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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

JOÃO DE ABADIÂNIA E DIVALDO C/ANA MARIA BRAGA

example graphic Muitos nos perguntam sobre o trabalho do João de Abadiânia. Disponibilizamos, aqui, o programa SBT Repórter, exibido ao final da noite do dia 11 de fevereiro de 2009, para que os amigos assistam. Várias cirurgias mediúnicas, conforme o estilo adotado por ele e a equipe espiritual que o assiste, são mostradas, além de depoimentos de pessoas, inclusive do exterior. Assista example graphic example graphic
example graphic Foi emocionante o programa MAIS VOCÊ, da Ana Maria Braga, na Globo, nesta quarta-feira, com a participação do Divaldo. Para você que não viu, principalmente os amigos do exterior. Disponibilizamos aqui em 3 qualidades.
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O CASO TRINDADE

Por Claudeir Covo e Paola Lucherini Covo

O fotógrafo profissional fluminense Almiro Baraúna, em 1954, após analisar detalhadamente as fotos de um suposto UFO na Barra da Tijuca, realizada por Ed Keffel e João Martins (ver O Caso Barra da Tijuca), e ter concluído que se tratavam de dupla exposição, acabou fazendo diversos truques fotográficos na tentativa de repetir o feito. Os resultados de seus testes foram publicados junto de um texto de Vinícius Lima na revista "Mundo Ilustrado" com o título Um Disco Voador Esteve na Minha Casa. Na época, isso foi muito comentado pela imprensa carioca. Baraúna mal sabia que, quatro anos depois, iria se envolver pessoalmente em uma oportunidade única de fotografar um disco voador de verdade. Mas pelo fato de ter dado uma aula de como fraudar fotos do gênero, foi muito criticado e questionado pela mesma imprensa.

Começava o Ano Geofísico Internacional de 1958, e em 16 de janeiro, a convite da Marinha brasileira, Almiro Baraúna juntou-se a tripulação do navio-escola Almirante Saldanha, para pesquisar a Ilha de Trindade, no litoral do Espírito Santo. O navio estava atracado, preparando-se para retornar ao continente, quando algo aconteceu. Baraúna, então com 43 anos, tinha batido algumas fotos do cenário um pouco antes e estava deitado no convés, passando mal. Tinha uma forte dor-de-cabeça e enjôo. De repente, por volta das 12:15 horas, percebeu uma grande movimentação na embarcação. Os marinheiros chamavam sua atenção para algo luminoso no céu. O capitão Viegas, da Aeronáutica, abordou Baraúna e pediu para que fotografasse aquele misterioso objeto aéreo. Rapidamente, Baraúna pegou a sua máquina Rolleiflex e conseguiu fazer seis fotografias. Perdeu duas fotos, a quarta e a quinta, devido a velocidade do objeto e agitação do convés.

O objeto registrado, em forma de planeta Saturno, veio do mar, sobrevoou a ilha, passou sobre a ponta da Crista do Galo e depois sobre o monte Desejo, e escondeu-se atrás de um morro. Mas reapareceu novamente do outro lado, retornou para o mar, parou e em seguida disparou em altíssima velocidade, como se fosse um foguete. Era completamente silencioso. O fato não durou mais que 14 segundos, mas 48 testemunhas observaram tudo o que aconteceu, perplexas, e entre elas marinheiros, sargentos e oficiais. Como civis, estavam no navio o advogado e funcionário do Banco do Brasil Amilar Vieira Filho, o funcionário do Banco de Londres Mauro Andrade, José Teobaldo Viegas, então capitão da reserva da FAB, industrial e diretor de um Aeroclube carioca, um cidadão conhecido apenas como Aloísio e o professor de geologia Fernando. Todos eram da equipe do Clube de Caça Submarina de Icaraí, em Niterói (RJ).

Após o objeto desaparecer, outras pessoas também começaram a passar mal, como já vinha acontecendo com Baraúna. Ele sentiu o coração disparado, tremedeira e sensação de vazio acompanhada de suor frio. Depois de uma hora, já recuperado do susto, foi perguntado pelo comandante do navio se tinha conseguido fotografar o objeto. Baraúna disse que sim. Resolveram, então, preparar um revelador no pequeno laboratório improvisado a bordo. Assim, o filme foi revelado na hora. Todas as 48 testemunhas confirmaram que as imagens que surgiram nas quatro poses do negativo eram exatamente iguais ao objeto que viram sobrevoando a ilha. Quando o UFO sobrevoou o Almirante Saldanha, toda a parte elétrica da embarcação pifou, as lâmpadas ficaram fracas e o rádio sem sinal. Após o navio partir, o comandante chamou Baraúna para conversar em particular e disse que as fotos seriam dele. Disse também que, antes de divulgá-las, ele teria que ir à Marinha prestar depoimento. Quando o navio chegou a Vitória (ES), tendo que permanecer atracado no porto por dois dias, Baraúna, que não podia esperar, acabou retornando para Niterói de ônibus. Lá chegando, foi direto a um laboratório, onde ampliou as fotos a partir do negativo já revelado. Quatro dias depois, um comandante da Marinha o procurou para que comparecesse à sede do então Serviço Secreto da Armada, no Rio de Janeiro.

AS FOTOS DE ALMIRO BARAÚNA

PRIMEIRA FOTO

PRIMEIRA FOTO – CLOSE NO UFO

SEGUNDA FOTO

SEGUNDA FOTO – CLOSE NO UFO

TERCEIRA FOTO

TERCEIRA FOTO – CLOSE NO UFO

QUARTA FOTO

QUARTA FOTO – CLOSE NO UFO

A TRAJETÓRIA DO OBJETO

Ele levou Baraúna até lá, onde foi sabatinado por um grupo de oficiais a respeito de truques fotográficos, fotografias aéreas e muitas outras coisas. Ficou lá das 08:00 às 16:00 horas, pois os militares queriam ter certeza da autenticidade das fotos. Pediram os negativos emprestados a Baraúna, que os cedeu, e os levaram até o laboratório aerofotográfico da empresa Cruzeiro do Sul. Depois, os enviaram a Kodak, em Rochester, Estados Unidos, para maiores análises. Os negativos foram testados por equipamentos eletrônicos e processos químicos, não se encontrando neles qualquer tipo de fraude. Assim, com autorização do então presidente Juscelino Kubitschek, as fotos de Baraúna foram liberadas para divulgação pelo almirantado da época, depois de um mês, em uma quarta-feira de cinzas. Todas as rádios estavam noticiando que o jornal "Correio da Manhã" iria publicar um furo fotográfico mundial em sua edição seguinte.

Mas Baraúna entrou em contato com João Martins, que o convenceu a levar a matéria para a redação da revista "O Cruzeiro", para que a notícia das fotos fosse nela publicada. Em linguagem jornalística, o "Correio da Manhã" foi furado pelo "O Cruzeiro". Foram posteriormente feitas 40 cópias das imagens e distribuídas para todos os jornais do Rio de Janeiro, para publicação. Muitos deles, em várias edições, estamparam as fotos, depoimentos, análises, dados, reportagens, etc. Dias depois, Baraúna descobriu que o "Correio da Manhã" acabara conseguindo as fotos diretamente da Marinha – as cópias que ele mesmo tinha cedido, carimbadas com "reservado".

O relatório oficial do almirante-de-esquadra Antônio Maria de Carvalho, chefe do Alto Comando Naval, conhecido como Documento Confidencial nº 0098/M-20, descreve os seguintes detalhes acerca das fotos obtidas na Ilha de Trindade: "Enfim, foi registrado mais outro alarme de OVNIs, às 12:15 horas do dia 16 de janeiro de 1958. Dessa vez, aconteceu a bordo do Almirante Saldanha, ancorado ao largo da Ilha da Trindade. O navio estava prestes a zarpar e a pinaça (pequeno barco aberto) usada para a travessia até a terra estava sendo recolhida por membros da tripulação quando, de popa a proa, soou o alarme". O documento continua dizendo que um fotógrafo profissional civil, que se encontrava a bordo registrando o recolhimento da pinaça, teve sua atenção chamada para o disco voador, do qual obteve as quatro fotos. "Após o aparecimento, o fotógrafo Almiro Baraúna retirou o filme da câmera na presença do capitão-de-corveta Carlos Alberto Bacellar e de outros oficiais (...), e o mesmo foi revelado dentro de dez minutos".

O almirante Carvalho também informa, através de seu relatório, que em seguida os negativos foram examinados pelo próprio Bacellar. Este confirmou que os mesmos ainda estavam molhados ao serem entregues para exame. "Neles reconheceu o OVNI em apreço", enfatiza o documento oficial. "Em seguida, os negativos foram mostrados a membros da tripulação, testemunhas oculares do aparecimento. Eles confirmaram que as imagens nos negativos eram idênticas ao que avistaram no ar". Estava chancelada oficialmente a legitimidade das fotos de Baraúna. Assim, com autorização do Ministério da Marinha, o depoimento prestado pelo capitão Bacellar foi liberado para publicação pela imprensa. Ele conta que, efetivamente, um UFO foi avistado do convés do Almirante Saldanha. "Pessoalmente, não testemunhei aquele aparecimento porque, no preciso instante, encontrava-me no interior de minha cabine. Porém, imediatamente fui chamado para a ponte". Mesmo assim, Bacellar confirmou que Baraúna estava no convés com a sua câmera e que, após a ocorrência, ficou em estado de exaustão nervosa. "Permaneci ao seu lado o tempo todo, porque queria presenciar a revelação do filme".

