta que o corpo ainda está muito além do Sistema Solar, embora sua ação já o esteja alterando, fazendo surgir sinais precursores de suas interferências. Muitos estudiosos dedicam significativos esforços para identificar as alterações causadas por Nibiru em nosso sistema estelar, e já identificaram várias. Por exemplo, o Sol, desde 1940, apresenta mais atividade do que nos 1.150 anos anteriores – o próximo ciclo solar será o mais violento de todos e terá seu pico justamente em 2012. Para eles, outras constatações em corpos do Sistema Solar são preocupantes. Quanto a Mercúrio, os cientistas ficaram surpresos ao encontrar no planeta uma calota de gelo polar e um campo magnético muito alto, estando ele tão próximo do Sol. E quanto a Vênus, novo espanto recente se deu quando ele aumentou seu brilho em 2.500%, junto com substanciais alterações globais de sua atmosfera.

Nada disso é obra do acaso. Na Terra, o debate sobre o aquecimento global mal terminou e constatamos condições atmosféricas bastante severas. Em Marte, o aquecimento global daquele planeta começou com gigantescos furacões e o desaparecimento de sua calota polar. Júpiter aumentou seu brilho em 200% nas nuvens que o rodeiam e suas luas apresentam significativo aquecimento. Em Saturno, o fluxo equatorial diminuiu dramaticamente em menos de 20 anos, mas surgiu uma grande fonte de raios gama, na freqüência dos raios X. Como Júpiter, a atividade auroral de Saturno aumentou muito. Mudanças significativas nas nuvens de Urano foram detectadas, e elas estão mais numerosas, ativas e brilhantes. Nada disso pode ser explicado naturalmente. Em 1846, o citado Le Verrier considerou Netuno um “revólver fumegante”. Pois bem, desde 1996, tem sido observado um aumento de 40% no brilho atmosférico do planeta, além de grandes tempestades, sendo que Netuno não tem capacidade natural para criar tais anomalias e está muito longe do Sol para sofrer os efeitos da atividade solar ampliada. Portanto, tal energia só pode estar chegando de um intruso invisível. O mesmo se dá com Plutão, que, em 1989, alcançou o ponto mais próximo do Sol e também começou a revelar uma forma de aquecimento global, tal como a Terra e Marte. Sua pressão atmosférica triplicou, enquanto a temperatura da superfície subiu 2º C, ao se afastar do Sol.

As características de Nibiru

O estranho corpo que hoje afeta o Sistema Solar tem características astronômicas distintas que podem ser deduzidas de observações diretas feitas recentemente. Por exemplo, sua órbita é excêntrica, elíptica e dramaticamente inclinada. Seu período orbital – tempo que o astro leva para dar uma volta completa em sua órbita, do periélio ao afélio, voltando ao ponto de origem – é de aproximadamente 3.660 anos. O periélio de Nibiru, ou seja, o ponto onde ele se encontra mais próximo do Sol, é de 2,85 AU ou unidades astronômicas [Uma UA é a distância média da Terra ao Sol, ou cerca de 150 milhões de quilômetros]. Assim, estando Marte a 1,52 AU do Sol, o ponto em que Nibiru estará mais próximo do astro ficará entre as órbitas de Marte e Júpiter, a cerca de 256 milhões de quilômetros do astro central. O Afélio do misterioso corpo, o ponto onde ele se encontra mais distante do Sol, é de 472 AU. Apenas para comparação, o afélio de Plutão é de 39,5 AU. Portanto, o Planeta X viaja para fora do Sistema Solar até um ponto a cerca de 12 vezes a distância de Plutão ao Sol. Para aumentar ainda mais a estranheza da situação, deve-se levar em conta um fator chamado de inclinação sobre a eclíptica. Aproximadamente 90% dos planetas visíveis estão no plano da eclíptica, mas a órbita de Nibiru está bem abaixo deste plano, praticamente perpendicular a ele. Estes dados podem ser confirmados por fontes da NASA. Hoje, sabemos que o corpo será visível com o uso de telescópios amadores, no Hemisfério Sul, a partir de maio de 2009. A olho nu, será inteiramente visível como um objeto vermelho brilhante, também em meados de 2009. Estudiosos garantem que, em 2012, Nibiru aparecerá como uma espécie de “segundo Sol” no céu.



