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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Caso Maria Cintra - Lins SP

Na madrugada do dia 25 de agosto 1968, ocorria em Lins (SP), um dos episódios mais espetaculares ocorridos nos anais da Ufologia Brasileira.

Na noite anterior a esse dia, o médico de plantão do hospital Clemente Ferreira - que fica isolado a cinco quilômetros da cidade diversos funcionários passaram minutos admirando o deslocamento no céu de uma estranha bola luminosa.

Por volta das 4h30m da madrugada, a servente Maria José Cintra, residente no hospital, estava sentada na cama rezando um terço, como faz habitualmente ao despertar. De repente, ouviu do lado de fora um ruído estranho, como a freagem de um automóvel: Abri a persiana e vi, embaixo, uma senhora parada. Perguntei se era caso de internamento e, como não respondesse, vesti minha capa de contágio, desci as escadas e abri a porta. Voltei a perguntar se era caso de internamento.

A mulher enrolou a língua e não entendi nada. Depois me deu uma garrafa muito bonita, toda brilhante e trabalhada, e fomos juntas até o bebedouro, que fica no saguão. Quando chegamos prosseguiu, ela tirou, não sei de onde, uma canequinha, encheu de água e bebeu. Depois, ficou observando os carros do administrador e do médico de plantão, que costumavam ficar estacionados na entrada.

Voltamos juntas dali, enquanto ela segurava a garrafa e a caneca numa mão e com a outra batia no meu ombro dizendo: embaúra, embaúra. Maria Cintra trabalha há anos no hospital e é muito estimada por todos, apesar de ser humilde e mal saber assinar o nome.

Ela conta e repete a história com uma convicção impressionante: Ao invés de sair normalmente. A mulher entrou pelo canteiro. Foi aí que despertei, que vi um aparelho flutuando no chão, parecendo uma pêra, tendo outra pessoa dentro, que deu a mão para a mulher entrar por uma abertura. O objeto fez um zumbido e descolou na vertical.

A servente, traumatizada, começou a andar para trás, se, dar as costas para o local da aparição.

Quando cheguei na porta e vi o aparelho desaparecer, comecei a gritar desesperada. Fiz um barulhão que quase todo mundo acordou, comecei a chorar e a fazer xixi na escadaria! Fui para o meu quarto toda molhada, fiquei rezando na cama. Estava estarrecida com o que me ocorrera.

A FAB CONSTATOU : As marcas deixadas pelo aparelho estavam bem visíveis e eram similares a outras encontradas em todo o mundo.

Maria Cintra ainda nos relatou que a mulher era como uma pessoa normal, de cor branca, aparentando uns 30 anos de idade, estatura média, vestia uma capa que cobria a cabeça, de manga comprida, como túnica e um cinto cor de chumbo.

Os Oficiais da FAB retiraram amostras do local da aterragem, mandando-as para o instituto tecnológico em São José dos Campos. Após um longo tempo não voltou a crescer nada no local.

Fonte: Revista UFOLOGIA, Março 1985

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