Com um farolete a pilha, Viegas acompanhou atentamente a revelação do filme, no pequeno laboratório improvisado, enquanto Bacellar, ao lado de fora, esperou que terminasse. Ambos concluíram que o negativo mostrava com precisão a seqüência de vôo do objeto não identificado sobre a ilha. Como foi previamente combinado, Bacellar procurou Baraúna no Rio de Janeiro e, por duas vezes, o acompanhou até o Ministério da Marinha. "Chamei a atenção do fotógrafo para o fato de ser estritamente proibida a publicação das fotos sem autorização oficial, e informei que ele seria avisado tão logo as autoridades competentes resolvessem liberá-las para divulgação". No calor dos acontecimentos, em 24 de fevereiro de 1958, o então ministro Alves Câmara comentou numa entrevista à agência "United Press" que a Marinha brasileira estava envolvida num importante segredo, que não poderia ser discutido em público, visto que, para tanto, não havia ainda explicação sobre os discos voadores. "Mas a prova fotográfica apresentada por Almiro Baraúna convenceu-me da sua existência", garantiu.

Naquele mesmo dia, o capitão-de-fragata Moreira da Silva declarou que não queria ver qualquer discussão a respeito do caráter do fotógrafo que havia feito as fotos do UFO, pois o objeto também havia sido observado por uma série de personagens conhecidos e respeitáveis. "Posso garantir que as fotos são autênticas e o filme foi revelado imediatamente, a bordo do Almirante Saldanha. Confirmo ainda que os negativos foram examinados por diversos oficiais, logo após a revelação. Assim, fica excluída qualquer eventualidade de truque fotográfico". Com base na análise dos negativos e dos detalhes relatados pelas testemunhas, peritos conseguiram calcular a velocidade mínima do UFO como sendo em torno de 1.200 km/h.

Mas essa velocidade aumentou de forma considerável quando o objeto acelerou. Seu tamanho foi estimado em quarenta metros de diâmetro e sete metros de altura. Enfim, como se vê, estamos diante de um caso absolutamente genuíno. A própria posição das autoridades brasileiras é um assombro. "Pouco importa qual seja a nossa atitude diante dos OVNIs, pois persiste o fato de ter ocorrido um fenômeno que, além de documentado por fotos, foi confirmado pelo depoimento escrito de 48 testemunhas", declarou oficialmente o capitão Moreira da Silva. O Ministério da Marinha, através do Comando de Operações Navais, fez um relatório secreto detalhado sobre o incidente na Ilha da Trindade. Na época, o deputado Sérgio Magalhães queria ter informações sobre o documento, mas ele não foi liberado. O curioso é que tal relatório só veio a público em outubro de 1971, num artido de Jorge C. Pineda, publicado em uma revista Argentina. Nele, aparecem correspondências trocadas entre os oficiais Luiz Felipe da Luz e Antônio Maria de Carvalho, que novamente endossam o evento. Há no artigo também um pedido de informações sobre o assunto assinado por M. Sunderland, então agregado naval dos Estados Unidos no Brasil. Estranhamente, após tudo o que as autoridades brasileiras garantiram sobre o fato, o relatório secreto inexplicavelmente diminui a sua importância. Suas conclusões, endossadas pelo capitão-de-corveta José Geraldo Brandão, do Serviço de Inteligência da Marinha, são de que as testemunhas confirmam a mesma coisa.

Mas o documento diz que "a maioria dos informes apresentados é insuficiente, sobretudo a falta de idoneidade técnica de muitos dos observadores e a breve duração do fenômeno observado, de modo que nenhuma conclusão pode se obter sobre terem avistado objetos voadores não identificados". O relatório diz ainda que a mais importante e valiosa prova apresentada, a fotografia, de alguma maneira perde sua qualidade convincente, devido à impossibilidade de se afastar totalmente uma montagem prévia.

Os ufólogos até hoje se perguntam o que fez os militares brasileiros esvaziarem a questão tão abruptamente. A adoção de uma posição dúbia é realmente contraditória. Embora afirme a importância do fato, o relatório desqualifica alguns de seus detalhes. E deixa transparecer uma cuidadosa tendência à aceitação do incidente quando afirma que "finalmente, a existência de informes pessoais e de evidências fotográficas, de certo valor considerando as circunstâncias envolvidas, permite a admissão de que há indicações da existência de objetos voadores não identificados". Sua última conclusão é, na verdade, uma sugestão que faz o relator para que as autoridades do Alto Comando da Marinha passem a levar em consideração todas as informações que se obtenha sobre o fenômeno UFO, "com vistas a se alcançar conclusões acima de toda dúvida".

Eng. Claudeir Covo é ufólogo e presidente do INFA
Paola Lucherini Covo é diretora do INPU (www.inpubr.com.br) e do INFA

CASO VILLAS BOAS





Por Reinaldo Stabolito

Considerado um clássico da casuística brasileira, este caso ocorreu em outubro de 1957 e envolveu o então jovem Antônio Villas Boas, na fazenda de sua família, situada em São Francisco de Salles, no Estado de Minas Gerais. A fazenda abrange campos extensos e muitas plantações. Para lavrar as terras, a família de Villas Boas usava um trator com o qual trabalham em dois turnos, um diurno e outro noturno. De dia, trabalham os empregados da fazenda e à noite, por sua vez, o próprio Antônio Villas Boas, sozinho ou acompanhado de seus irmãos, lavrava as terras com o trator.

Tudo começou na noite de 05 de outubro de 1957. Naquela noite, a família de Antônio Villas Boas se recolheu para dormir por volta das 23:00 horas. Fazia bastante calor naquela noite e, por isso, Villas Boas abriu a janela, que dá para o terreiro. Neste momento ele avistou uma luz brilhante, que iluminava toda a área. Era uma luz bem mais clara do que a do luar e Villas Boas não conseguiu distinguir sua procedência – apenas que vinha do alto como se um forte holofote estivesse direcionado para o chão. Diante disso, Villas Boas chamou seu irmão para mostrar o estranho fenômeno. Apesar do fenômeno inusitado, ambos não deram muita importância e fecharam a janela para dormir. No entanto, aquela luz não saía da cabeça de Villas Boas e, sentindo uma curiosidade imensa, tornou a levantar-se e abriu a janela para ver o que se passava lá fora. A luz continuava inalterada, no mesmo lugar. Villas Boas ficou com o olhar fixo naquela luz quando, de repente, a mesma se deslocou para perto de sua janela. Assustado, Villas Boas fechou a janela com tanta força que acordou seu irmão e, dentro do quarto escuro, ambos acompanhavam a luz que entrava pelas venezianas da janela. Logo em seguida, a luz se deslocou para o alto do telhado da casa, onde penetrou pelas frestas entre as telhas. Finalmente, depois de alguns minutos, a luz desapareceu e não retornou mais.

Em 14 de outubro houve um segundo incidente que ocorreu por volta de 21:30 ou 22 horas. Naquela ocasião, Villas Boas trabalhava com o trator em companhia de um outro irmão. De repente, eles avistaram uma luz muito clara, penetrante, a ponto de fazer doer as suas vistas. Segundo o depoimento de Villas Boas, a luz era grande e redonda, como uma roda de carroça, e estava na ponta norte do campo. Ela era de cor vermelho claro e iluminou uma grande área. Ao observarem melhor, distinguiram alguma coisa dentro daquela luz, mas não conseguiram precisar o que era, pois suas vistas ficavam totalmente ofuscada. Curioso, Villas Boas foi na direção da luz para ver o que era, mas assim que se aproximou, ela se deslocou velozmente para a ponta sul do campo, onde ficou novamente parada. Villas Boas correu atrás da luz, que então tornou a voltar para onde estava antes. Finalmente, Villas Boas desiste de tentar chegar na luz e volta para junto de seu irmão. Por uns poucos minutos, a luz ficou imóvel, à distância. Ela parecia emitir raios intermitentes e em todas as direções. Em seguida, desapareceu tão repentinamente, que deu a impressão que ela simplesmente "se apagou".

Na noite do dia seguinte, de 15 para 16 de Outubro, Villas Boas trabalhou sozinho com o trator. Era uma noite fria e o céu noturno estava claro e estrelado. Por volta da uma hora da madrugada, Villas Boas viu uma estrela vermelha. No entanto, logo percebeu que não se tratava de uma simples estrela, pois aumentava progressivamente de tamanho e parecia se aproximar velozmente dele. Dentro de alguns poucos instantes, a estrela se revelou um objeto brilhante, com o formato de um ovo, que se dirigia na direção de Villas Boas com uma velocidade incrível. Sua aproximação era tão veloz que já estava sobre o trator antes de Villas Boas ter qualquer reação. De repente, o objeto parou a uma altura estimada pelo protagonista como em torno de uns 50 metros, e bem acima de sua cabeça. O trator e o campo ficaram iluminados como se fosse de dia. Essa situação durou uns dois minutos e Villas Boas, hesitante e sem saber o que fazer, ficou paralisado.