A Terra suportará tsunamis de gigantescas proporções, que mudará a face do planeta durante milênios

As perspectivas são sombrias, como se pode constatar na cronologia presumida dos acontecimentos. Em 30 de abril de 2007, a distância do Sol a Nibiru foi de aproximadamente 14 AU, entrando na órbita de Saturno. Isto perturbou a maioria dos planetas e o astro central, que entrou num ciclo de 24 anos e chegará ao pico de atividade em 2012. A NASA anuncia que este ciclo será o pior dos últimos 400 anos. Na Terra, tivemos hoje um aumento no número e na intensidade de terremotos, bem como aumento de secas em várias localidades – recentemente, a China anunciou que centenas de pequenos reservatórios já secaram. Em 15 de maio de 2009, Nibiru estará a aproximadamente 11 AU do Sol. A superfície de Marte derreterá, descongelando seus vastos reservatórios de água congelada. Na Terra, haverá ainda mais terremotos, furacões e tornados. O mal tempo será extremo no mundo todo. Severas secas e terríveis dilúvios serão a regra, não a exceção. Poderosos flashes solares jogarão o caos em nossas redes de comunicação e as tempestades solares converterão em lixo nossas modernas tecnologias. É por isso que as nações mais ricas terão uma frota de seis observatórios solares em órbita do Sol, no final de 2008, para fornecerem a primeira linha de alarme das tempestades solares iminentes. Nibiru será visível com telescópios ou bons binóculos.

Em maio de 2011, o corpo estará logo abaixo do Sol, a 6,4 AU de distância. A esta altura, estará atravessando a camada mais densa do campo magnético solar, o que causará o aumento da interação entre os dois. Os habitantes do Hemisfério Sul verão o planeta a olho nu, como uma brilhante mancha vermelha, mais brilhante do que Vênus e logo após o pôr-do-Sol. Para o Sistema Solar, no período de 20 de maio de 2011 a 21 de dezembro de 2012, a aproximação de Nibiru estimulará o astro central a disparar enormes erupções em todas as direções, mas perderemos os satélites que observam tais fenômenos. Como a maioria destas violentas erupções serão dirigidas ao corpo intruso, isto aliviará um pouco a Terra, mas, infelizmente, ela ainda estará imersa num pesadelo.

Um evento previsto pelos maias

É importante que se diga que estas previsões, tão sombrias, são ainda preliminares. E, embora garantidas por muitos estudiosos, são contestadas por outro tanto deles, que afirmam se tratarem de puro absurdo. De acordo com os primeiros, para a Terra, em meados de 2011, as condições atmosféricas superarão em violência qualquer outro registro jamais efetuado. Os terremotos quebrarão recordes e o vulcanismo disparará no mundo todo. Isto desestabilizará as estruturas sociais e os governos deverão agir para prevenir disputas étnicas e econômicas que poderiam originar guerras. Segundo a citada Bíblia Kolbrin, na última entrada de Nibiru no Sistema Solar, os efeitos foram tão terríveis que os homens ficaram impotentes e as mulheres se tornaram estéreis. Ainda na linha de pensamento dos que defendem a tese do caos, em 2011, o pânico total será instalado na humanidade – todas as comunicações serão afetadas, haverá grande expansão das fibras e cabos subterrâneos e a era dos telefones celulares e das TVs a cabo se encerrará. Segundo o Calendário Maia, cunhado por aquele povo extinto há milênios e ao qual se atribui a capacidade de prever eventos astronômicos, existem duas datas chave para entender o que o futuro nos reserva. A primeira é 10 de outubro de 2011, quando a humanidade passaria para um novo ciclo de evolução. A segunda é 21 de dezembro de 2012, data em que haveria terror. Neste momento, coincidindo com o solstício de inverno, o Sol atravessará o plano mais denso da galáxia, cheio de perigos nunca vistos. Para o Sistema Solar, Nibiru estará cruzando a eclíptica e iniciará um terrível período de fenômenos elétricos enquanto se aproxima de seu periélio, em 14 de fevereiro de 2013. Neste ponto, o corpo estará a 2,85 AU e se tornará maior do que a Lua cheia à noite, visível também durante o dia, de tamanho igual ao do Sol. Haverá descargas elétricas entre o Sol e o intruso, que aparecerão como grandes tentáculos de luz, saindo deste em direção ao astro central. Todos nossos observatórios já terão sido reduzidos a cinzas.

