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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

NOS MISTÉRIOS INSONDÁVEIS DO JÂNGAL

As Grandes Pirâmides Brasileiras (VEJA O FILME)

"todos os tesouros arqueológicos encontrados nessa área são uma parcela insignificante do que aí permanece encerrado. E à medida que se aprofundem as pesquisas e as escavações não será de admirar que daquele solo aparentemente virgem, vejamos surgir as pegadas de muitas gerações adiantadas, inteligentes, e de bastante cultura intelectual, perante as quais as tribos aborígenes de hoje nada mais são do que descendentes bastardos em cujo caráter mal se reconhecem agora os vestígios da antiga pujança de seus antepassados"

(Percy Harrison Fawcett)

A imensa e ainda inexplorada Região Amazônica Brasileira, esconde certamente muitas e muitas surpresas relativas ao nosso remoto e obscuro passado. Nesta foto, tomada no Alto Amazonas mediante um vôo rasante de avião, duas enormes pirâmides, totalmente encobertas pela vegetação hostil e imepenetrável, sobressaem. Que antiga e muito evoluída civilização teria outrora habitado essas paragens?

Esta é uma das raras fotos do Coronel do Exército Inglês Percy Fawcett, que em 1925 desapareceu nas imediações dessas florestas ao obstinadamente procurar os vestígios de uma colonização atlante no território brasileiro! E ele sabia exatamente o que estava fazendo, uma vez que reunira documentos muito antigos que indicavam seguras pistas e fortes evidências para encontrá-los.

"Entre os rios Xingu e Araguaia, existem coisas estranhas" - Assim escreveu Fawcett que também localizou estranhos monumentos em meio às florestas inexploradas. Aliás, ainda hoje as lendas dos índios falam a respeito de certas cidades perdidas, as "moradas dos deuses", nas quais estranhos obeliscos irradiariam suas luzes muito brilhantes por toda a eternidade!

Sim, são paragens verdadeiramente insondáveis, muito antigas e misteriosas onde de fato brilham "estranhas luzes" - tais como esse curioso fenômeno, bastante freqüente, temido pelos índios e também pelos caboclos que nele vêem manifestações sobrenaturais, tais como "espíritos da floresta". E que pelo visto não se trata de uma simples lenda ou mera superstição, uma vez que até pôde ser recentemente fotografado! E Percy Fawcett assim também escreveu a um conterrâneo antes de desaparecer: "E essa gente tem uma espécie de iluminação que nos parece estranha e provavelmente faz parte de uma civilização desaparecida".

E para adensar ainda mais os insondáveis enigmas dessa fantástica Amazônia, além das estranhas manifestações das "luzes" que surgem no seio das matas virgens, temos ainda a constante - e sempre insistente- presença dos OVNI percorrendo os céus e penetrando nas matas e montanhas, como se ali tivessem também as suas bases subterrâneas. Aliás, o Coronel Percy Fawcett desapareceu, segundo se acredita, lá pelas imediações da Serra do Roncador, Mato Grosso, onde até os dias atuais os chamados Discos Voadores têm um notável ponto de atividades. Essa serra, diga-se de passagem, tem este estranho nome pelo fato de as pedras "roncarem" - principalmente quando os OVNI dela se aproximam e por lá mesmo desaparecem.... Como se penetrassem no seu interior!

Além disso é bastante comum encontrar, perdidas em meio às florestas amazônicas, algumas estranhas esculturas, tal como a da foto - retratando a imagem de bizarros seres, muito diferentes dos tradicionais padrões ameríndios!

Um desconhecido padrão de avançados caracteres acha-se igualmente espalhado por diversas paragens da Floresta Amazônica, talvez fornecendo as chaves para a localização das tais cidades perdidas. Na ilustração, sinais que teriam sido encontrados em uma chapa, elaborada em uma estrutura de metal não-identificado!

E sabe-se ainda que, perdidas nos confins das selvas brasileiras, existem algumas tribos de índios dotados de pele branca e também portadores de feições não condizentes com os padrões tradicionais. Por outro lado, essas regiões malditas, e portanto tabus, onde precisamente se situam tais pirâmides e outros bizarros monumentos, são proibidas e nem mesmo os silvícolas que habitam a periferia se atrevem a ir. Algumas tribos são verdadeiramente hostis e ainda se proclamam as guardiães das cidades sagradas e dos seus "portais", liquidando inapelavelmente os curiosos e os aventureiros mais afoitos!