Finalmente, a luz tornou a se deslocar e parou a uns 10 a 15 metros à frente de seu trator, para então pousar no solo lentamente. Nesse momento já era possível distinguir nitidamente os contornos da máquina: era parecida com um ovo alongado, apresentando três picos, um no meio e um de cada lado. Os picos eram metálicos, de ponta fina e base larga. Villas Boas não pôde distinguir sua cor por causa da forte luz vermelha que o objeto emitia. Em cima havia algo girando a alta velocidade que, por sua vez, emitia uma luz vermelha fluorescente.

De repente, a parte debaixo do objeto se abriu e deles saíram três suportes metálicos... e isso aterrorizou Villas Boas, que previa que algo iminente iria acontecer com ele. Não disposto a esperar para ver do que se tratava, Villas Boas pôs o pé no acelerador, desviou-o do objeto voador e tentou escapar. Porém, após avançar alguns metros, o motor parou e os faróis se apagaram. Aterrorizado, ele tentou dar a partida, mas o motor não pegou mais. Em vista disso, Villas Boas pulou do trator, que estava atrás do objeto, e correu desesperadamente. Mas um minúsculo ser estranho, que mal chegava a altura dos seus ombros, pegou em seu braço. Chocado, Villas Boas aplicou-lhe um golpe que o fez perder o equilíbrio, largar o seu braço e cair para trás. Novamente, tentou correr quando, instantaneamente, três outros seres pegaram-me por trás e pelos lados, segurando seus braços e pernas. Villas Boas perdeu o equilíbrio, caindo no chão, e acabou ficando totalmente dominado pelas criaturas.

Os seres o levantaram do solo, sem que ele pudesse esboçar sequer o menor gesto. Tomado pelo mais completo desespero, Villas Boas tentou se livrar das criaturas, mas os seres o seguravam firme e não deixaram-no escapar. Neste momento, Villas Boas gritou por socorro e xingou as criaturas exigindo que soltassem-no, mas nada adiantou. As criaturas o levaram então para sua nave que estava pousada sobre suportes metálicos. Na parte traseira do objeto voador havia uma porta, que se abria de cima para baixo, e assim servia de rampa. Na sua ponta havia uma escada de metal, do mesmo metal prateado das paredes da máquina, e que descia até o solo. Os seres estavam com a situação completamente dominada e só tiveram dificuldade em fazer Villas Boas subir pela escada, que só dava para duas pessoas, uma ao lado da outra, e não era firme, mas móvel, balançando fortemente a cada uma das tentativas de Villas Boas se livrar dos seus raptores. De cada lado havia um corrimão, com a espessura de um cabo de vassoura, no qual Villas Boas agarrou para não ser levado para cima – o que fez com que as criaturas tivessem de parar, a fim de desprender a força as suas mãos do corrimão.

Por fim, os seres conseguiram arrancar as mãos de Villas Boas do corrimão e leva-lo para o interior da nave. Logo em seguida, deixaram Villas Boas em um pequeno recinto quadrado. A luz brilhante do teto metálico refletia-se nas paredes de metal polido. Ela era emitida por numerosas lâmpadas quadradas, embutidas debaixo do teto, ao redor da sala. Logo em seguida, a porta de entrada, junto com a escada recolhida, levantou-se e se fechou. O que impressionou Villas Boas é que, uma vez a porta fechada, ela se integrava à parede de tal forma que era impossível percebê-la. Um dos cinco seres presentes apontou com a mão para uma porta aberta e fez Villas Boas compreender que deveria segui-lo para aquele recinto. Cansado, estressado e vendo que não tinha qualquer outra alternativa, Villas Boas obedeceu a criatura. Dentro desse recinto, os únicos móveis existentes eram uma mesa de desenho estranho e várias cadeiras giratórias parecidas com as nossas cadeiras de balcão de bar. Todos os objetos eram de metal. A mesa e as cadeiras tinham um só pé no centro.

Os seres continuavam segurando firmemente Villas Boas e pareciam conversar entre si numa linguagem completamente estranha e incompreensível – pareciam estar discutindo. Quando finalmente deu a entender que as criaturas tinham chegado a uma decisão, os cinco pararam de falar entre si e começaram a tirar as roupas de Villas Boas. Claro que Villas Boas não gostou nada da idéia de ficar nu. Imediatamente ele reagiu e começou a tentar se defender de todas as formas, inclusive debatendo-se, gritando e xingando os seres. Não adiantou: Villas Boas ficou completamente nu. Uma das criaturas se aproxima de Villas Boas segurando algo que parecia ser uma espécie de esponja, com a qual passou um líquido em todo o seu corpo. Era uma esponja bem macia e o líquido era bem claro e inodoro, porém mais viscoso do que a água. Num primeiro momento, Villas Boas pensou que fosse um óleo, mas chegou a conclusão que não era porque a sua pele não ficou oleosa, nem gordurosa. Quando passaram aquele líquido no corpo de Villas Boas, ele sentiu um frio intenso, e tremeu muito. No entanto, logo o líquido secou e Villas Boas já não sentia mais nada.

Então, três das criaturas levaram Villas Boas para uma porta que fica do lado oposto daquela pela qual eles haviam entrado no interior da nave. Um deles tocou em algo bem no centro da porta que, em seguida, se abriu para os dois lados, como uma porta de encaixar de bar feita de uma só folha, do piso ao teto. Em cima, havia uma espécie de inscrição com letreiros luminosos de cor vermelha. Os efeitos da luz deixaram aqueles letreiros salientes, destacados da porta em um ou dois centímetros. Eram totalmente diferentes de quaisquer dos símbolos ou caracteres conhecidos. Villas Boas tentou gravá-los em sua memória, mas não conseguiu.

Em companhia de dois seres, Antônio Villas Boas ingressou em uma pequena sala quadrada, iluminada como os demais recintos, e a porta se fechou atrás deles. De repente, a parede tornou a se abrir e pela porta entraram mais dois seres. As criaturas levavam nas mãos dois tubos de borracha vermelha, bastante grossos, cada um medindo mais de um metro. Uma das pontas do tubo estava ligada a um recipiente de vidro em forma de taça. Na outra ponta havia uma peça de embocadura, parecida com uma ventosa, que colocaram sobre a pele de Villas Boas, debaixo de seu queixo. O ser comprimiu o tubo de borracha fortemente com a mão, como se dele quisesse expelir todo o ar. Logo no início, Villas Boas não sentiu dores nem comichão, mas notou apenas que sua pele estava sendo sugada. Em seguida, Villas Boas sentiu uma ardência e teve vontade de coçar no local. Neste momento a taça se encheu lentamente de sangue até a metade. Logo em seguida, retiraram o tubo de borracha e substituíram-no por outro. Villas Boas sofre nova sangria, só que dessa vez no outro lado do queixo. Nesta segunda sangria as criaturas encheram a taça de sangue. Depois essa operação, os seres se retiraram do recinto e deixaram Villas Boas sozinho.

Por mais de meia hora, Antônio Villas Boas ficou a sós na sala. Na sala não existiam móveis, exceto uma espécie de cama sem cabeceira nem moldura. Como estava se sentido cansado, Villas Boas sentou-se naquela cama. No mesmo instante, começou a sentir um odor forte, estranho e que lhe causou náuseas. Villas Boas teve a impressão de estar inalando uma fumaça grossa, cortante, que o deixou quase asfixiado. Talvez fosse isso mesmo que estivesse acontecendo, pois quando examinou a parede da sala com mais atenção, notou uma quantidade de pequenos tubos metálicos embutidos na parede, à altura da sua cabeça. Semelhantes a um chuveiro, os tubos apresentavam múltiplos furinhos, pelos quais saia uma fumaça cinzenta, que se dissolveu no ar. Villas Boas estava preso na sala e as criaturas estavam aplicando um gás lá. Sentido-se bastante mal e com ânsia de vômito, Villas Boas foi para um canto da sala e acabou vomitando. Em seguida, pôde respirar sem dificuldades, porém continuava a se sentir mal com aquele cheiro.

Até aquele momento, Antônio Villas Boas não fazia a menor idéia de como era a aparência dos seres que haviam raptado-lhe. Os cinco usavam macacões bem colantes, de um tecido grosso, cinzento, muito macio e colado com tiras pretas. Cobrindo a cabeça e o pescoço, usavam um capacete de mesma cor, mas de material mais consistente, reforçado atrás, com estreitas tiras de metal. Esse capacete cobria toda a cabeça deixando à mostra somente os olhos que Villas Boas pôde distinguir através de algo parecido com um par de óculos redondos. Acima dos olhos, o capacete tinha duas vezes a altura de uma testa normal.

A partir do meio da cabeça, descendo pelas costas e entrando no macacão, à altura das costelas, Villas Boas notou três tubos redondos de prata, dos quais não soube dizer se eram de borracha ou metal. O tubo central descia pela coluna vertebral. Na esquerda e na direita desciam os dois outros tubos, que iam até uns 10 centímetros abaixo das axilas. As mangas do macacão eram estreitas e compridas. Os punhos continuavam em luvas grossas, de cinco dedos e com a mesma cor. Nenhum dos macacões tinham bolsos ou botões. As calças eram compridas e colantes e continuavam numa espécie de bota. Todavia, a sola dos sapatos deles era de quatro a sete centímetros de espessura. Era bem diferente dos nossos sapatos. Nas pontas, os sapatos eram levemente encurvados para cima.