Para a Terra, Nibiru será precedido e seguido por um enxame de objetos celestes que causarão impactos catastróficos e chuvas mortais de meteoros. Mas isso ainda não será o pior, garantem os estudiosos que defendem o surgimento das tragédias. Nesta época, todos estarão de olho no Yellowstone National Park, no Wyoming, onde se encontra o maior vulcão dos Estados Unidos, se não do mundo, que vem aumentando sua atividade desde 2003. Estimulado pela crescente violência solar causada por Nibiru, ele poderá explodir, destruindo o centro daquele país e iniciando uma mini era glacial. Mas 14 de fevereiro de 2013 será o dia do Juízo Final para a humanidade, não 21 de dezembro de 2012, como previu o Calendário Maia. Será nesta data que as interações entre o Sol e Nibiru atingirão o máximo. E, ainda, teremos a falta de sorte de, nesta ocasião, nos encontrarmos exatamente alinhados entre os dois monstros, quando sofreremos sérios riscos de sermos atingidos por gigantescos feixes elétricos deles emanados. Os fenômenos atmosféricos atingirão níveis jamais sonhados e os terremotos serão absolutamente devastadores. Literalmente, ao se formar plasma no céu, choverá fogo. Mas é difícil prever o que ocorrerá na Terra, pois as condições que o planeta terá que enfrentar serão de proporções impensáveis, piores do que tudo já foi visto. Cataclismos naturais, erupções de supervulcões, terremotos devastadores e tsunamis ocorrerão no globo inteiro.

Os estudiosos mais dramáticos garantem que as condições atmosféricas enlouquecerão, que inverno e verão serão uma só estação e que as cidades costeiras serão demolidas por mares raivosos. Parte da atmosfera ficará ionizada, tornando-se venenosa, e isto ocorrerá em todo o planeta, para todas as formas de vida. Talvez sobrevivam alguns germes mais preparados. Haverá também mudança dos pólos, o que talvez represente o que de mais grave que teremos que enfrentar. Quando da catástrofe que vitimou o Continente de Mu, os pólos se encontravam em posição bem diferente da atual. O Pólo Norte estava onde hoje é a Bolívia e o Pólo Sul, em Bornéu. Portanto, Mu se localizava nas faixas equatorial e temperada. Isto permitia que, na atual Sibéria, houvesse vegetação tropical ou semitropical, o que explica o que foi encontrado no estômago de carcaças congeladas de mamutes – alguns deles foram descobertos com a vegetação que estavam comendo no momento em que aconteceu a mudança dos pólos, que os congelou tão instantaneamente que nem conseguiram acabar de mastigar o que tinham na boca.

