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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

CASO VALÊNCIA, ESPANHA

Em julho de 1975 ocorreu um interessante caso de avistamento com efeitos fisiológicos em Alborache, Valencia, Espanha

Dados Gerais

Local
Alborache, Valencia, Espanha

Data e Hora
30 de julho de 1975

Nº de Testemunhas
1

Tipo
avistamento de OVNI luminoso, efeitos fisiológicos; morte de animais

Descrição do caso

Na madrugada de 30 de julho de 1975, ocorreu um impressionante caso ufológico, com variadas comprovações posteriores. O episódio ocorreu em uma região conhecida como "Fonte da Virgem", em Alborache, Valencia, Espanha. O protagonista do caso, Feliciano Vidal Chorent, sessenta e nove anos na época, era aposentado da Companhia Valenciana de Cimentos e lavrador. Na infância não teve boa formação escolar e durante a vida não era dado a festas e bebidas.

Em 29 de julho, Feliciano cumpriu sua rotina diária até a chegada da noite. Como fazia muito calor, ele foi deitar-se mais tarde, por volta da meia noite, deixando a janela aberta. Ele mal tinha começado a cochilar e acordou assustado com o barulho produzido por seus animais de criação. Um burro estava amarrado em uma árvore a 10 metros da janela de seu quarto. Indo até a janela observou com clareza seu burro, que demonstrava estar assustado. Ele logo ouviu latidos de seu cachorro, também amarrado, próximo à porta da casa.

Acreditando tratar-se de ladrões, armou-se com uma faca e saiu para fora da casa para verificar. De início aproximou-se da árvore onde seu cachorro estava amarrado. Este quando o viu deixou de latir. Olhando ao redor não viu sinais de nenhuma pessoa estranha. De repente uma luz fortíssima acendeu-se sobre a árvore. O foco de luz iluminava uma área restrita, mas com muita intensidade. A testemunha perdeu a visão momentaneamente devido à intensidade da luz. Quando recuperou a visão o estranho objeto acelerou vertiginosamente em direção ao leste. Logo após o episódio, Feliciano resolveu subir uma colina próxima para observar melhor a região. Ele subiu a escadaria, chegou ao topo e constatou que tudo estava calmo e tranquilo não havendo sinal do estranho objeto. Então ele resolveu voltar para casa afim de dormir. Nos dias seguintes notou um problema de visão curioso. Durante o dia, sua visão apresentava-se aparentemente normal. À noite, ou em um algum ambiente escuro, focos luminosos apresentavam-se disformes com focos de luzes adicionais. À noite também ocorria problemas de visão dupla, ou seja, quaisquer objetos luminosos observados apareciam duplicados.

Outro interessante efeito detectado após o episódio foi uma gradativa melhoria em suas condições físicas logo após o contato. Uma artrose que ha anos produzia fortes dores no lado esquerdo do quadril aumentaram um pouco de intensidade logo após o contato mas foram diminuindo ao ponto de desaparecer completamente dois meses depois. Até o fim da vida Feliciano não teve mais problemas para caminhar.

Os animais criados pela testemunha, entretanto, não tiveram a mesma sorte. Tanto o burro quanto o cachorro adoeceram logo após o contato e acabaram sendo sacrificados alguns meses depois. O cachorro, que era jovem, e um dos melhores cães de caça da região, começou a perde vitalidade gradativamente e logo começou a apresentar ausência de apetite. Mais tarde começaram a surgir vários tumores em várias partes do corpo. Alguns gânglios tinham o tamanho de ovos. Devido ao triste estado do animal, Feliciano sacrificou-o em abril de 1976.

O burro, por sua vez, tinha 19 anos de idade. De início o animal deixou de beber água normalmente. Pouco depois começaram a surgir gânglios semelhantes aos verificados no cachorro. O animal, antes de bastante vitalidade, tornou-se apático e debilitado. Suas patas tornaram-se rígidas e prevendo a morte do animal Feliciano levou-o ao matadouro da cidade onde foi sacrificado.

Todo o caso foi investigado pelo físico valenciano Miguel Guasp. Na tentativa de entender as mortes dos animais, Gasp consultou veterinários que descartaram a possibilidade de doenças infecciosas pois se fosse o caso deveriam aparecer ulcerações nos gânglios formados, além de febre que poderia ser facilmente diagnosticada. Pelas características apresentadas por ambos os animais, a morte seria causada por tumores em diversas partes do corpo destes animais provavelmente decorrentes de exposição à radiação.

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