Depois de um longo tempo que Villas Boas não soube precisar, começou um ruído na direção da porta. Villas Boas virou-se naquela direção e deparou-se com uma moça aproximando-se lentamente. Estava totalmente nua e descalça. Seus cabelos eram macios e louros, quase cor de platina – como que esbranquiçados – e lhe caíam na nuca, com as pontas viradas para dentro. Usava o cabelo repartido ao meio e tinha grandes olhos azuis amendoados. Seu nariz era reto. Os ossos da face, muitos altos, conferiam às suas feições uma aparência heterogênea, deixando o rosto bem largo e com o queixo pontudo, que ficava quase triangular. Tinha os lábios finos, pouco marcados, e suas orelhas eram exatamente como a de nossas mulheres comuns. Segundo Villas Boas, ela tinha um corpo lindo e com os seios bem formados. Sua cintura era fina. Os seus quadris eram largos, as coxas compridas, os pés pequenos, as mãos finas e as unhas normais. Ela era de estatura bem baixa – mal chegava nos ombros de Villas Boas.

Essa criatura se aproximou de Villas Boas, em silêncio, e fitou-lhe com seus olhos grandes – não deixando dúvidas para com suas intenções. De repente, ela abraçou Villas Boas e começou a esfregar seu rosto e corpo contra o dele. A porta tornou a se fechar e Villas Boas ficou a sós com aquela criatura. Considerando a situação em que se encontrava, isso parece um tanto improvável... mas Villas Boas acredita que a excitação pode ter sido resultado do líquido que passaram por todo o seu corpo. De qualquer forma, Villas Boas não conseguiu mais refrear seu apetite sexual e acabaram tendo várias relações sexuais. Depois, a criatura ficou cansada e começou a respirar ofegantemente. Segundo Villas Boas, ele ainda estava excitadíssimo – o que demonstra que não era um estado de excitação sexual comum e natural. Antônio até tentou transar mais, mas ela recusou continuar com o sexo. No momento da recusa, Villas Boas percebeu que queriam ele apenas como um reprodutor para algum tipo de experiência. Apesar disso, segundo seu próprio depoimento, ele tomou o cuidado para não deixar que percebessem a sua irritação. Afinal, ele se encontrava nu, num lugar estranho, com seres estranhos, completamente sem chance de fuga e, sendo assim, não seria muito prudente e inteligente demonstrar qualquer tipo de hostilidade.

Pouco depois de seus corpos terem se separado, a porta se abriu e um dos seres chamou a moça com gestos. Antes de sair da sala, ela virou-se para Antônio Villas Boas e apontou primeiro para sua barriga, depois, com uma espécie de sorriso, para o próprio Villas Boas e, por último, para o alto – como se quisesse dizer que Villas Boas iria ser pai de uma criança que iria viver no espaço.

Logo em seguida, um dos seres voltou com as roupas de Villas Boas e ele, por sua vez, se vestiu imediatamente. Segundo Villas Boas, as criaturas lhe devolveram tudo, menos um isqueiro que tinha em um dos bolsos (apesar de cogitar a possibilidade de que ele possa ter caído no chão no momento da luta na hora que estavam capturando-no). Quando Villas Boas terminou de se vestir, os seres o levaram de volta para o mesmo recinto que estava antes de ter entrado naquela sala.

Chegando lá, três dos tripulantes estavam sentados nas cadeiras giratórias, grunhindo um para o outro. Aquele que veio buscar Villas Boas juntou-se a eles e deixaram-no sozinho. Enquanto eles "falavam entre si", Villas Boas tentou gravar na memória todos os detalhes ao seu redor e observava minuciosamente tudo. Assim, reparou que dentro de uma caixa com tampa de vidro que estava sobre uma mesa havia um disco parecido com um mostrador de relógio: havia um ponteiro e, no lugar dos números 3, 6 e 9, uma marcação negra. No lugar em que normalmente está o número 12, havia quatro pequenos símbolos negros, um do lado do outro.

Naquele momento, já bem mais calmo, Antônio Villas Boas teve a idéia de pegar aquela coisa e levá-la consigo – a título de ter uma prova concreta de sua inacreditável aventura de abdução. Imaginando que se os seres percebessem seu interesse por aquele objeto e talvez acabassem presenteando-lhe com o mesmo, tratou de se aproximar dele, aos poucos e, quando os seres não olhavam, puxou-o da mesa com as duas mãos. Villas Boas estimou que aquele objeto pesava, pelo menos, uns dois quilos. Porém, as criaturas não deram tempo para que Villas Boas olhasse o objeto de mais perto pois, com a rapidez, um dos seres acabou empurrando Villas Boas para o lado, tirou a caixa de suas mãos e, aparentemente furioso, tornou a colocá-la no lugar. Intimidado com a ação do alienígena, Villas Boas recuou até a parede mais próxima e ficou parado lá, imóvel.

Enfim, depois de vários minutos, uma das criaturas se levantou e fez um sinal para que Villas Boas o seguisse. Assim, atravessaram a pequena ante-sala, até a porta de entrada, já aberta e com a escada descida. No entanto, ainda não desceram, mas o ser fez Villas Boas compreender que devia acompanha-lo até a rampa que havia em ambos os lados da porta. Ela era estreita, mas permitiu dar uma volta completa ao redor da nave. Primeiro foram para frente e lá Villas Boas viu uma protuberância metálica sobressaindo da nave. Na parte oposta havia essa mesma protuberância.

O ser também apontou para os picos de metal na parte frontal. Os três estavam firmemente ligados à nave. O protuberância do meio estava ligada diretamente com a parte dianteira. As três esporas tinham a mesma forma, base larga, diminuindo para uma ponta fina e sobressaindo horizontalmente. Elas brilhavam como metal incandescente, mas não irradiavam nenhum calor. Um pouco acima da esporas metálicas havia luzes vermelhas, sendo duas laterais, que eram pequenas e redondas, e uma na da parte dianteira de grande tamanho. Eram os possantes faróis. Acima da rampa, ao redor da nave, estavam dispostas inúmeras lâmpadas quadradas, embutidas no casco. Seu brilho vermelho refletia na rampa, a qual, por sua vez, terminava em uma grande placa de vidro grosso, que entrava fundo no revestimento de metal. Como não existiam janelas em parte alguma, Villas Boas julgou que aquela vidraça serviria para olhar para fora, mesmo que não fornecesse uma boa visão pois, visto de fora, o vidro parecia bastante turvo.

Após a vistoria da parte frontal da máquina, o ser levou Villas Boas para a parte traseira (que apresentava uma curvatura bem mais pronunciada do que a da dianteira) mas, antes disso, pararam mais uma vez, quando a criatura apontou para cima, onde estava girando a imensa cúpula em forma de prato. Ao girar lentamente, mergulhava numa luz esverdeada, cuja fonte não era possível detectar. Simultaneamente, emitia um som parecido com assobio. Quando, mais tarde, a máquina decolou, as rotações da cúpula aceleraram progressivamente, até desaparecer por completo, e, em seu lugar, permanecer apenas um brilho de luz vermelho-clara. Ao mesmo tempo, o ruído cresceu para um estrondoso uivo. Depois de ter mostrado toda a parte externa da nave para Villas Boas, o ser o levou para a escada metálica e deu a entender que ele estava livre para ir embora. Ele apontou primeiro para si próprio, depois para Villas Boas e, finalmente, para o quadrante sul no céu. Em seguida, fez sinal de que ia recuar e desapareceu no interior da nave.

A escada metálica foi se recolhendo e a porta da nave se fechou. As luzes da esporas metálica do farol principal e da cúpula ficaram progressivamente mais intensas com o aumento das rotações. Lentamente, a máquina subiu, em uma linha vertical, recolhendo, ao mesmo tempo, seu trem de pouso. O objeto subiu devagar, até uns 30 a 50 metros de altura. Lá parou por alguns segundos, enquanto sua luminosidade se tornava mais intensa. O ruído de uivo tornou-se mais forte, a cúpula começou a girar com uma velocidade enorme, ao passo que sua luz foi se transformando progressivamente, até ficar vermelho-clara. Naquele instante, a nave inclinou-se ligeiramente para o lado, ouviu-se uma batida rítmica e, repentinamente, desviou-se para o sul, desaparecendo de vista uns poucos segundos depois.

Finalmente, Villas Boas voltou para o seu trator. Era 01:15 horas quando foi levado para o interior da nave e retornou somente às 05:30 horas da madrugada – por mais de quatro horas ficou sob tutela daqueles inusitados seres. Com o passar do tempo, Villas Boas formou-se em Direito, casou-se e teve quatro filhos. Esse caso foi minuciosamente investigado pelo Dr. Olavo Fontes. Um dos elementos mais impressionantes na experiência de Villa Boas são as marcas escuras que começaram a surgir em seu corpo, cujas investigações indicaram como possível causa de um processo de intoxicação radioativa.

* Desenhos de Jacques Lob e Robert Gigi do livro "LES APPARITIONS OVNIS" (Dargaud Editeur).
* Foto de Villas Boas getilmente cedido pelo CISNE (Irene Granchi).