Paraíso terrestre devastado

A posição altamente privilegiada de Mu fazia daquele continente um verdadeiro paraíso na Terra, com clima favorável à abundante produção de alimentos, tanto de origem vegetal quanto animal. A população estimada do continente – cerca de 60 milhões – vivia esplendidamente bem, com excelente saúde e sem problemas de existência. Tudo era perfeito, maravilhoso, até que, instantaneamente, tudo mudou. Nibiru ou o Planeta X, descrito por alguns autores dedicados ao tema como Estrela de Baal, invadiu o Sistema Solar, modificando por completo tudo o que havia na Terra. Quando isto aconteceu, o inferno abriu suas portas, sem cerimônias e sem piedade. De repente, o globo terrestre passou a girar a cerca de 90 graus em relação ao eixo anterior. Isto, evidentemente, mexeu com o núcleo derretido e líquido do interior do planeta, modificando o campo magnético anterior e enlouquecendo os vulcões. Porém, a massa dos oceanos e mares continuaram seu movimento anterior, sem obedecer à nova direção de rotação do globo, e se formaram duas enormes ondas, uma no Oceano Atlântico e outra no Pacífico, subindo em direção ao novo Pólo Norte. Cálculos permitem estimar a altura das ondas em cerca de 3.000 m, de tal forma que varreram todos os continentes, arrastando tudo o que se apresentava diante delas. Milhões de animais de todas as espécies foram deslocados, destroçados, mutilados e amassados em imensos cemitérios próximos ao norte da Sibéria, onde se encontraram as enormes ondas – a ilha de Ilhakoff, naquela região, é totalmente desprovida de Terra e inteiramente composta por ossos. Tudo isso aconteceu cerca de 12.500 anos atrás.



O tamanho dos planetas está fora de proporção, assim como suas órbitas. De Mercúrioa Marte temos o Sistema Solar inteiro, separado pelo Cinturão de Asteróide do externos, de Júpiter a Plutão

A ciência sabe que, quando um corpo rotante num campo gravitacional muda de pólos, geralmente o sentido de sua rotação também se altera em 90 graus. Aconteceu naquela época e voltará a acontecer agora. Novamente teremos o dilúvio universal, e alguns sinais disso já podem ser notados. Por exemplo, entre 1963 e 1993, os desastres naturais aumentaram em mais de 400%, e isto sem contar o que ocorreu nas última década. Um excelente e bem detalhado estudo dos desastres naturais, realizado pelo cientista russo Yuri Dimitriev, revelou que, desde 1991, o campo magnético do Sol aumentou em 230%. Poucos conhecem o trabalho que está sendo feito na Academia Nacional de Ciências da Rússia, em Novosibirsk, Sibéria, mostrando que, nas bordas do Sistema Solar, o plasma resplandecente aumentou recentemente em 1.000%. Como conseqüência, tem havido um degelo acelerado da calota polar norte. Geralmente atribuído ao aquecimento global, na verdade, o degelo está acontecendo pela criminosa atividade conjunta das duas grandes potências, Estados Unidos e Rússia, com seus sistemas eletromagnéticos que mudam o clima em escala global, entre eles o Haarp e Woodpecker, respectivamente [Veja edição UFO 128]. O que pretendem norte-americanos e russos é aumentar em dois ou três graus a temperatura da Sibéria e do Alaska, na tentativa de permitirem o plantio e a colheita de trigo nestas regiões, além, é claro, de seu uso em questões militares e estratégicas. O desaparecimento total da calota polar desequilibrará o planeta, e isto conduzirá, inevitavelmente, à mudança de pólos, espantosa catástrofe que poderá contribuir muito mais para reduzir a atual humanidade em nove décimos – dos seis bilhões de membros da espécie humana, sobrarão cerca de 600 milhões e o planeta ficará praticamente desabitado. O novo Pólo Norte se estabelecerá no Oceano Pacífico, a oeste da América do Sul, e o Pólo Sul se fixará na Índia. O novo equador da Terra passará a leste do Brasil, que fará parte da faixa temperada, como a maior parte da Europa e da África.