Nessa antiga foto, uma "índia branca" dotada de refinadas feições, ao lado dos seus dois filhos.... louros! Geneticamente, sabe-se que os filhos trazem muito mais as características dos avós (ou dos ancestrais) do que as dos próprios pais! E nesse caso, quem teriam sido esses ancestrais louros da Amazônia Brasileira?

Na foto, as imponentes ruínas maias de Tikal, não mais no território brasileiro porém em uma localização onde aliás já sabemos que os radares de penetração subterrânea descobriram uma vasta rede de profundos túneis e galerias que atingem cerca de 800 quilômetros de extensão! Por todo o planeta acham-se espalhados os enigmáticos vestígios de uma adiantada cultura que foi transmitida às perdidas civilizações, não se sabe exatamente por quem. E para aqueles que não acreditam que as selvas possam de fato esconder verdadeiras surpresas, saibamos que os conquistadores espanhóis quando chegaram às Américas, passaram por imensas edificações - hoje supostamente atribuídas aos Maias, Aztecas, Toltecas e muitas outras raças - sem contudo darem conta da sua presença (como foi, por exemplo, o caso de Cortez em Palenque), pelo simples fato de as densas selvas as terem encoberto há séculos, ou talvez mesmo milênios!

E até bem mais recentemente, e isso em pleno Século XX, as imponentes e elevadas ruínas de Machu Picchu, no Peru, dormiram seu sono milenar totalmente encobertas e intocadas pelas densas selvas e nem mesmo os habitantes das partes baixas sabiam da sua existência - as quais somente foram trazida à luz em 1911 graças às pesquisas arqueológicas do Professor Hiram Bingham, que mesmo assim as descobriu por mera casualidade.

Algumas teorias pretendem que os Maias e possivelmente os Aztecas, tentando fugir e também preservar os seus tesouros da avidez dos conquistadores espanhóis, teriam escavado uma imensa rede de túneis e galerias subterrâneos. Contudo, tal hipótese carece de consistência, uma vez que os Maias simplesmente desapareceram da face da Terra, jamais tendo sido encontrados quaisquer vestígios da sua avançada cultura. E se tivessem de fato escavado tais túneis, teriam se estabelecido em algum outro lugar. Na verdade, e conforme já está sendo provado, TODO o Continente da América do Sul, como também a América Central, são percorridos por essas galerias numa extensão incalculável e assombrosa. Essa gigantesco trabalho, obviamente fruto de uma civilização muito mais antiga e desconhecida, necessitou sem dúvida alguma de uma tecnologia extraordinária e talvez ainda hoje não disponível!

Francisco Pizarro e Hernán Cortez, respectivamente os conquistadores do Peru e do México. Como já sabemos, eles e os seus exércitos passaram por diversas ruínas encobertas pelas densas selvas e sequer se deram conta. Além do mais, se os povos daquele tempo quisessem de fato fugir por via subterrânea daqueles conquistadores, não teriam tempo hábil e sequer a tecnologia necessária para produzir tamanha façanha em tão curto espaço de tempo. Relembremos que somente sob o complexo de Tikal - atribuído aos Maias e situado na Guatemala - são comprovadamente 800 quilômetros de uma fantástica rede subterrânea que por sinal atravessa o país de um extremo ao outro!

Em se tratando de Arqueologia, os tradicionalistas enxergam a formiga mas fingem que não vêem o elefante! Talvez a incrível resposta para a técnica que permitiu a construção dessa fantástica rede de túneis subterrâneos esteja precisamente nesse petróglifo muito antigo - encontrado nas ruínas maias de Monte Albán, México. Vemos aí uma óbvia máquina perfuratriz desconhecida, tendo inclusive a ponta da lâmina de impacto e contato, bem como o seu respectivo eixo rotor e também as palhetas da hélice!!!

E por todos os lugares onde existem os pontos de entrada (ou talvez, mais apropriadamente, os "portais de acesso") a estes túneis e edificações subterrâneas - que inclusive chegam ao território brasileiro - estará sempre presente a marca do "guardião" - estranhas e milenares estátuas, representando como sempre as impressionantes imagens de seres desconhecidos!

E por falar nisso, os Maias nos deixaram esta curiosa, bastante sutil, e quem sabe muito reveladora, estatueta de uma insólita criatura, a qual retrata aquilo que eles chamavam de "o anão-arquiteto, construtor de cavernas"!

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