O Milagre que o mundo esqueceu






Image36 anos já se passaram desde que a Virgem Santa apareceu numa capela ortodoxa, na capital de um pais governado por um líder comunista à beira de uma guerra civil entre cristãos e muçulmanos. Na época, esse magnífico fato foi abafado de todas as formas possíveis, tanto pela comunidade islâmica local, quanto pelo governo, ainda assim houve uma pequena repercussão internacional. O mundo convulsionava ante a guerra fria, e a perseguição aos cristãos nos países muçulmanos pouco divergia dos dias atuais. Quase quatro décadas se passaram, mas a história daquelas aparições magníficas ainda vale a pena ser sempre recontada.

Egito, 1968. Enquanto todo o mundo está hipnotizado pela queda do colosso americano no Vietnã, ou aterorizado pela guerra fria, protestos nas grandes capitais do planeta, guerras no Oriente, enfim, um ambiente histórico que pouco divergia do atual. Os olhos do mundo não estavam voltados para o provável banho de sangue que ocorreria no Egito, ou para a relevância e influência que as perseguições muçulmanas contra cristãos teriam no futuro da humanidade, em questão, os dias atuais.

Pouco menos de um ano depois da derrota do Egito na Guerra dos Seis Dias contra Israel, as tensões naquele país eram muitas, e a insatisfação da população se refletia no separatismo e no terrorismo interno, além do recrudescimento do fanatismo islâmico. Um conflito religioso entre cristãos de várias denominações e muçulmanos, sugeria a preocupação por um genocídio ou uma guerra civil sem precedentes. Igrejas eram invadidas ou apedrejadas, residências de famílias cristãs eram marcadas com uma cruz vermelha - um sinal de intimidação. Jovens católicos ou ortodoxos eram presos e torturados até que renegassem a fé cristã. Enfim paz parecia possível apenas a custa de um milagre, e ele aconteceu.

Naquele contexto de desolação para os cristãos, a Mãe de Deus começou a aparecer para milhares de pessoas, em uma igreja coopta construída para relembrar a provável passagem da Sagrada Família por aquela região quando em fuga de Herodes. Era Abril de 1968. Começavam as aparições da Virgem Maria no Egito, a mais vista de todos os tempos e a única até os dias atuais a ser documentada fotograficamente.

Tudo começou quando o arquediácono daquela igreja, Youssef Kamell visualizou uma jovem no domo da capela junto à cruz, no primeiro momento, pensando tratar-se de uma tentativa de suicídio, começou a apontar e gritar em direção à jovem. "Mas uma luz estranha a envolvia" - declarou Kemell mais tarde. Várias pessoas se acumularam diante da Igreja, quando por perto passava um grupo de cristãos, que vendo aquela jovem cercada de tanta luz gritaram: "É Maria! É a Mãe de Deus!", e correram para diante do templo. Naquele momento Ela flutuou até a parte central acima do pórtico do templo, virou-se na direção deles, sorriu lindamente e os abençoou. A virgem permaneceu silenciosa, por vezes voltava a face para os céus, e outros momentos dirigia seu olhar a algum dos presentes, demonstrando escutar as preces emocionadas. Em outros momentos caminhava sem que tocasse a laje do templo. Pombas luminosas voavam entre os presentes e pelos céus formando uma cruz. Uma fragrância deliciosa foi sentida por todos os presentes, e não tardou a que uma grande multidão se formasse diante do templo. Essa primeira aparição durou duas horas.

Não tardou até que toda a cidade ficasse sabendo do fato, rádios cristãs anunciavam o milagre, ao passo que a imprensa local o tratou com indiferença. Na noite que se seguiu à primeira aparição, uma imensa multidão se postou diante do templo. As ruas em redor ficaram tomadas, quase toda a comunidade cristã local estava presente, alem de centenas de muçulmanos - o que despertou grande preocupação por parte das autoridades policiais. E mais uma vez Ela apareceu cercada de luz. O que se viu foi uma comoção generalizada. Alguns choravam copiosamente ante a visão da Virgem Santa, outros ficaram paralisados, outros ainda, caíam de joelhos em sonoras preces. E mesmo entre os muçulmanos presentes as reações não foram diferentes.

Nas semanas seguintes o local se transformou num lugar de peregrinação. Quase todos os dias a Virgem se fazia presente. Muitos levavam seus doentes, entre os quais, vários encontraram a cura de seus males. Um perfume inexplicável tomava conta do ambiente, e mesmo ao longe se podia sentir, mesmo com vento forte. Todas as atenções do Cairo se voltaram para as aparições da Virgem. O fenômeno passou a ser noticiado em todo o país e no exterior.

A polícia local e o serviço secreto egípcio empenharam-se em investigar o fenômeno. No início acreditava-se tratar de uma projeção ou de uma encenação. Todo o templo foi varrido minuciosamente e todos os prédios próximos investigados. A cobertura da Igreja foi ocupada por policiais, bem como todos os prédios próximos, e ainda assim a Virgem continuava a aparecer. Nada foi encontrado. Não se conhecia na época qualquer tipo de dispositivo que "produzisse" fenômeno similar e com tamanha perfeição. Especialistas foram convocados de várias partes do mundo, e não houve explicação possível diante da constatação visível do fato. Não havia dúvidas, o que ali acontecia era real, sobrenatural e inexplicável cientificamente. O efeito era inteligente, logo, a causa era inteligente, mas inexplicável à luz da ciência.

O mais impressionante é que a aparição gerava luz física, podia ser captada pelas câmeras, as pessoas sentiam odores perfumados e delineavam feições lindíssimas, maior ainda o fato de milhares de pessoas terem o consenso muito claro do que viam, todos enxergava uma mesma coisa, não era sugestão ou hipnose. Ainda assim seria impossível hipnotizar ou sugerir milhares de pessoas diferentes. Era consensual, a Virgem era vista por todos.

As aparições duravam de alguns minutos até horas. Uma das aparições durou nove horas. Kyrillos VI, o patriarca Ortodoxo, formou uma comissão para investigar as aparições. Vários comissários diferentes fizeram constar em seus relatórios os mesmos fatos: observaram plumagens de fumaça púrpura e uma deliciosa fragrância que enchia todo o ambiente na hora das aparições, e a figura de uma mulher cercada por um globo muito luminoso de luz, acompanhada por pombas luminosas que apareciam e desapareciam junto com a "mulher luminosa".

Ela foi vista por mais de um milhão de pessoas. Católicos, ortodoxos, protestantes, muçulmanos, milhares de crentes e não-crentes experimentaram as aparições, dessa vez não eram santos ou confidentes, mas gente do povo, milhares de pessoas, e não houve teoria que explicasse o que ocorria aos olhos de todos que quisessem ou não ver a verdade dos fatos, Maria realmente aparecia. E as aparições eram transmitidas via radiodifusão ou pela TV egípcia. As aparições foram fotografadas por centenas de fotógrafos diferentes e foi pessoalmente testemunhada pelo presidente egípcio Abdul Nasser, um comunista declarado, que não teceu qualquer comentário público.

As aparições duraram dois anos com numerosas curas registradas por vários profissionais médicos e cientistas. O que estava acontecendo era real, doentes, seja cristãos ou muçulmanos receberam a cura, cegos recuperavam a vista, coxos andavam, ateus eram convertidos, milhares de curas do corpo e da alma, além do efeito mais magnífico, o conflito entre cristãos e muçulmanos cessou. Jamais a história registrou fato semelhante, tendo em vista ainda seu caráter ecumênico (na mais responsável acepção do termo). Ali se confirmava a cerdade de que Maria é Mãe amorosa de todos os homens.

Grupos de muçulmanos que assistiam às aparições cantavam do Alcorão: " Maria, Deus te escolheu. E purificou-te; Ele escolheu-te acima de todas as mulheres ". Por várias vezes, tanto cristãos quanto muçulmanos cantavam juntos as mesmas canções. Era um espetáculo de fé de rara beleza.

O Patriarca coopta local, Kyrillos VI, anunciou um ano depois das aparições que ele não tinha nenhuma dúvida que a Mãe de Deus estava aparecendo para milhões de pessoas sobre o teto da Igreja em Zeitun.

"Investigações oficiais foram levadas a cabo, e como resultado foi considerado um fato inegável: A Virgem Maria tem aparecido na Igreja Católica Ortodoxa Coopta de Zeitun em um corpo luminoso, claro e com feições definidas, visto na parte frontal (do templo) por todos os presentes da igreja, seja cristãos ou muçulmanos " - Relatório do Departamento Geral de Informações de zeitun, Egito 1968.

As aparições duraram entre 1968 e 1970 quase diariamente. A Virgem era vista cercada por pombas de luz e uma fumaça fulgurante. Ela andava naturalmente como que flutuasse sobre o teto da Igreja, se curvava diante da cruz, abençoava a todos os presentes, se prostrava com as mãos postas para o céu e seu aparecimento era sempre acompanhado por pombas que muitas vezes formavam cruzes nos céus. Em Zeitun não houve espaço para o ceticismo. Em raros momentos os sinais de Deus foram tão universais e avassaladores. As aparições em Zeitun foram indubitáveis, e não houve cético ou descrente que a tenha presenciado e permanecido insensível à sua veracidade.