O Brasil neste cenário

Sabemos, desde agora, que o Brasil sofrerá após o deslocamento dos pólos, por causa de sua proximidade do novo Pólo Norte, pelas inundações vindas do sul e pelas novas massas de terra que emergirão das águas entre a América do Sul e a África. Toda esta água deverá ir para algum lugar e fluir na direção norte, em qualquer rebaixamento do solo para, em seguida, refluir para o mar. O estado de Pernambuco, numa das pontas do Brasil, ficará mais próximo do novo Pólo Norte. Acostumados ao calor do verão permanente, os pernambucanos verão o frio descer rapidamente sobre eles, e sentirão o que está experimentando quem vive na Antártida ou no Círculo Polar Norte, agora. O melhor a fazer é ir em direção aos Andes, longe das terras rasas, e isto não deverá ser feito no último minuto, quando o pânico poderá dificultar os viajantes. As costas e as terras altas no sul do país ficarão acima do nível das águas e não deverão surgir pelas montanhas. As rochas fortes e sólidas, como as encontradas no Paraná, provavelmente conseguirão resistir aos terremotos. Os que estão mais para o interior do país, acima da bacia do Rio Amazonas, viverão chuvas torrenciais, mares enlameados e um clima mais moderado, pouco diferente do que estão acostumados. O estado de São Paulo estará em situação ideal, com clima temperado e acesso à pesca no oceano. Mas, os que quiserem sobreviver deverão se dirigir às montanhas e aos lugares mais altos. Sugere-se ficar, pelo menos, a 100 km de onde está a capital paulista e a mais de 60 m acima do nível do mar, para escapar das marés e tsunamis.

Ainda durante o deslocamento dos pólos e a mudança global no planeta, o Oceano Pacífico ficará comprimido, porque a Antártida terá novas terras emergindo entre a América do Sul e o sul da África. Toda essa água se deslocará em qualquer direção, atingindo as costas da América do Sul. Sob pressão, a água atingirá níveis nunca vistos. Os que procurarem refúgio contra os ventos em ravinas, encontrarão uma enorme parede de mar vinda das costas, e até os pontos mais altos e próximos verão a água chegando. Estima-se que, em 14 de julho de 2013, a interação entre o Sol e Nibiru começará a diminuir, mas este continuará visível no céu, como um grande cometa. Começará outro amargo pesadelo para os sobreviventes, pois a atmosfera estará obscurecida pela poeira e fumaça emitidas pelos vulcões, e haverá uma mini era glacial, compensada, em parte, pelo aquecimento global originado pela ação humana. A maior parte dos recursos de água potável e de terras aráveis estará poluída e muitos continuarão a morrer devido à fome, sede e doenças. Quase todos os túneis, pontes e edifícios terão sido destruídos ou não terão segurança. O único sistema de comunicação que poderá continuar funcionando será o de ondas curtas, operado por militares e por esparsas comunidades que conseguirão sobreviver ao desastre. Mas há ainda novos agravantes em todo este processo, defendem alguns estudiosos. Sabe-se que, quando um planeta tem órbita perpendicular à eclíptica, ele pode vir a sofrer o que aconteceu em 1997 com o cometa Hale-Bopp, causado pelo Efeito Kozai. Na ocasião, o período orbital do Hale-Bopp foi reduzido de 4.200 para 2.380 anos. Algo semelhante poderá ocorrer com Nibiru, especialmente se este for uma estrela anã escura, como garantem algumas teorias, e não um planeta. Se isto acontecer, na próxima órbita, o corpo simplesmente colidirá com a Terra, o que, segundo Nostradamus, ocorreria no ano de 3797, causando a total destruição de nosso planeta.

Mudança de comportamento

Se o cenário acima descrito já parece suficientemente sombrio para o leitor, saiba ainda que não existe um único Planeta X ou Nibiru, mas vários. Diversos objetos estão neste instante se aproximando da Terra, já confirmados independentemente por inúmeras fontes, inclusive a NASA. Muitos destes corpos são asteróides de variados tamanhos, que já tiveram suas órbitas descobertas e traçadas. Mas não sabemos exatamente quantos poderiam ser nocivos para nós, ou seja, que estariam em rota de colisão e com risco de sério impacto. O certo é que a NASA conhece o maior destes artefatos celestes, justamente Nibiru, mas continua escondendo esta informação do público por razões de segurança nacional. Embora gaste anualmente bilhões de dólares dos contribuintes e tenha organismos que podem publicar suas descobertas, a agência espacial norte-americana não se manifesta sobre o assunto. Mesmo seus cientistas, cientes da gravidade da situação, estão sob contrato de silêncio e serão imediatamente presos, se revelarem algo. Apesar de sombrio, o cenário descrito não representa propriamente o fim do mundo, mas certamente uma mudança brutal em nossa existência. Entretanto, há algo muito intrigante, que não podemos deixar de comentar. Segundo os maias, em 2012 ocorrerão fenômenos extraordinários, que eles marcaram em seu calendário como o Dia da Criação.