As aparições da Virgem em Zeitun foram as maiores de todos os tempos em número de testemunhas, mais de 1 milhão de pessoas. Até hoje não há paralelo na história das aparições que se possa comparar às aparições no Egito. Pelos frutos se conhece a boa árvore, além das numerosas conversões e curas, Nossa Senhora conseguiu pacificar dois grupos religiosos quase em guerra sem a necessidade de nenhuma mensagem específica, bastou a sua presença para que tanto muçulmanos quanto cristãos observassem que aquilo que aparentemente os separava, se vista sob a ótica do amor era justamente o que os unia, a fé.

É dificil mensurar a amplitude que um fenômeno similar, se ocorrido nos dias de hoje, teria sobre o mundo. Os recursos de mídia são os mercados que mais crescem em todo o mundo desde a década de 90, e não é dificil imaginar que um evento de tamanho vulto seria massificado de forma geométrica em questão de horas, e muito mais gente conheceria tais aparições. Ou, talvez interpretando a realidade com mais frieza, aconteceria o mesmo que ocorreu quase quatro décadas atrás - a violência, a sensualidade, a desordem moral e social ocupariam bem mais as pautas de uma mídia desinteressada das coisas de Deus. E esse magnífico fato histórico e místico seria um pedaço da história humana que muito habitualmente a mundo trataria de esquecer, pois Deus, desde muito, é relegado ao esquecimento em nossa história.



terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

O MISTÉRIO EXTRATERRESTRE DO POVO DROPA

enigma etnológico

tradução: Carol Beck
In Los Dropa - BIBLIOTECA PLEYADES


Esqueleto de um dos alienígenas Dropa encontrado nas cavernas de Byan-Kara-Ula. DIR.: Foto obtida pelo Karin Robin Evans durante uma expedição em 1947. O casal é identificado como "legisladores" dos Dropa: Hueypah-La, 1,2m de altura e Veez-La, cerca de 1m.

As Montanhas Bayan Kara Ula, são uma das áreas mais isoladas da Terra. A cidade mais próxima é Lhasa,no Tibet, a uma distância de 640 km ao sul, por um terreno inacessível. Atualmente está habitada por tribos de gente muito distinta dos povos ao redor. Autodenominados Dropas (ou Dzopa) e os Han, não se encaixam em nenhuma categoria racial estabelecida pelos antropólogos.

Em primeiro lugar, são de pequena estatura. A altura média de um adulto é de um metro e vinte e cinco centímetros. São amarelos, suas cabeças são desproporcionalmente grandes, quase calvos e seus olhos são grandes e azulados, porém não de aspecto oriental. Seus traços são praticamente caucasianos, e seus corpos são sumamente delgados e delicados. O peso médio de um adulto, é aproximadamente de 50 kg.



O Achado

Em 1938, Chi Pu Tei, professor de arqueologia da Universidade de Beijin, conduzia alguns de seus estudantes em uma expedição a uma série de grutas que se entrelaçam nas montanhas de Bayan Kara Ula, entre as fronteiras de China e Tibet. Conforme entravam, deram-se conta de mais cavernas; era um sistema completo de túneis artificiais e despensas. As paredes eram quadradas e cristalizadas, como se o corte na montanha tivesse sido realizado com uma fonte de calor extremo. Dentro das grutas acharam sepulturas,com estranhos esqueletos. Estes esqueletos eram pequenos e delgados, e com crânios muito desenvolvidos.

A princípio se pensou, que as grutas havia sido um lar de uma espécie desconhecida de primata. Porém essa idéia se descartou ao encontra os esqueletos enterrados.O mesmo professor Chi Pu Tei disse: "Quem conhece algum Primata que enterra outro?”. Outros descobrimentos realizados nas grutas excluíram definitivamente a idéia de que estes eram de monos.Sobre as paredes havia pictogramas talhados do céu: o Sol, a Lua, as estrelas e a Terra com linhas de pontos que os conectavam.

Porém faltava ainda o descobrimento mais fantástico de todos. Semi-enterrado,devido a sujeira da gruta, havia um disco de pedra, obviamente feito por uma mão de uma criatura inteligente. O disco teria 22,7 centímetros de diâmetro e dois centímetros de grossura, também tinha um buraco no centro, perfeitamente circular de dois centímetros de diâmetro. Dali surgia um sulco fino em espiral; havia caracteres escritos exteriormente.Este disco é datado entre 10.000 e 12.000 anos de antiguidade (muito mais antigo que as datações das grandes pirâmides do Egito). Entretanto não foi o único, no total haviam sido encontrados 716 pratos. E cada um com caracteres diferentes.



Os Discos

Os discos haviam sido etiquetados, junto com os restos dos achados da expedição, e guardados na Universidade de Beijin, desde o dia de seu descobrimento. No decorrer de vinte e quatro anos, outras pessoas haviam tentado decifrar as estranhas inscrições nos discos, porém sem êxito algum.

Foi o professor Tyson um dos que, em 1962 se interessou pela editoria dos discos, e se propôs a decifrar o significado destes. Ele e seus colegas descobriram que os sulcos espirais não eram simples desenhos, mas também, uma escritura incrivelmente antiga, gravada de algum modo desconhecido e de um tamanho quase microscópico.

Se isto for certo, seria a escritura mais antiga do mundo, já que, como exposto anteriormente, os discos tem uma antiguidade de 8.000 a 12.000. Para começar, o professor, com ajuda de uma lupa, foi transcrevendo, minuciosamente os caracteres do disco para um papel.

Durante este processo, perguntas assaltaram o professor tais como: "Como pode um povo primitivo fazer uns discos tão exatos?"; "Como elaboraram uma escritura quase microscópica?” e "Quem eram e para quê fim produziram essas centenas de discos?"

Uma vez que os caracteres dos discos foram copiados, o professor Tsum Um Nui e seus colegas começaram a árdua tarefa de tentar decifrar seu conteúdo. Finalmente, intercambiando desenho com palavras e frases, chegou a decifrar parte do código ou escritura. Feito isto, se dedicou a ordenar os discos,da forma mais coerente que pôde, e assim, fazer uma transcrição parcial. A história contada nos discos era simplesmente assombrosa.


A História

O Professor passou para o papel a transcrição, assim como suas conclusões e o apresentou na universidade para sua publicação posterior mas foi censurado. Em 1965, inesperadamente, um artigo escrito pelo filólogo russo Vyacheslav Saizev, apareceu na revista alemã Das Vegetarische Universum, e na revista anglo russa, Sputnik, contando a história dos discos, sua composição, e um extrato sobre o que havia sido decifrado pelo professor Tsum Um Nui.

Os discos contam a história de uma nave espacial procedente de um planeta longínquo que teve de realizar um pouso forçado nas montanhas de Baian Kara Ula. Os tripulantes da nave (Dropas) buscaram refúgio nas grutas das montanhas e apesar de suas intenções pacíficas, os Dropa não foram compreendidos pelos membros da tribo Ham, os quais, ocupavam as cavernas vizinhas e pensando que eram inimigos que queriam apoderar-se de seu território, perseguiram e mataram alguns deles. Quando finalmente a tribo compreendeu a sua linguagem, por sinais dos Dropa, admitiram-nos em seu território ao saber que os recém chegados tinham intenções pacíficas. Os discos também contam como os Dropas não conseguiram reparar os danos na nave e ficaram impossibilitados de voltar ao seu planeta de origem, tendo de viver na Terra.

ROMPENDOS OS SELOS DE PROIBIDOS LIVROS


"Chegaram de fato os tempos. E esses serão os tempos da síntese, da sublimação do espírito, das grandes revelações. Enfim, da reorientação de todas as crenças e dos pensamentos! Os tempos de rejeição aos dogmas infantis, às mentiras e às crenças supersticiosas que desde muito prendem com pesadíssimos grilhões a nossa sofrida, infeliz e desorientada humanidade. E se esse nosso presente trabalho representar um pequeno passo nesse sentido, se puder ao menos se tornar uma tímida voz em meio a um vastíssimo deserto e tocar alguns outros corações, estaremos plenamente recompensados. E assim sendo, aquilo que hoje entendemos como mistérios deixarão de ser mistérios, pois estarão plenamente aptos a serem devidamente compreendidos e inteiramente assimilados, justamente porque os tempos se fazem propícios e talvez maduros. Forcemos então as portas interditas desse território, desde muito coberto pelas mais densas e pesadas névoas, e então destemidamente ousemos penetrar nos seus caminhos extremamente sinuosos, os quais forçosamente nos levarão à descoberta das mais diversas e das mais espantosas de todas as realidades - todas elas, por vezes, bem diante dos nosso olhos e no entanto muito pouco consideradas"

(Do nosso ebook: INSÓLITO - MISTÉRIOS DO CÉU, DA TERRA, DO ESPAÇO E DO TEMPO)

Insólitas tecnologias - heranças perdidas de um passado glorioso, remoto e muito esquecido, cujas expressivas imagens se perpetuaram através dos tempos, acenando ao entendimento e à razão dos espíritos mais lúcidos e racionais - aqueles poucos que possuem a necessária capacidade de entendê-las. Sinais altamente relevantes!