Ninguém sabe ao certo o que acontecerá, apenas podemos fazer previsões. Porém, há outros sinais, tão importantes e interessantes quanto o que foi anteriormente citado. Por exemplo, não há dúvidas de que enfrentaremos um ponto de bifurcação que marcará nosso futuro. De um lado, poderemos ser arrastados para um caminho de destruição e terror, mas, por outro, poderemos ser impelidos a adotar canais de libertação e iluminação, que nos farão deixar o caminho do materialismo e do egoísmo que impera hoje no mundo. O comportamento irracional de nossa espécie acabou criando uma situação de calamidade, sim. Mas também é verdade que nunca o homem esteve numa posição tão perfeita para adentrar a evolução que poderá converter em luminosa realidade uma caótica existência. Existem sinais de que a “divina providência” está tentando nos salvar ou, pelo menos, mitigar as dores da transição quântica que chega do cosmos, materializada por Nibiru. Evidentemente, será necessária uma gigantesca cooperação de todos os povos, em todos os níveis, pois, conforme o ditado popular, a omelete só será possível após quebrarmos os ovos. Também será imprescindível mantermos, tanto quanto possível, uma visão científica do mundo, mas combinada com o paradigma espiritual ecumênico.

Ressonância Schumann

Durante o século XX, houve grande progresso na direção da unificação de dois principais conceitos de nossa civilização: o teológico e o científico. Tal aproximação deu lugar a um processo dialético, que está agora informando aos campos morfogenéticos que governam a vida social em todo nosso planeta. Estes campos atuam em nosso comportamento através da ressonância morfológica, que permite aos nossos pensamentos e emoções estarem sincronizados com a “mente planetária” da Terra. Os campos morfológicos receberam vários nomes ao longo da história, tais como inconsciente coletivo, arquivos genéticos e registros akáshicos. Mas, qualquer que seja a denominação, este campo morfogenético, no qual ressoa a humanidade, circunda o planeta no espaço entre a superfície e a ionosfera, com o que chamamos de Ressonância Schumann, e está começando a catalisar uma mudança para um novo patamar de existência. Um dos sinais mais importantes desta mudança começou a ser emitido em fins de 1990. Antes disso, a freqüência da Ressonância Schumann era de 7,83 Hz, igual à freqüência alfa de nossos cérebros – era como se o planeta “conversasse” conosco e nos controlasse. Mas, a partir de 1990, tal ressonância começou a aumentar, chegando hoje a cerca de 15 Hz. Isto nos fez perder o contato com o planeta, resultando num total descontrole dos seres humanos, que já não têm mais barreiras e não observam limites. Basta abrir um jornal para termos uma idéia de quão terrível está se tornando nossa sociedade, cada dia mais louca e bestial. Há uma explicação para isto, e ela está no aumento da
freqüência da Ressonância Schumann.