Uma vez que não há mesmo como se negar tudo aquilo que salta aos olhos de maneira clara e inequívoca! Nos velhos tempos em que de maneira geralmente simplista consideramos como pré-históricos, altas tecnologias eram empregadas pelas desconhecidas civilizações que nos precederam. Não há, portanto, nada de novo em relação a tudo aquilo que somente hoje redescobrimos, ainda que de maneira tímida e incipiente.

Tudo é, pois, um recomeço! Há muitos milênios atrás, quem habitou a Terra - assim como também hoje NÓS o fazemos - podia se locomover pelos mares, pela terra, pelo céu - e também através do próprio espaço sideral! Transmitia as suas imagens e sons através da atmosfera; gravava - através de fantásticas e desconhecidas tecnologias - as suas mensagens voltadas na direção do céu....

..... Construía seus portentosos monumentos, através de técnicas de Engenharia e tecnologias muito além dos tempos em que foram edificados, legando assim essa ciência muito antiga que emula marcos piramidais situados em outros corpos do nosso Sistema Solar - como, por exemplo, também nos solos da Lua e de Marte!

Também em sítios arqueológicos, alguns datados de milhões de anos, artefatos metálicos altamente tecnológicos têm sido encontrados, provando assim que tais antigas civilizações eram realmente detentoras de certos conhecimentos que se comparam aos nossos, ou até mesmo vão muito além deles. Na foto acima, uma peça manufaturada, cuja idade foi avaliada em cerca de 20 mil anos, foi encontrada em meio aos ossos de antigos animais pré-históricos, tendo, possivelmente, pertencido a uma máquina - ou, quem sabe, diríamos, a um motor! Note-se que essa peça foi mecanicamente torneada e moldada de modo a encaixar em algo e, assim, prover adaptação em um outro dispositivo qualquer.

Também por vezes, certos geodos datados de milhares de anos atrás igualmente trazem muitas surpresas no seu interior, guardadas desde os tempos em que teoricamente somente os dinossauros teriam habitado a Terra! Artefatos produzidos através de ligas metálicas desconhecidas, tais como esse encontrado em Lanzhou, China, nos atestam que estamos diante de duas alternativas: a primeira é que vieram "de fora", ou seja, seriam artefatos originários de antigas visitas espaciais. A segunda, claro, restos de objetos utilizados pelas perdidas civilizações que nos precederam. Nesse particular não existem meios-termos.

Arruelas de pressão; molas; pistões; pinos e contra-pinos; discos metálicos; peças torneadas - e assim por diante. Dir-se-ia que estamos diante da sucata de uma moderna oficina mecânica, não? Até que poderia ser. Porém essa tal "oficina" era notável especialista em Nanotecnologia (algo que somente AGORA a nossa a ciência descobriu) e esteve estabelecida na Rússia, em um período muito distante, situado entre 20 a 100 mil anos atrás!

Da mesma forma que parafusos e porcas não são absolutamente invenções modernas! Também os Jornais russos noticiaram essa espantosa descoberta efetuada no interior de uma rocha, solidificada ha muitos milhares de anos, e no interior da qual existiam os restos de um parafuso e, logo acima deles, uma porca ainda em perfeito estado! A opinião dos perplexos cientistas que a examinaram? - "Talvez esses artefatos de metal sejam relíquias de uma civilização espacial próxima".

Impossível? NÃO! Você que nos acompanha certamente se lembrará da insólita imagem que mostramos em uma página anterior, na qual um turista mais atento fotografou em meio às complexas esculturas da Catedral de Salamanca, Espanha, a nítida representação de um antigo astronauta. O mais curioso de tudo é que essa Catedral foi construída na Idade Média, época em que sequer se sonhava com as viagens espaciais, certo? Certo! Porém, como aliás sempre acontece, tão logo isso veio à tona, logo se apressaram em desmoralizar, desacreditar e desmentir esse espantoso achado, sob a alegação de que: " Tal monumento foi recentemente, e na própria época, ali colocado para comemorar a chegada do Ano 2000". Bizarro! E você acredita mesmo nisso? Em primeiro lugar, porque SOMENTE AGORA disseram isso, e não na chegada do Ano 2000? E por que, então, nessa época não divulgaram o fato, como, aliás, seria lógico? Você, por acaso, se lembraria de ter lido algo a respeito? Nem nós! Além do mais, note-se que a pátina e a antigüidade do tal monumento são evidentes em comparação com as demais esculturas adjacentes - não há mesmo como se negar isso! Adicionalmente, tais monumentos históricos são tombados pelo Governo e, assim, NENHUMA alteração de fachada é permitida e, dessa forma, nem mesmo poderia ter sido efetuada.

Sutil mesmo. Até porque, diante de tantas evidências, somente agora em 2008 (e muito curiosamente) um representante da Igreja Católica, isto é, do próprio Vaticano - precisamente o Diretor do seu Observatório Astronômico, conhecido como Specola Vaticana, Padre José Gabriel Funes, publicamente declarou ao Jornal "L'Osservatore Romano" que: - "Deus pode ter criado seres inteligentes em outros planetas do mesmo jeito como criou o universo e os homens"! E mais: - "Como existem diversas criaturas na Terra, poderiam existir também outros seres inteligentes, criados por Deus". Isso não contradiz nossa fé porque não podemos colocar limites à liberdade criadora de Deus". O Padre Funes, cita, ainda, São Francisco ao dizer que: - "Possíveis habitantes de outros planetas devem ser considerados como nossos irmãos". E se consideramos as criaturas terrestres como 'irmão' e 'irmã', por que não poderemos falar também de um 'irmão extraterrestre'? Ele também faria parte da criação? É possível que existam. O universo é formado por 100 bilhões de galáxias, cada uma composta de 100 bilhões de estrelas, muitas delas ou quase todas poderiam ter planetas. Como podemos excluir que a vida tenha se desenvolvido também em outro lugar? Há um ramo da Astronomia, a Astrobiologia, que estuda justamente este aspecto e fez muitos progressos nos últimos anos. Estudar o Universo não afasta, mas aproxima de Deus porque abre o coração e a mente e ajuda a colocar a vida das pessoas na perspectiva certa". Como astrônomo, eu continuo a acreditar que Deus seja o Criador do Universo e que nós não somos o produto do acaso, mas filhos de um Pai bom" . (FONTE: BBC)

Claro que sim, pois foi exatamente nos secretos porões do Vaticano que há algumas décadas trabalhadores inadvertidamente abriram algumas das velhas sepulturas lá colocadas por centenas de anos e cujo título em latim dizia: "Sepulturas de Anjos". No interior delas, eis à esquerda o tipo dos pequenos crânios encontrados - inúmeros crânios, pertencentes, por sua vez, a pequenas ossaturas que nos remetem às bem conhecidas figuras cujo exemplar vemos na ilustração, logo à direita! Não adianta, portanto, esconder mais nada!

Tudo muito revelador e sobretudo lógico, não? Pois conforme já dissemos a você, somente os mais altos Iniciados SABIAM (E SABEM) desde longos tempos acerca de uma grande verdade, verdade esta que, por sinal, por vários setores profanos - isto é, não iniciados - é ocultada e proibida ao restante da humanidade. Assim sendo, aqueles que conheciam essa verdade já nos antigos tempos da Inquisição e das perseguições - recheados de intolerância religiosa e política - sutil e veladamente a transmitiam através das suas construções, da sua arquitetura, das suas pinturas e até mesmo dos seus sempre muito metafóricos escritos. Veja, por exemplo, essa pintura sacra muito antiga, originária do ano 1600 e situada na Igreja de San Pietro. O nome? "Glorificação da Eucaristia". E o quê ela nos mostra? "Jesus e Deus, sobre nuvens, tomando nas mãos um globo terrestre"? NÃO! Globo terrestre não possui antenas, tampouco possui um módulo de acoplagem (ou talvez de inspeção) postado na sua região inferior. Mas, se você disser que isso representaria uma tecnologia muito antiga e perdida, um SATÉLITE ARTIFICIAL, que em uma certa época, bem anterior à NOSSA, teria orbitado este planeta, parabéns porque você, então, concordaria plenamente com o nosso ponto de vista! E deseja saber a explicação que deram sobre as evidentes antenas? "Lápis com os quais Deus e Cristo usam para traçar os seus planos sobre a Terra".....! Além disso, o antigo artista foi tão sutil, mas tão sutil, combinando tão bem as suas tintas, que até mesmo a superfície da tal "Terra" apresenta uma superfície METÁLICA!.....

..... Sem dúvida! E aqui está a foto de um satélite artificial dos nossos modernos tempos. Repare nas suas antenas e, notadamente, que até mesmo o módulo de inspeção está situado no mesmo local. Qualquer semelhança, então, teria sido mera coincidência? NÃO MESMO! E como que alguém no distante ano 1600 D.C. poderia ter visualizado isso com tamanha exatidão de detalhes?

E certamente você também se lembrará da página anterior na qual mostramos imagens de um vídeo do excelente, e sobretudo muito corajoso, History Channel no qual cientistas já admitem que no nosso mais remoto e perdido passado existiu, sem qualquer dúvida, uma alta tecnologia que envolvia desde poderosas armas, motores a reação.... E até mesmo artefatos semelhantes a computadores, chips e outros avançados dispositivos, não?.... (IMAGEM: © The History Channel)

..... Pois é! Muito embora pareça coisa de ficção científica ou mesmo temas de visionárias especulações, a verdade é que tais fantásticas tecnologias - empregadas por extintas civilizações que sequer sonhamos tenham nos precedido neste planeta - EXISTIRAM DE FATO! Os famosos crânios de cristal, por exemplo, encontrados nas ruínas maias, até hoje intrigam os cientistas e os pesquisadores, justamente pelo fato de emitirem estranhas vibrações, alguns deles chegando mesmo a emitir luminosidade - como se eletricamente carregados por uma energia muito poderosa e sutil que fantasticamente resistiu à passagem do tempo! Não se sabe a exata finalidade deles, apenas que muito possivelmente tenham servido como dispositivos para acoplagem e acionamento de outras tecnologias mais avançadas, algo assim como hoje, por exemplo, encaixamos um fusível qualquer em um artefato elétrico ou eletrônico!.....

.... E será que você observou atentamente a imagem anterior desse crânio de cristal? Se não o fez, reveja-o agora no correspondente negativo. Notou que há no seu interior algo que vai muito além da massa de cristal que o envolve? Não parece mesmo um módulo de CHIPS, tal como as nossas atuais memórias de computadores - localizado bem na extremidade esquerda da imagem?

Simplesmente impressionante, pois TODOS esses enigmáticos crânios de cristal apresentam nos seus interiores certas fantásticas e surreais imagens - colocadas através de uma técnica além da nossa imaginação e das nossas atuais possibilidades: IMAGENS DENTRO DE IMAGENS - muito, muito sugestivas! Nelas vemos estranhas criaturas, além de nítidas representações - em alguns de galáxias, e outros até mesmo UFOS, como é o caso acima! Repare nessa imagem com bastante atenção e se surpreenderá. Guardariam esses surrealistas dispositivos importantes mensagens? Seriam módulos que, se devidamente acoplados a um dispositivo - por exemplo, algum artefato QUE AINDA NÃO DISPOMOS do tipo holográfico - nos mostrariam vívidas animações, imagens e sons futurísticos, advindos de "fora", de mundos distantes, originários de tempos muito recuados? Tudo é mesmo possível! O primeiro desses crânios foi descoberto em 1927 em Belize, América Central, pela expedição de Frederick Mitchell-Hedges. Desde então, outros têm sido descobertos. O que nos faz lembrar que o acaso simplesmente não existe. Que tudo, enfim, se faz muito adequado e oportuno....

..... Pois, segundo as mais antigas tradições dos povos Maia e Asteca: - "Existem 13 planos no Cosmos habitados por humanos, e cada crânio de cristal corresponderia a um deles. E as almas, por sucessivas encarnações, viajariam através deles! Cada um desses crânios - e preste atenção nisso - É CAPAZ DE FALAR OU "CANTAR", contendo INFORMAÇÕES sobre as origens, propósitos e destinos das humanidades, bem como os mistérios da vida e do Universo". E veja só isso também (grifos nossos) : - "Todos esses crânios estão agora NO NOSSO PLANETA, quando um dia eles serão descobertos e colocados juntos de modo que os seus conhecimentos coletivos sejam disponíveis, MAS SOMENTE QUANDO A RAÇA HUMANA ESTIVER SUFICIENTEMENTE CAPACITADA PARA BEM UTILIZAR AS INFORMAÇÕES QUE ELES CONTÊM".

A pergunta inevitável é: - DE ONDE EXATAMENTE TERIAM CHEGADO TAIS AVANÇADAS E EXTEMPORÂNEAS TECNOLOGIAS? As mais antigas Tradições nos dizem que não somos os únicos, e que o nosso planeta foi realmente habitado no remoto passado por evoluídas civilizações - civilizações que chegaram a este mundo advindas DE UMA OUTRA GALÁXIA! E não há nada de fantasioso nisso, uma vez que todos os indícios apontam, de fato, nesse sentido. Do contrário, o quê mais poderia ter sido? Pois, as provas e as imagens não mentem. Aliás, estão mesmo espalhadas por todos os lados bastando apenas que queiramos vê-las. Na foto acima, um curioso monumento situado nas ruínas de San Agustin, no chamado Vale das Estátuas, Colômbia. Estátuas muito antigas cuja antigüidade estimada ultrapassa os 5 mil anos! Lá tudo é mistério, assim como reconhecem os próprios arqueólogos e também o Governo Colombiano, nada se sabendo sobre a misteriosa cultura que as produziu. Ali, uma dessas estátuas, talvez a mais notável de todas, representa um estranho ser que aponta para o céu e.... (FOTO: Paisa Tours)

..... Bem na região do seu peito, podemos distinguir a nítida imagem de um tradicional Disco Voador!....

..... Aqui colocada em negativo para melhor visualização.

Por sinal, é também na Colômbia, bem ao Norte, que iremos encontrar as ruínas proibidas, denominadas de "Ciudad Perdida", descobertas em 1975 e ainda hoje somente alcançadas após uma árdua jornada de cinco dias através da densa floresta tropical. Curiosos monumentos circulares que são apenas as pontas de um grande "iceberg", pois os indígenas locais afirmam que são estruturas muito mais antigas do que eles e que a sua existência deveria sempre ser mantida em segredo do resto do mundo..... (FOTO: Paisa Tours)

.... Pois, é ainda na Colômbia que existem curiosas estruturas subterrâneas representadas por quatro cavernas que não se sabe exatamente para aonde vão levar, situadas em uma região montanhosa e ainda pouco explorada, todas repletas de intricados padrões geométricos e centenas de antigas tumbas, que por sua vez ostentam outro curioso nome: "Tierra Adentro". "Para Dentro da Terra", sim, pois uma antiga civilização escavava a rocha bruta com a maior desenvoltura, em épocas distantes nas quais - apenas e teoricamente - não existiam explosivos ou sequer máquinas perfuratrizes. E tais enormes complexos de túneis e galerias subterrâneas não existem somente nas terras colombianas, mas, sim, comprovadamente se estendem por milhares de quilômetros por quase todo o imenso território do Continente Sul Americano, atingindo assim diversos outros países! (FOTO: Paisa Tours)

Tudo é mistério - um mistério muito antigo que - tal como um alucinante quebra-cabeças - já começa a se revelar. E tudo, todas as suas peças, nos conduzem a um só resultado! Doze imagens de misteriosos crânios esculpidos em uma parede nas velhas ruínas maias!..... Aliás, as antigas tradições dos Maias e dos Astecas nos dizem, ainda, que TREZE crânios deverão ser reunidos para que o processo das suas revelações se torne disponível, concluído e finalmente conhecido.....

.... E justamente o DÉCIMO TERCEIRO DELES, aquele que contém a "chave" de ativação, ESTÁ FALTANDO SER DESCOBERTO, talvez porque os tempos ainda não sejam suficientemente propícios e necessariamente maduros - talvez pelo fato de não estarmos ainda suficientemente preparados! E era justamente ELE, O CRÂNIO-13, que os nazistas do Terceiro Reich, na época da Segunda Guerra Mundial, estavam procurando, em busca da cidade perdida de AKAKOR, a "Cidade dos Deuses", situada em meio à vastidão impenetrável das Selvas Amazônicas, e na qual os índios afirmavam que os tais "deuses" teriam deixado em tempos muito remotos e esquecidos um objeto que já começava a "CANTAR"!!! E foi justamente ELE, o objeto proibido, em busca do qual, muitos - movidos pelas suas ambições e pelos seus escusos interesses - perderam as vidas, foram derrotados, uma vez que somente se pode romper os selos de certos "Livros" que ainda são interditos quando se tem a necessária permissão.

Em contrapartida, com a Graça do Sempiterno Deus e através das eras, haverá sempre ouvidos e mentes abençoadas, dispostos a entender verdades. Anúbis, o amado deus-chacal, o guardião das tumbas, zelador da milenar e da mais profunda sabedoria do Antigo Egito - uma sabedoria muito mais remota que, de fato, veio de longe. Símbolo e sinal maior dos zeladores de uma Irmandade oculta, desconhecida e muito antiga. E, assim como um fiel e amigo cão, sem nada pedir em troca e disposto a dar a própria vida pelo seu "dono", desde os mais antigos tempos espalham-se pelo mundo os Guardiães da Terra - detentores de uma sabedoria e de ocultas verdades, em relação às quais, e cada um ao seu jeito, tem uma pré-determinada missão a cumprir neste plano, nos mais diversos campos. Não se conhecem fisicamente, porém unicamente nos mais elevados e nos mais sagrados níveis, nas dimensões da Alma e do Espírito. Tudo, então, pertence aos mais Sagrados Domínios da Iniciação, Domínios que desde um longo tempo velam por esses segredos, justamente para que não caiam em mãos profanas e, por isso mesmo, erradas! Os tempos das mais relevantes e das maiores revelações, porém e ainda dentro de certos limites, já se fazem próximos. Alguns Selos, portanto, já podem finalmente ser rompidos. E os seus arautos já se pronunciam, uma vez que detêm a necessária licença, a qual não chega daqui, mas vem "De Cima". Pois, um velho Axioma Hermético nos diz que a Verdadeira Iniciação não pertence aos domínios da escrita e que somente assim o será nos finais dos tempos. Mas.... Não é mesmo verdade que já estamos neles?