Salvação planetária

Alguns defendem que esta mudança está dentro dos “planos divinos” para nosso planeta, para a escolha entre aqueles que merecem ser salvos e levados daqui, “carregados” por Nibiru para outros mundos. A contração do tempo é outro sinal de mudanças em processo, assim como estamos abertos para novas pandemias. Mas a própria ação da humanidade sobre o planeta já é suficientemente devastadora, a um ponto que podemos impor a nós mesmos tragédias que prescindem da passagem de Nibiru. Por exemplo, nossa civilização pode facilitar a qualquer tempo o surgimento de novos vírus fatais ou a expansão de antigos, como o AIDS, o vírus Ebola, a Gripe Asiática etc, que em poucos dias podem deflagrar sérias ameaças biológicas. Igualmente, a constante ação de terroristas radicais é real e imediata. Armas nucleares, supostamente extraviadas das grandes potências, podem agora estar nas mãos destes extremistas, e seu uso poderá desencadear uma nova guerra que nos aniquilará, mesmo antes da passagem de Nibiru. A lista de tragédias auto-impostas à espécie humana é inesgotável. Neste exato momento, por exemplo, estamos enfrentando uma enorme crise financeira, sem precedentes, em função do déficit iniciado nos Estados Unidos. E ela é de tal monta que os especialistas a consideram insuperável. Tudo isso sem contarmos que estamos destruindo aceleradamente nossa biosfera, matando nossos oceanos com a poluição – e com o excesso da pesca, muitas espécies vivas já foram condenadas à extinção. Embora todos estes fatos pareçam apontar para uma total extinção da humanidade, há sinais muito claros de que existe algo, ou alguém, muito preocupado com nosso destino iminente. Observando a história de nossa espécie, é possível perceber a existência de planos bem orquestrados para ensiná-la ou protegê-la, que são realizados mediante o aparecimento de grandes mestres ou através de descobertas científicas. Assim, de um lado, tivemos Buda, Jesus, Moisés, e, de outro, a roda, o fogo, a eletricidade etc.



Zecharia Sitchin é um dos pioneiros a denunciar a existência de Nibiru

É fácil verificar que os progressos da ciência, na tecnologia em geral ou na medicina, nos últimos 30 anos, deixam para trás tudo que se conseguiu nos cinco mil anos anteriores. Vejamos o exemplo trazido pela a nanotecnologia, que permitirá controlar o colesterol e as placas de gordura formadas dentro das artérias, reduzindo substancialmente as causas de morte, ao mesmo tempo em que permitirá a ultraminiaturização da aparelhagem eletrônica, facilitando as comunicações e apontando para a criação de uma mente artificial, um milhão de vezes mais eficiente no enfrentamento de nossos problemas. De acordo com recentes pesquisas, a moderna medicina permitirá prever, dentro dos próximos 10 anos, a extensão da vida humana para até 500 anos e, para os próximos 30 anos, literalmente, a imortalidade. Pelo menos, isso é o que garantem Roy Kurzweil e Terry Grossmann, em seu livro A Medicina da Imortalidade [Editora Aleph, 2004]. Os avanços da medicina têm sido altamente reveladores. Vejamos as novas técnicas de controle do câncer, segundo estudos do doutor Túlio Simoncini, eliminando uma das principais causas desta doença – um fungo chamado Candida albicans –, pelo uso de bicarbonato de sódio. Ou a cura da malária em quatro horas, através de hipoclorito de sódio, descoberta pelo doutor Jim V. Humble. E a retomada dos estudos sobre o Potencial Zeta da água, interrompidos pela Segunda Guerra Mundial, que permite iniciar técnicas de rejuvenescimento. O conhecimento da energia do vácuo, a energia virtual ou, ainda, a energia do ponto zero, disponível em quantidade infinita, a qualquer momento e em qualquer ponto do universo, está sendo captada e convertida em energia elétrica por vários laboratórios e pesquisadores independentes.

Continuamos otimistas

A realidade de Nibiru é indiscutível. Sua ação sobre nossa espécie e planeta, assim como sobre todo o Sistema Solar. Resta saber o que faremos com esta informação. Todas as tradições de nossos antepassados apontam para um período de catástrofes, seguido por uma Idade de Ouro para a humanidade, quando haveria a purificação do planeta e, em seguida, uma época de iluminação. Estamos, claramente, num momento de bifurcação em que tudo é possível. Em 2012, poderemos viver o desastre total ou o ponto Ômega de uma nova civilização. Ninguém sabe ao certo o que ocorrerá. Mas uma coisa é evidente: seja como for, algo ou alguém muito superior está trabalhando para nos ajudar. Isto significa que, de alguma forma, continuamos importantes para o “plano divino”, para os extraterrestres e para o universo. É o que mais nos conforta neste cenário de dor e sofrimento. Continuamos otimistas.

Autor: Salvatore De Salvo
Fonte: UFO 148
Crédito da foto: Luca Oleastri